Advogado da ação e vice-presidente jurídico da Lusa, Orlando Cordeiro de Barros revelou que jamais havia desistido de entrar na Justiça comum. No início da semana, o presidente do clube, Ilídio Lico, chegou a voltar atrás e dizer que acataria a decisão do STJD e disputaria a Série B, mas foi convencido a mudar de ideia novamente.
“Ficou essa questão do entra, não entra, entra, não entra. Mas, da minha boca, não saiu nada diferente do que o ingresso no judiciário. Isso foi por parte do presidente, de alguns diretores e ontem propusemos a ação. Isso desde o primeiro momento eu havia dito”, explicou o vice-jurídico em entrevista ao Sportv.
Caso Héverton- Na última rodada do Brasileirão de 2013, a Portuguesa escalou e colocou em campo o meia Héverton, que havia sido suspenso pelo STJD dias antes. O clube alega que não havia sido informado sobre a decisão e se apoia em um artigo do Estatuto do Torcedor, que pede a publicidade das informações sobre as competições nacionais.
O STJD, no entanto, não aceitou a justificativa da Lusa e puniu o clube com a perda de quatro pontos, conforme o regulamento do Brasileirão. A Portuguesa, então, acabou sendo superada na tabela de classificação para o antes rebaixado Fluminense, que permaneceu na Série A.
Gazeta Esportiva







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