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| (Foto: Javier Soriano/AFP) |
“Acredito que o VAR seja utilizado na Copa. Porém, garanto que não vamos usá-lo na Liga dos Campeões da próxima temporada”, disse o dirigente. “Não sou contra, mas temos de formar os árbitros corretamente, não podemos nos precipitar. Ninguém sabe exatamente como funciona. Por isso, vamos ver o que acontece no Mundial e depois decidiremos”, concluiu Ceferin.
Além das decisões sobre o árbitro de vídeo, foi revelada no evento a nova premiação para a Eurocopa de 2020. A Uefa repartirá 371 milhões de euros (cerca de R$ 1,4 bilhão) entre as 24 seleções classificadas. Com os novos valores, o campeão deve embolsar 34 milhões de euros (aproximadamente R$ 135 milhões), quantia superior aos 27 (cerca de R$ 107 milhões) pagos na edição de 2016, na França, que terminou com o título de Portugal.
Outro tema do evento realizado na Eslováquia foi a aprovação do balanço financeiro e administrativo de 2016/2017, assim como o orçamento para o ciclo 2018/2019. Outro objetivo da entidade que toma conta do maior equilíbrio entre as equipes do futebol europeu também foi discutido.
“Temos o desafio de redistribuir receitas. Não podemos prometer a lua e não sou um vendedor de sonhos, nem um político, assim como a Uefa não é um banco, há muitos na Suíça. Somos uma associação de associações cujo primeiro objetivo é promover o desenvolvimento do futebol europeu e vamos lutar com unhas e dentes para introduzir medidas que tragam equilíbrio”, analisou Aleksander Ceferin.







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