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26 novembro 2018

Stephanie Gilmore conquista sétimo título mundial de surfe

(Foto: Kelly Cestari/WSL)
Nesta segunda-feira, Stephanie Gilmore conquistou o título mundial se surge pela sétima vez. A australiana se iguala a sua compatriota Layne Beachley, que encerrou a carreira em 2006. A atleta de 30 anos foi campeã em 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014 e 2018.

A confirmação do título veio na segunda rodada da etapa de Maui, no Havaí, porque Lakey Peterson, rival direta pelo título mundial, foi eliminada e não poderia mais alcançar a pontuação de Lakey.

Stephanie Gilmore venceu três etapas ao longo da temporada (Bells Beach, Saquarema e Jeffreys Bay) e ainda terminou duas vezes como segundo lugar e uma como primeiro. Em Maui, a australiana está confirmada no terceiro round após superar Alana Blanchard e Sage Erickson na primeira rodada.


Fonte:Gazeta Esportiva

24 novembro 2018

Definição do título do Mundial de Surf feminino começa neste domingo

Em Honolua Bay, acontece a Beachwaver Maui Pro, que vai definir a próxima campeã mundial do surfe feminino. Stephanie Gilmore entra na disputa como favorita ao título

(Foto: WSL)
Na Ilha de Maui, no Havaí, será iniciada a partir deste domingo, a disputa pelo título do Mundial de surfe feminino. Brigam pela taça a australiana Stephanie Gilmore, que vem liderando o ranking com boa vantagem, e a norte-americana Lakey Peterson. A previsão indica que as baterias serão realizadas durante um período de ondas grandes, que chega ao Havaí na segunda-feira.

Mesmo com a ameaça da brasileira naturalizada havaiana Tatiana Weston-Webb, Stephanie Gilmore e Lakey Peterson foram os principais nomes na briga pelo título deste o início da temporada. Ao longo do ano, a australiana venceu três competições e foi vice em duas, enquanto sua adversária ganhou duas e ficou em segundo lugar três vezes. Apesar da disputa acirrada, a vantagem adquirida por Stephanie nas últimas três etapas foi a principal contribuinte para que a australiana chegasse à etapa de Maui com mais chances de título.

Caso chegue à semifinal em Maui, Stephanie Gilmore se torna campeã mundial. Porém, se ficar na quinta colocação ou uma mais baixa, Lakey Peterson terá a chance de vencer o evento para empatar no somatório dos pontos. Neste caso, as surfistas farão uma bateria extra para decidirem quem leva o caneco de 2018.

Terceira colocada no ranking mundial, Tatiana Weston-Webb chegou a disputar a liderança na metade da temporada, mas não alcançou a meta. Agora, ela busca a melhor colocação da carreira para tentar superar o 4º lugar de 2016. Porém, a briga será intensa contra a havaiana Carissa Moore, que já venceu duas das três finais que participou em Maui e está na cola de Tati.

Por outro lado, a brasileira Silvana Lima e a australiana Tyler Wright estão fora do evento. A primeira ainda se recupera de uma cirurgia no joelho, enquanto a segunda sofre com as consequências de uma gripe Influenza A, que pegou em julho na África do Sul. Acusando cansaço e dores no corpo, Tyler não compete desde então e já desistiu de cinco torneios no ano. Ela vai receber o wildcard reservado para lesão da WSL. Silvana ocupa a última posição da classificação para o QS ao CT e precisa que a norte-americana Sage Erickson e a australiana Keely Andrew não alcancem o Top-10.

Confira a ordem das baterias do round 1 na etapa de Maui
1- Johanne Defay (FRA), Courtney Conlogue (USA), Paige Hareb (NZL)
2- Carissa Moore (HAW), Coco Ho (HAW), Bethany Hamilton (HAW)
3- Stephanie Gilmore (AUS), Sage Erickson (USA), Alana Blanchard (HAW)
4- Lakey Peterson (USA), Malia Manuel (HAW), Zoe McDougall (HAW)
5- Tatiana Weston-Webb (BRA), Nikki Van Dijk (AUS), Summer Macedo (HAW)
6- Caroline Marks (USA), Sally Fitzgibbons (AUS), Bronte Macaulay (AUS)

Fonte:Lance

14 novembro 2018

Com Marta e Medina, COB define finalistas do prêmio de Melhor Atleta do ano

 (Foto: COB/Divulgação)
No dia 18 de dezembro, o Brasil conhecerá os Melhores Atletas do ano, no Prêmio Brasil Olímpico 2018. Nesta quarta-feira, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou os concorrentes ao troféu. Além de Marta, na disputa do feminino, estão Ana Marcela Cunha (maratona aquática) e Ana Sátila (canoagem slalom). No masculino, por sua vez, competem Gabriel Medina (surfe), Isaquias Queiroz (canoagem velocidade) e Pedro Barros (skate).

“O Prêmio Brasil Olímpico chega à sua 20ª edição homenageando o melhor do esporte brasileiro, tanto do presente quanto do passado”, destacou Paulo Wanderley Teixeira, presidente do COB. Em 2017, os vencedores foram Marcelo Melo, do tênis, e Mayra Aguiar, do judô. Dessa vez, o evento acontece no Teatro Bradesco, no shopping Village Mall, no Rio de Janeiro.

“Será uma grande festa em homenagem aos atletas, técnicos e aos diversos agentes que fazem com que as vitórias nas principais competições internacionais e a escolha de brasileiros como melhores do mundo em suas modalidades sejam uma constante nesses últimos anos”, continuou Paulo. A entidade também anunciou o nome dos 51 melhores atletas em cada modalidade esportiva.

As escolhas foram feitas por meio de um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Já a decisão do Atleta da Torcida será feita pelo público, em votação pela Internet.

Conheça os vencedores em cada modalidade do Prêmio Brasil Olímpico 2018: 

Atletismo: Darlan Romani
Badminton: Ygor Coelho
Basquete: Yago Mateus
Basquete 3×3: Luiz Felipe Soriani
Beisebol: Felipe Burin
Boxe: Beatriz Ferreira
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz
Ciclismo BMX (Freestyle): Leandro Neto
Ciclismo BMX (Racing): Anderson Ezequiel de Souza Filho (Andinho)
Ciclismo Estrada: Vinicius Rangel Costa
Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini
Ciclismo Pista: Kacio Fonseca da Silva Freitas
Desportos na Neve: Jaqueline Mourão
Desportos no Gelo: Isadora Williams
Escalada Esportiva: Thais Makino Shiraiwa
Esgrima: Alexandre Camargo
Futebol: Marta Silva
Ginástica Artística: Arthur Zanetti
Ginástica Trampolim: Camilla Gomes
Ginástica Rítmica: Natália Gaudio
Golfe: Luiza Altmann
Handebol: Eduarda Amorim
Hipismo adestramento: João Victor Oliva
Hipismo CCE: Márcio Carvalho Jorge
Hipismo saltos: Pedro Veniss
Hóquei sobre grama: Rodrigo Faustino
Judô: Érika Miranda
Karatê: Vinicius Figueira
Levantamento de pesos: Fernando Saraiva Reis
Maratona Aquática: Ana Marcela Cunha
Nado Artístico: Maria Clara Lobo
Natação: Revezamento (Pedro Spajari/Gabriel Santos/Marcelo Chierighini/Marco Antonio Ferreira Junior)
Pentatlo moderno: Maria Iêda Guimarães
Polo Aquático: Gustavo Guimarães
Remo: Uncas Tales Batista
Rugby: Bianca dos Santos Silva
Saltos Ornamentais: Ingrid de Oliveira
Skate: Pedro Barros
Softbol: Fernanda Ayumi Missaki
Surfe: Gabriel Medina
Taekwondo: Edival Pontes (Netinho)
Tênis: Marcelo Melo
Tênis de mesa: Hugo Calderano
Tiro com arco: Marcus Vinícius D´Almeida
Tiro esportivo: Julio Almeida
Triatlo: Manoel Messias
Vela: Martine Grael e Kahena Kunze
Vôlei:  Douglas Souza
Vôlei de praia: Agatha Bednarczuk / Duda Lisboa
Wrestling: Lais Oliveira


Fonte:Gazeta Esportiva

07 setembro 2018

Com onda quase perfeita, Gabriel Medina assume liderança em Surf Ranch

Foto:Kenneth Morris/WSL
Campeão mundial em 2014, Gabriel Medina foi o grande destaque do evento masculino deste sábado em Surf Ranch, a piscina de ondas de Kelly Slater na Califórnia. Com uma esquerda quase perfeita de 9.30 e uma direita de 8.40, o paulista assumiu a liderança da competição a uma rodada do fim da primeira fase. Outros dois brasileiros encerram o dia na zona de classficação à final. Foram eles: o líder do ranking Filipe Toledo (4º lugar com um somatório de 15.47) e Ítalo Ferreira (8º com 14.70). Neste sábado acontece a última rodada. Os oito primeiros avançam à final.

O segundo maior somatório do dia foi de Kanoa Igarashi, que fez 15.73 pontos (6.80 como melhor esquerda e 8.93 como melhor direita). Quem aparece em terceiro é o australiano Owen Wright, que surfou uma esquerda de 8.13 e uma direita de 7.43, terminando o dia com 15.56 de somatório. Os demais integrantes na zona de classificação são: Kolohe Andino (15.03), Julian Wilson (15.00) e Jordy Smith (14.87).

Filipe Toledo terminou o dia em quarto (Foto: Divulgação/WSL)
Além de Medina, Filipe Toledo e Ítalo Ferreira, mais nove brasileiros participam da etapa de Surf Ranch, a oitava do Circuito Mundial 2018. São eles: Ian Gouveia, Tomas Hermes, Yago Dora, Adriano de Souza, Miguel Pupo, Jessé Mendes, Wiggolly Dantas, Willian Cardoso e Michael Rodrigues.

Neste sábado, todos os surfistas terão direito a mais uma rodada com ondas de esquerda e direita. Às 12h, entram na água os atletas que estão entre o 19º e o 36º lugar. Os mais bem colocados competem a partir das 15h.

06 setembro 2018

Etapa da Califórnia com ondas artificiais estreia no Mundial de surfe

(Foto: Divulgação/WSL)
A Califórnia sedia a partir desta quinta-feira a oitava etapa do Mundial de surfe em um esquema inédito até então no circuito. Nas ondas artificiais da piscina projetada pela lenda Kelly Slater em um formato inovador de disputa, sem baterias, além da exclusividade da pontualidade, que muitas vezes não aparece nas etapas que dependem da natureza.

A estreia da etapa de Surf Ranch, localizada em Lemoore, na Califórnia acontece depois de dez anos de idealização. Com ondas perfeitas, os atletas não dependerão das condições climáticas e terão as mesmas ondas que seus adversários. Isso significa que a disputa estará nas mãos dos surfistas, que terão que desempenhar uma performance melhor que a do outro competidor em condições iguais.

O esquema de disputa será diferente da habitual, que é formada por baterias de até 40 minutos entre dois e três surfistas, eliminando as menores somatórias. Em Surf Ranch, todos os atletas terão seis ondas – três para a direita e três para a esquerda – para surfar. A melhor nota da direita será somada à melhor nota da esquerda e apenas os oito melhores irão para a fase final. No feminino, serão quatro classificadas.

Na etapa final o processo se repete, e os surfistas terão seis ondas para somar as duas melhores notas. A ordem dos 36 surfistas (22 entre as mulheres) será de acordo com o ranking de cada um, começando pelo menos bem colocado, até Filipe Toledo, primeiro lugar geral masculino e Stephanie Gilmore, no feminino. Os primeiros 18 caem na água nesta quinta, e o restante na sexta-feira.

(Foto: Divulgação/WSL)
O Brasil já estreia na quinta com sete representantes na água. Miguel Pupo será o primeiro a entrar em ação. Wiggolly Dantas, Ian Gouveia, Jessé Mendes, Tomas Hermes, Yago Dora e Adriano de Souza completam a escalação. Na sexta, as mulheres abrem a disputa, com Tatiana Weston-Webb e Silvana Limal. Na sequência, Michael Rodrigues, Willian Cardoso, Italo Ferreira, Gabriel Medina e Filipe Toledo fazem suas estreias.

A Brazilian Storm segue forte e tem bom motivo para acreditar em mais uma vitória verde e amarela no circuito. Isso porque no ano passado, no evento teste da etapa, a final masculina foi entre Medina e Filipinho, com Medina levando a melhor sobre o amigo.


Fonte:Gazeta Esportiva

05 setembro 2018

WSL anuncia premiação igual para homens e mulheres em 2019

(Foto: WSL / KELLY CESTARI)
A WSL, Liga Mundial de Surfe, anunciou grandes, significativas e justas mudanças para a temporada de 2019 nesta quarta-feira. Em entrevista coletiva, a organização prometeu pagar a mesma premiação para a categoria feminina e masculina, tornando-se a primeira liga mundial de um esporte a tomar tal iniciativa.

De acordo com a própria WSL, o sentimento dentro da organização é de “orgulho do compromisso em se alcançar a igualdade de gênero”.

“Este é um grande passo na nossa estratégia de elevar o surfe feminino e estamos animados em manter esse compromisso para a temporada de 2019”, afirmou Sophie Goldschmidt, CEO da Liga Mundial de Surfe, antes de completar.

“Esta mudança é simplesmente a coisa certa a fazer. Queremos estar na dianteira no movimento de promover a igualdade em todas as instâncias da vida, começando pelas ondas, e nos sentimos sortudos em ter mulheres na WSL que são extremamente talentosas e mais do que merecedoras do reconhecimento”, concluiu.

Seis vezes campeã mundial, Stephanie Gilmore também comemorou a iniciativa. “Isto é incrível e estou animada. A premiação é fantástica, mas a mensagem significa ainda mais. Espero que sirva de modelo para outros esportes, organizações globais e para a sociedade em geral. Minhas companheiras atletas estão honradas pela confiança depositada em nós, e estamos inspiradas em recompensar essa decisão com níveis ainda mais altos de surfe”, contou.

Kelly Slater, um dos principais nomes masculinos do esporte, também celebrou o feito. “As mulheres na WSL merecem essa mudança. Estou muito orgulhoso que o surfe está escolhendo em liderar os esportes para os caminhos da igualdade e justiça”, afirmou.


Fonte:Gazeta Esportiva

17 agosto 2018

Por condições climáticas, quartas de final da etapa em Teahupoo é adiada

Mar baixo impede pela quinta vez a realização da disputa no Taiti nesta sexta-feira

 (Foto: Divulgação/WSL)
Por mais uma vez, a realização da etapa em em Teahupoo, no Taiti, foi adiada, nesta sexta-feira. O motivo da paralisação foi por conta das poucas ondas e condições climáticas desfavoráveis. A organização aprovou a disputa da terceira e quarta fases, mesmo com o mar longe das melhores condições.

Três brasileiros seguem na disputa pelo título. Filipe Toledo já tem sua melhor campanha da carreira e busca ampliar a folga na ponta. De olho na vice-liderança, Gabriel Medina (terceiro) e Ítalo Fereira (quarto) se enfrentam em uma das baterias das quartas.

ÚLTIMOS CONFRONTOS:

Contra o australiano, Owen Wright, e o japonês, Kanoa Igarashi, Filipe Toledo superou os adversários ao somar 11,40 ao aproveitar as oportunidades dentro do mar. 

Com mais um pouco de dificuldades, Gabriel Medina somou 13,67 ao enfrentar o americano Kolohe Andino, e o outro brasileiro Yago Dora, que pontuou 9,50, menor em relação ao atleta dos EUA. 

Italo Ferreira ficou em segundo, ao pontuar 13,10, entre a disputa entre o australiano Connor O’Leary (11,34), e o francês Jeremy Flores (15,24). Após ficar em último durante praticamente toda a disputa, o potiguar conseguiu dois aéreos nos minutos finais para conseguir a classificação. 

QUARTAS DE FINAL: 

Michael February (AFS) x Filipe Toledo (BRA)
Owen Wright (AUS) x Wade Carmichael (AUS)
Gabriel Medina (BRA) x Italo Ferreira (BRA)
Jeremy Flores (FRA) x Kolohe Andino (EUA)

11 agosto 2018

WSL adia novamente início da etapa de surfe em Teahupo'o

(Foto: WSL / Kelly Cestari)
Os fãs de surfe terão de aguardar um pouco mais para acompanharem o início da etapa do Circuito Mundial em de Teahupo'o, no Haiti. Pelo segundo dia consecutivo, a World Surf League (WSL) teve que adiar a disputa, já que as águas não apresentavam condições favoráveis aos surfistas. Às 14h30 deste domingo, a organização realiza mais uma chamada para a etapa, que tem prazo final no dia 21 de agosto.

- Vento maral, mar muito pequeno. Não tem ninguém na água hoje no Taiti, então não teremos competição. Mas temos boa notícia: amanhã temos previsão de swell, com ondas de um metro e meio, dois metros. Então, temos grande chance de começar a competição aqui em Teahupoo - disse a organização.

Dentre os cinco melhores colocados, há cinco surfistas brasileiros: Filipe Toledo é líder do ranking com 35,900 pontos e dois triunfos vitórias na temporada; Gabriel Medina - que foi vice-campeão do Taiti Pro em 2017 - e Ítalo Ferreira ocupam a terceira e quarta colocações. Vale lembrar que este se lesionou durante o QS 10000 da Califórnia, mas já se recuperou completamente.

Confira todas as baterias da primeira fase em Teahupo'o:
1 - Wade Carmichael (AUS), Jeremy Flores (FRA) e Joan Duro (FRA)
2 - Jordy Smith (AFS), Ezekiel Lau (HAV) e Ian Gouveia (BRA)
3 - Ítalo Ferreira (BRA), Sebastian Zietz (HAV) e Miguel Pupo (BRA)
4 - Gabriel Medina (BRA), Tomas Hermes (BRA) e Wiggolly Dantas (BRA)
5 - Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS) e Mateia Hiquily (TAH)
6 - Filipe Toledo (BRA), Yago Dora (BRA) e Tikanui Smith (TAH)
7 - Willian Cardoso (BRA), Frederico Morais (POR) e Michael February (AFS)
8 - Michel Bourez (TAH), Kanoa Igarashi (JAP) e Keanu Asing (HAV)
9 - Mikey Wright (AUS), Adriano de Souza (BRA) e Matt Wilkinson (AUS)
10 - Griffin Colapinto (EUA), Kolohe Andino (EUA) e Patrick Gudauskas (EUA)
11 - Owen Wright (AUS), Adrian Buchan (AUS) e Jessé Mendes (BRA)
12 - Conner Coffin (EUA), Michael Rodrigues (BRA) e Connor O´Leary (AUS)


Fonte:Lance

04 agosto 2018

Em Huntington, Ítalo Ferreira e Jadson André avançam às quartas

 (Foto: Reprodução/Instagram)
Apenas dois, dos cinco representantes do verde e amarelo que estavam nas oitavas de final em Huntingon Beach, na Califórnia, seguem vivos na disputa do US Open. Em um duelo brasileiro, neste sábado, Jadson André encontrou boas ondas e somou 14,17. Ele ainda contou com um mal desempenho do rival, outro brasileiro, Peterson Crisano, que acumulou apenas 3,35, para avançar.

Quem também continua na disputa é Ítalo ferreira. Ele se machucou ao tentar voltar com um aero, mas somou 11,73. Apesar da lesão e de não ter pegado mais ondas, levou a melhor em cima de outro brasileiro, Michael Rodrigues, dono de 6,80. Ítalo, agora, encara Jadson André nas quartas.

O primeiro a encarar o mar norte-americano no dia, entretanto, foi Adriano de Souza, que enfrentou o dono da casa Griffin Colapinto. Depois de fazer 8,27, mineirinho viu o adversário responder com 8,17 e ainda somar 5,83 – contra 5 do brasileiro.

No feminino, Tatiana Weston-Webb perdeu no round 3 e disse adeus à etapa. Ela caiu para as norte-americanas Caroline Marks e Courtney Conlogue.


Fonte:Gazeta Esportiva

02 agosto 2018

Oito brasileiros avançam ao round 4 em Huntington Beach

(Foto: Kelly Cestari/WSL)
O Brasil segue firme e forte no Vans US Open of Surfing, em Huntington Beach, na Califórnia (EUA). Em mais um dia com poucas e pequenas ondas, oito brasileiros conseguiram avançar ao round 4 da competição, sendo o país com o maior número de representantes.

São eles: Yago Dora, Adriano de Souza, Miguel Pupo, Jadson André, Michael Rodrigues, Peterson Crisanto, Ítalo Ferreira e Alejo Muniz. Além deles, apenas Deivid Silva e Thiago Camarao perderam suas baterias e acabaram eliminados nesta quinta-feira.

Logo na primeira bateria do dia, Yago Dora e Adriano de Souza caíram na água juntos. O primeiro terminou na liderança, somando 12.04 e Mineirinho ficou em segundo, com 11.60. Os dois brasileiros eliminados também estavam na mesma bateria e foram derrotados pelo havaiano Ezekiel Lau e pelo atleta da casa Cam Richards.

A próxima chamada para o Vans US Open of Surfing é nesta sexta-feira, às 11 horas (de Brasília), e pode contar com o início da etapa do CT feminino.


Fonte:Gazeta Esportiva

02 julho 2018

Medina e Filipe Toledo brilham no primeiro dia em J-Bay

(Foto: Daniel Smorigo/WSL)
Gabriel Medina e Filipinho começaram bem a trajetória em Jeffreys Bay. Em bateria disputada por brasileiros, o campeão de 2014 derrotou Thomas Hermes e Miguel Pupo nesta segunda-feira e avançou para a terceira rodada da etapa na África do Sul. Filipe Toledo, por sua vez, não teve problemas e passou facilmente no duelo com Wiggoly Dantas e Matt Wilkinson.

Entretanto, nem todos os brasileiros se deram bem na África. Ítalo Ferreira e Ian Gouveia caíram e foram para repescagem, onde ítalo perdeu para Wiggolly por 11,77 contra 9,73. Por fim, a WSL decidiu parar, e a competição será retomada nesta terça-feira, 3 de julho.

Medina não teve problemas, conseguindo 5,50 e 6,63, somando em 11,83 contra 9,20 de Tomas Hermes e 6,93 de Miguel Pupo. O brasileiro está na quarta colocação no ranking da temporada, que tem Julain Wilson na ponta.

Em segundo lugar no Mundial, Filipinho superou Matt Wilkinson por 13,84 contra 12,14. Wiggoly Dantas ficou em terceiro, somando 10,67.

Confira como foram as baterias dos brasileiros da primeira rodada

Ítalo Ferreira (BRA) 11,94 Kanoa Igarashi (JAP) 13,50 x Kelly Slater 8,73
Gabriel Medina (BRA) 11,83 x Thomas Hermes (BRA) 9,20 x Miguel Pupo (BRA) 6,93
Filipe Toledo (BRA) 13,84 x Matt Wilkinson (AUS) 12,14 x Wiggolly Dantas (BRA) 10,67
Willian Cardoso (BRA) 12,30 x Ezekiel Lau (HAV) 11,76 x Keanu Asing (HAV) 11,06
Adrian Buchan (AUS) 11,67 x Adriano de Souza (BRA) 11,23 x Yago Dora (BRA) 13,23
Griffin Colapinto (EUA) 13,63 x Wade Carmichael (AUS) 12,23 x Jessé Mendes (BRA) 10,94
Michael Rodrigues (BRA) 10,96 x Jeremy Flores (FRA) 15,80 x Conor O´Leary (AUS) 15,07


Fonte:Gazeta Esportiva

09 junho 2018

Willian Cardoso vence a etapa de Uluwatu da Liga Mundial de Surfe

(Foto: WSL / KELLY CESTAR)
Na manhã deste sábado, o brasileiro Willian Cardoso venceu a etapa de Uluwatu, na Indonésia, da Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês). O catarinense, que faz a sua estreia na elite nesta temporada, aos 32 anos, desbancou favoritos, e na final, bateu o australiano Julian Wilson, líder do ranking.

Ao superar Filipinho nas quartas de final, Willian já havia conseguido o melhor resultado da sua carreira até então. Sem se contentar com isso, enfrentou o favorito Mikey Wright nas semis, avançando à final após uma bateria muito tensa. Na decisão diante de Julian Wilson, manteve a sua estratégia de esperar a melhor onda para soltar manobras muito fortes, e assim venceu com sobras.

Com a conquista, o catarinense subiu para a quinta colocação do ranking mundial, e agora passa a liderar a corrida pelo prêmio de “novato do ano”. Assim, o Brasil passa a ter quatro representantes no top cinco mundial: Medina, Filipinho e Ítalo completam a lista.

Confira todas as baterias de Uluwatu:

Final

Julian Wilson (AUS) 14.43 x 15.57 Willian Cardoso (BRA)

Semifinal 

Bateria 1: Kolohe Andino (EUA) 14.53 x 15.83 Julian Wilson (AUS)
Bateria 2: Mikey Wright (AUS) 13.16 x 13.77 Willian Cardoso (BRA)

Quartas de final

Bateria 1: Kolohe Andino (EUA) 14.33 x 11.33 Conner Coffin (EUA)
Bateria 2: Julian Wilson (AUS) 16.20 x 15.50 Jordy Smith (AFS)
Bateria 3: Gabriel Medina (BRA) 10.90 x 11.13 Mikey Wright (AUS)
Bateria 4: Willian Cardoso (BRA) 14.24 x 11.67 Filipe Toledo (BRA)

Round 4

Bateria 1: Owen Wright (AUS) 8.47 x Kolohe Andino (EUA) 9.34 x Jordy Smith (AFS) 9.10
Bateria 2: Michael Rodrigues (BRA) 11.50 x Conner Coffin (EUA) 13.04 x Julian Wilson (AUS) 14.13
Bateria 3: Gabriel Medina (BRA) 17.07 x Connor O’Leary (AUS) 14.63 x Willian Cardoso (BRA) 14.66
Bateria 4: Filipe Toledo (BRA) 10.50 x Joan Duru (FRA) 7.44 x Mikey Wright (AUS) 8.83

Round 3

Bateria 1: Owen Wright (AUS) 13.43 x 10.43 Keanu Asing (HAV)
Bateria 2: Kolohe Andino (EUA) 14.47 x 14.33 Jessé Mendes (BRA)
Bateria 3: Jordy Smith (AFS) 15.33 x 7.26 Michael February (AFS)
Bateria 4: Ítalo Ferreira (BRA) 12.93 x14.77 Michael Rodrigues (BRA)
Bateria 5: Sebastian Zietz (HAV) 9.16 x 14.77 Conner Coffin (EUA)
Bateria 6: Julian Wilson (AUS) 8.34 x 7.27 Kael Walsh (AUS)
Bateria 7: Gabriel Medina (BRA) 10.50 x 4.20 Jack Robinson (AUS)
Bateria 8: Michel Bourez (PYF) 9.04 x 11.06 Connor O’Leary (AUS)
Bateria 9: Adriano de Souza (BRA) 12.37 x 13.00 Willian Cardoso (BRA)
Bateria 10: Filipe Toledo (BRA) 12.54 x 11.83 Yago Dora (BRA)
Bateria 11: Joel Parkinson (AUS) 11.70 x 12.67 Joan Duru (FRA)
Bateria 12: John John Florence (HAV) – machucado x Mikey Wright (AUS)


Fonte:Gazeta Esportiva

01 junho 2018

Com cinco representantes, Brasil chega às quartas em Bali

(Foto: ED SLOANE/WSL)
Após mais um dia do Corona Bali Protected com o mar favorável para os surfistas disputarem a etapa da Indonésia, os rounds 4 do masculino e 3 do feminino foram definidos e o Brasil, mais uma vez, foi destaque. No sexto dia de competição, dos seis brasileiros que entraram na água, três saíram classificados para as quartas, enquanto as duas representantes da Brazilian Storm também continuam vivas na etapa.

Na primeira bateria do dia, Willian Cardoso e Jessé Mendes disputaram com o polinésio Michel Bourez. Os dois brasileiros já faziam a melhor campanha da carreira, e William chegou além. Com Bourez liderando com 17.00, Willian ficou com a segunda vaga com 13.60, Jessé foi desbancado com 11.66.

Outro brasileiro que deu adeus à disputa pela etapa foi Gabriel Medina. Brigando pelo topo do ranking, o campeão mundial de 2014 perde a oportunidade de brigar pela liderança do campeonato e pode até perder duas posições. Em bateria forte, com Jordy Smith, com 11.76 e Jeremy Flores, 11.70, os 10,76 de Medina não foram suficientes.

Fechando as baterias masculinas, um confronto totalmente brasileiro levou Ítalo Ferreira e Filipe Toledo às quartas de final em Bali. Ítalo teve ótima atuação, com o maior somatório do dia, 17.00. Para garantir a segunda vaga, disputa acirrada com Filipinho levando a melhor por pouco, ele somou 13.87 contra 13.60 de Mineirinho.

(Foto: MATT DUNBAR/WSL)
No feminino, pelo round 3, Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb conseguiram garantir o avanço. Silvana não conseguiu repetir o ótimo desempenho do round 1, mas surfou para superar Keely Andrew com um ponto a mais que a australiana e ficar com a segunda vaga da bateria, atrás de Stephanie Gilmore. Já Tatiana também não ficou em primeiro entre as concorrentes, mas foi bem superior à havaiana Coco Ho.

Confira as baterias do round 4 MASCULINO:

Bateria 1: Michel Bourez (PYF) 17.00 x Willian Cardoso (BRA) 13.60 x Jessé Mendes (BRA) 11.66
Bateria 2: Mikey Wright (AUS) 15.80 x Griffin Colapinto (EUA) 13.73 x Adrian Buchan (AUS) 12.50
Bateria 3: Jordy Smith (AFS) 11.76 x Jeremy Flores (FRA) 11.70 x Gabriel Medina (BRA) 10.76
Bateria 4: Ítalo Ferreira (BRA) 17.00 x Filipe Toledo (BRA) 13.87 x Adriano de Souza (BRA) 13.16

Confira as baterias do round 3 FEMININO

Bateria 1: Tyler Wright (AUS) 14.93 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 12.33 x Coco Ho (HAV) 8.57
Bateria 2: Stephanie Gilmore (AUS) 11.40 x Silvana Lima (BRA) 9.54 x Keely Andrew (AUS) 8.50
Bateria 3: Lakey Peterson (EUA) 15.03 x Caroline Marks (EUA) 15.00 x Sage Erickson (EUA) 11.67
Bateria 4: Sally Fitzgibbons (AUS) 15.93 x Malia Manuel (HAV) 14.00 x Carissa Moore (HAV) 13.83

QUARTAS DE FINAL DO MASCULINO:

Bateria 1: Michel Bourez (PYF) x Griffin Colapinto (EUA)
Bateria 2: Mikey Wright (AUS) x Willian Cardoso (BRA)
Bateria 3: Jordy Smith (AFS) x Filipe Toledo (BRA)
Bateria 4: Ítalo Ferreira (BRA) x Jeremy Flores (FRA)

QUARTAS DE FINAL DO FEMININO:

Bateria 1: Tyler Wright (AUS) x Silvana Lima (BRA)
Bateria 2: Stephanie Gilmore (AUS) x Tatiana Weston-Webb (BRA)
Bateria 3: Lakey Peterson (EUA) x Malia Manuel (HAV)
Bateria 4: Sally Fitzgibbons (AUS) x Caroline Marks (EUA)


Fonte:Gazeta Esportiva

31 maio 2018

Brasileiros dão show e avançam em peso ao Round 4 em Bali

(Foto: SONNY TUMBELAKA/AFP)
Após dois dias sem condições para o Mundial de Surfe continuar em Bali, o round 3 foi, finalmente, disputado no Corona Bali Protected, na noite desta quarta-feira (31) no Brasil, já manhã de quinta na Indonésia. Com ondas boas e ventos mais fracos que nos dias anteriores, a Brazilian Storm fez uma ótima aparição e classificou seis surfistas para o round 4 da competição.

Quem entrou na água primeiro para fazer bonito foi Jesse Mendes, que pela primeira vez na carreira conseguiu avançar do round 3 e o brasileiro conseguiu esse feito justamente em cima do bicampeão mundial John John Florence. A vitória sobre o havaiano ainda veio com emoção, nos últimos minutos, precisando de um 5.20, Jessé encaixou um aéreo e ganhou um 7.17, se classificando com 13.34 pontos, contra 11.37 do John John.

William Cardoso entrou em bateria equilibrada contra o australiano Owen Wright, mas conseguiu liderar a disputa desde o começo. O brasileiro venceu por pouco, por 12.00 contra 10.37. Logo em seguida, Michael Rodrigues não teve a mesma sorte contra o também australiano Adrian Buchan ao somar apenas 8.83 contra 11.40 do adversário.


(Foto: ED SLOANE/AFP)
Já Gabriel Medina teve uma bateria mais tranquila, contra o sul-africano Michael February. Mostrando o melhor do seu repertório, o campeão mundial de 2014 conseguiu de cara um 7.50 e foi aumentando a somatória ao longo da bateria. Com 15.70, o brasileiro ficou com a segunda melhor nota do dia.

Na disputa entre brasileiros, Ítalo Ferreira levou a melhor contra Thomas Hermes. Os 14.30 superaram os 10.10 do compatriota e mantêm viva a busca pelo topo do ranking de Ítalo. Logo em seguida Mineirinho enfrentou o australiano Joel Parkinson e cravou um duelo acirradíssimo, vencendo por menos de um ponto, com 14.13 contra 13.46.

Foi com Filipe Toledo que a Brazilian Storm fechou o dia em alto nível e com tranquilidade. O, agora, líder do ranking mundial, somou 14.43 contra 8.43 do havaiano Keanu Asing. Filipinho conquista a liderança antes mesmo da etapa de Bali acabar por conta da eliminação de Kulian Wilson em sua bateria contra o também australiano Mikey Wright. Agora três brasileiros têm a chance de encerrar a etapa na liderança: Filipinho, Medina e Ítalo.

O round 4 conta, inclusive, com uma bateria totalmente brasileira, entre Filipinho, Ítalo e Mineirinho.



ROUND 3 MASCULINO:

Bateria 1: John John Florence (HAV) 11.37 x 13.34 Jessé Mendes (BRA)
Bateria 2: Michel Bourez (PYF) 15.17 x 12.97 Ezekiel Lau (HAV)
Bateria 3: Owen Wright (AUS) 10.37 x 12.00 Willian Cardoso (BRA)
Bateria 4: Adrian Buchan (AUS) 11.40 x 8.83 Michael Rodrigues (BRA)
Bateria 5: Matt Wilkinson (AUS) 15.40 x 15.84 Griffin Colapinto (EUA)
Bateria 6: Julian Wilson (AUS) 11.83 x 12.27 Mikey Wright (AUS)
Bateria 7: Gabriel Medina (BRA) 15.70 x 9.44 Michael February (AFS)
Bateria 8: Frederico Morais (PRT) 13.50 x 16.04 Jeremy Flores (FRA)
Bateria 9: Jordy Smith (AFS) 16.36 x 9.00 Conner Coffin (EUA)
Bateria 10: Ítalo Ferreira (BRA) 14.30 x 10.10 Tomas Hermes (BRA)
Bateria 11: Adriano de Souza (BRA) 14.13 x 13.46 Joel Parkinson (AUS)
Bateria 12: Filipe Toledo (BRA) 14.43 x 8.83 Keanu Asing (HAV)

ROUND 4 MASCULINO:

Bateria 1: Jessé Mendes (BRA) x Michel Bourez (PYF) x Willian Cardoso (BRA)
Bateria 2: Adrian Buchan (AUS) x Griffin Colapinto (EUA) x Mikey Wright (AUS)
Bateria 3: Gabriel Medina (BRA) x Jeremy Flores (FRA) x Jordy Smith (AFS)
Bateria 4: Ítalo Ferreira (BRA) x Adriano de Souza (BRA) x Filipe Toledo (BRA)

Fonte:Gazeta Esportiva

27 maio 2018

Medina e Cardoso avançam em Bali; seis brasileiros vão à repescagem

 (Foto: Daniel Smorigo/WSL)
Os brasileiros não tiveram vida fácil no primeiro dia da etapa de Bali, que retorna ao Circuito Mundial de surfe. Neste sábado, nas poucas ondas de Keramas, apenas Gabriel Medina e William Cardoso conseguiram para passar pelo round 1, garantindo vaga na próxima fase da competição.

Campeão em Saquarema, Filipe Toledo bateu na trave em uma das bateria mais disputadas. O brasileiros acabou superado por Conner Coffin, e agora disputa a repescagem no round 2, contra  Oney Anwar, da Indonésia. Além dele, Italo Ferreira, Miguel Pupo, Michael Rodrigues, Ian Gouveia e Jesse Mendes também caíram na primeira bateria e disputarão a repescagem. A última bateria do round 1, que teira com Adriano de Souza e Yago Mora, acabou adiada devido a má condições no local e deve ser disputada neste domingo.

A primeira bateria do campeonato foi a de Italo Ferreira. O brasileiro teve a melhor nota da bateria (6.00), mas foi acabou superado por apenas 27 décimos na soma das duas melhores ondas: Joel Parkinson teve 10.37 contra 10.10 de Italo.

Os brasileiros Miguel Pupo e Michael Rodrigues encararam logo de cara John John Florence e não tiveram chances. O havaiano foi imbatível e Deixou os dois brasileiros em combinação, somando 15.17.

A bateria mais equilibrada foi entre Filipinho, Conner Coffin e Mickey Wright. Depois de início pouco movimentado, o final foi agitado. O resultado foi anunciado quando os dois surfistas já estavam na areia e o americano acabou superando o brasileiro por 10.64 a 9.46.

Na sequência, foi a vez de Gabriel Medina cair na água contra o havaiano Barron Mamiya e o também brasileiro Tomas Hermes. Foi a bateria com menos ondas e isso se refletiu nas notas. Os adversários sequer somaram 3.00 e Medina avançou marcando apenas 5.60 .

Willian Cardoso também largou com o pé direito e venceu a sua bateria com 7.84, superando o vice-campeão em Saquarema, Wade Carmichael e o português Frederico Morais, que somou 6.44.

A próxima chamada acontece neste domingo, às 19h15 (de Brasília). Caso tenha competição, e é provável que isso aconteça, e o masculino for escolhido, a bateria de abertura terá dois brasileiros: Adriano de Souza e Yago Dora. No Feminino, o Brasil será representado por Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb.

Confira todas as baterias deste sábado:
Round 1 (masculino)

Bateria 1 – Italo Ferreira (BRA) 10.10 x Joel Parkinson (AUS) 10.37 x Keanu Asing (HAV) 7.17
Bateria 2 – Owen Wright (AUS) 14.17 x Ezekiel Lau (HAV) 9.74 x Michael February (AFS) 9.57
Bateria 3 – John John Florence (HAV) 15.17 x Michael Rodrigues (BRA)8.00 x Miguel Pupo (BRA) 4.16
Bateria 4 – Filipe Toledo (BRA) 9.46 x Conner Coffin (EUA) 10.94 x Mickey Wright (AUS) 5.84
Bateria 5 – Gabriel Medina (BRA) 5.60 x Tomas Hermes (BRA) 2.07 x Barron Mamiya (HAV) 2.97
Bateria 6 – Julian Wilson (AUS) 11.50 x Connor O’Leary (AUS) 6.44 x Oney Anwar (IDN) 6.27
Bateria 7 – Kolohe Andino (EUA) 8.66 x Jeremy Flores (FRA) 8.77 x Ian Gouveia (BRA) 2.73
Bateria 8 – Jordy Smith (AFS) 15.10 x Kanoa Igarashi (JAP) 8.33 x Joan Duru (FRA) 13.04
Bateria 9 – Adrian Buchan (AUS) 10.83 x Griffin Colapinto (EUA) 15.07 x Jesse Mendes (BRA) 10.40
Bateria 10 – Michel Bourez (TAI) 12.16 x Matt Wilkinson (AUS) 5.67 x Patrick Gudauskas (EUA) 8.57
Bateria 11 – Wade Carmichael (AUS) 4.83 x Frederico Morais (POR) 6.44 x Willian Cardoso (BRA) 7.84
Bateria 12 – Adriano de Souza (BRA) x Sebastian Zietz (HAV) x Yago Dora (BRA) – adiada


Fonte:Gazeta Esportiva

04 maio 2018

Brasileiro que surfou maior onda da história é recebido com festa

(Foto: Fábio Maradei/Divulgação)
O brasileiro Ricardo Koxa conquistou o recorde mundial de maior onda surfada na história. A façanha foi realizada no dia 8 de novembro de 2017, em Nazaré, Portugal, mas a premiação só foi concedida no último domingo pela Liga Mundial de Surfe (WSL), que organiza as competições profissionais do esporte.

O surfista, especializado em ondas gigantes, chegou nesta sexta-feira ao Brasil e ganhou uma calorosa recepção no Guarujá, com direito a encontro com o prefeito Valter Suman e desfile em carro aberto dos bombeiros, por todas as praias da cidade.

A onda surfada teve incríveis 24,38 metros ou 80 pés, e foi legitimada pelo Guinness World Records, o livro dos recordes. Na comemoração, Koxa não escondeu a felicidade pelo feito e destacou a sensação ao fazer história no surfe. “Nunca tinha imaginado isso. Já tinha visto os amigos, como o Mineiro (Adriano de Souza, campeão mundial de surfe em 2015) e o Bolinha (Luiz Diniz) e pensava como deveria ser emocionante. E foi muito mais. Foi incrível”.

Nascido em Jundiaí, Koxa escolheu o Guarujá para seguir seu sonho no esporte. “Na realidade, nasci em Jundiaí e fui muito bem recebido aqui. Me sinto guarujaense. É uma honra poder participar desse momento aqui”.


Fonte:Gazeta Esportiva

18 abril 2018

Etapa de Margaret River do WCT é cancelada após ameaça de tubarões

Liga Mundial de Surfe (WSL) decide distribuir pontos de acordo com a posição dos surfistas após considerar cenário 'incomum e preocupante' na Austrália. Atletas apoiam a medida

 (Foto: WSL / Kelly Cestari))
A terceira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WCT), em Margaret River, foi cancelada na noite de terça-feira, devido ao risco para os atletas de ataques de tubarões após dois episódios com surfistas fora da competição em menos de um dia no domingo, na costa ocidental da Austrália.

A competição tinha prazo até domingo para ser finalizada, mas, segundo aLiga Mundial de Surfe (WSL), todos os surfistas concordaram com a decisão. Os brasileiros Gabriel Medina e Italo Ferreira já haviam se manifestado contra a realização do campeonato no local, após os últimos ataques.

– A segurança é nossa maior prioridade e essa é a decisão certa a ser tomada, devido a todas as circunstâncias. Analisamos a situação de perto, falamos com os atletas, a Water Safety, as autoridades locais, analisamos o máximo de informações possível. Margaret River é um lugar fantástico do mundo, mas a presença de tubarões ativamente agressivos e baleias encalhadas neste período, nos convenceram de que este era o caminho correto a seguir – disse o comissário da WSL, Kieren Perrow.

No masculino, os 24 surfistas que disputariam a terceira fase terminaram em 13º lugar e somaram 1.665 pontos no ranking. Na disputa feminina, as oito classificadas para as quartas de final ficaram empatadas em quinto lugar, com 4.745 pontos.

“A WSL coloca a segurança em primeiro lugar. O surfe é um esporte com várias formas de risco, o único praticado no qual os animais selvagens habitam nosso local de desempenho. Os tubarões são uma realidade ocasional das competições da WSL e do surfe em geral. Todos no nosso esporte sabem disso. Houve incidentes no passado, é possível que haja no futuro, que não chegaram ao cancelamento de um evento do CT. No entanto, as circunstâncias atuais são muito incomuns e preocupantes, então decidimos que o alto risco durante o Margaret River Pro esse ano ultrapassou o limite do aceitável”, afirmou a CEO da WSL, Sophie Goldschmidt, em comunicado aos atletas.

Os ataques aconteceram na cidade vizinha Gracetown, a aproximadamente seis km de distância de Main Break, palco principal da etapa. A WSL informou que acionou todos os seus protocolos de segurança e promoveu reuniões com todos os responsáveis e envolvidos nas últimas 48 horas, antes de tomar a decisão de cancelar o evento. Os organizadores não descartam a possibilidade de completar o campeonato em outro lugar durante esta temporada ainda.

– Os tubarões são algo com que vamos sempre ter que lidar toda vez que surfamos e nós aceitamos esse risco. Devido às carcaças de baleias mortas, vários ataques foram registrados e estão aumentando, então eu apoio totalmente a decisão da WSL de colocar a segurança dos surfistas em primeiro lugar. Essa região ocidental da Austrália é um dos meus lugares favoritos e parte desse fascínio é a beleza selvagem e a sensação de estar perto da Natureza. Agradecemos o carinho da comunidade local e esperamos voltar em breve – disse o australiano Adrian Buchan, representante dos surfistas.

Com o cancelamento, a disputa pela liderança na corrida pelos títulos mundiais ficou para a etapa brasileira, o Oi Rio Pro, entre os dias 11 e 20 de maio, em Saquarema (RJ).


Fonte:Lance

16 abril 2018

Após ataques de tubarões, Medina e Ítalo cobram mais segurança

Foto:Divulgação
A terceira etapa do Circuito Mundial de surfe, que acontece em Margaret River, no oeste australiano, foi marcada neste fim de semana por dois ataques de tubarões em menos de 24 horas, o que assustou os surfistas. Em seus perfis oficias no Instagram, os brasileiros Gabriel Medina e Ítalo Ferreira demonstraram insatisfação e cobraram mais segurança.

“Hoje tiveram dois ataques de tubarão numa praia próxima a que estamos competindo. Eu não me sinto seguro treinando e competindo nesse tipo de lugar, qualquer hora pode acontecer alguma coisa com um de nós. Espero que não. Deixando minha opinião antes que seja tarde! ✌”, escreveu Medina, primeiro brasileiro campeão mundial.

Líder do ranking mundial, Ítalo Ferreira  comentou o caso. “Dois ataques de tubarão em menos de 24h aqui na Austrália, detalhe, apenas alguns Km de onde está sendo realizado o evento. Muito perigoso não acham? mesmo assim, continuam insistindo em fazer etapas onde o risco de ter esse tipo de acidente é 90% aí eu pergunto: a segurança dos atletas não é prioridade? Já tivemos vários alertas. A vida vai mais que isso ! Espero que não aconteça com nenhum de nós. Eu não me sinto confortável treinando e competindo em lugares assim!”, escreveu.

Os ataques acontecerem durante a repescagem feminina, que foi paralisada ao final da terceira bateria. O primeiro aconteceu cerca de 15km do local da competição e, segunda a imprensa local, a vítima foi o italiano Alejandro Travaglini, de 37 anos, que mora em Margaret River. Ele foi mordido na perna, levado para o hospital de helicóptero e precisou ser submetido à cirurgia.

Algum tempo depois, as autoridades locais asseguraram que não havia risco para os atletas e a competição foi reiniciada com a presença de drones monitorando as atividades. No entanto, um novo acidente resultou no encerramento do dia de competição ao final da terceira fase. Um free surfer dinamarquês foi mordido na perna e a mordida ficou registrada em sua prancha.

CEO da WSL, Sophie Goldschmidt também se pronunciou nas redes sociais neste domingo e frisou que todas as medidas preventivas estão sendo tomadas. “O Surfe é um esporte diferente dos outros. A segurança do surfista e da equipe de funcionários são prioridades da WSL. Nossos protocolos de segurança serão intensificados. Os pensamentos estão com a vítima e sua família”, postou.

O último ataque de tubarão durante uma competição do mundia de surfe havia ocorrido 2016, em J-Bay, na África do Sul. A vítima foi o tricampeão mundial, Mick Fanning, que foi surpreendido pelo animal, lutou contra ele e saiu ileso durante a final da etapa contra Julian Wilson.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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