Há cláusulas (opinião) ilegais e imorais em contratos da PPP da Fonte— Marcelo Sant'Ana (@omarcelosantana) 26 de fevereiro de 2018
Exemplo: proibir Bahia e Vitória usar Pituaçu (público) sem autorização do consórcio FNP (privado) e administrador da Fonte
Contrato Bahia X FNP vence em abril
PF e TCE têm q evitar mais prejuízos ao cidadão
O ex-presidente do Bahia, Marcelo Sant'Ana, fez uma publicação na sua conta do Twitter, nesta segunda-feira (26), citando cláusulas "imorais" no contrato de parceria público-privada (PPP) da Arena Fonte Nova.
Nesta manhã foi deflagrada pela Polícia Federal a "Operação Cartão Vermelho", que investiga suposto esquema de corrupção envolvendo a demolição, construção e gestão da Arena Fonte Nova.
"Há cláusulas (opinião) ilegais e imorais em contratos da PPP da Fonte [Nova]. Exemplo: proibir Bahia e Vitória de usar [o estádio de] Pituaçu (público) sem autorização do consórcio FNP (privado) e administrador da Fonte. Contrato Bahia X FNP vence em abril. PF e TCE têm que evitar mais prejuízos ao cidadão", escreveu Sant'Ana.
Segundo as investigações, a licitação que culminou com a Parceria Público Privada nº 02/2010 foi direcionada para beneficiar o consórcio Fonte Nova Participações (FNP), composto pelas empresas Odebrecht e OAS. O superfaturamento da obra pode chegar a mais de R$ 450 milhões e grande parte teria sido desviada para o pagamento de propina e o financiamento de campanhas eleitorais.
Nesta manhã foi deflagrada pela Polícia Federal a "Operação Cartão Vermelho", que investiga suposto esquema de corrupção envolvendo a demolição, construção e gestão da Arena Fonte Nova.
"Há cláusulas (opinião) ilegais e imorais em contratos da PPP da Fonte [Nova]. Exemplo: proibir Bahia e Vitória de usar [o estádio de] Pituaçu (público) sem autorização do consórcio FNP (privado) e administrador da Fonte. Contrato Bahia X FNP vence em abril. PF e TCE têm que evitar mais prejuízos ao cidadão", escreveu Sant'Ana.
Segundo as investigações, a licitação que culminou com a Parceria Público Privada nº 02/2010 foi direcionada para beneficiar o consórcio Fonte Nova Participações (FNP), composto pelas empresas Odebrecht e OAS. O superfaturamento da obra pode chegar a mais de R$ 450 milhões e grande parte teria sido desviada para o pagamento de propina e o financiamento de campanhas eleitorais.







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