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| O experiente duplista André Sá, no circuito profissional desde 1996, integra o Conselho de Jogadores da ATP |
O Conselho de Jogadores da ATP, presidido pelo suíço Roger Federer, ainda conta com os tenistas Kevin Anderson, Jarkko Nieminen, Gilles Simon, Robin Haase, Sergiy Stakhovsky, Mahesh Bhupathi, Eric Butorac e James Cerretani. Brian Gottfried e Cláudio Pistolesi completam o grupo.
Um dos pontos discutidos pelo Conselho, eleito pelos próprios tenistas, foi a possibilidade de sugerir a adoção de um cronômetro para garantir que o limite de 25 segundos entre cada ponto seja respeitado, ideia rejeitada por André Sá.
“Esse expediente pode trazer mais problemas do que soluções. O público pode começar a fazer contagem regressiva, pode surgir um vento forte ou alguém na torcida atrapalhando com 5 segundos no cronômetro. Por enquanto, acho má ideia”, explicou Sá.
| SÁ ELOGIA PRESIDENTE FEDERER |
O Conselho de Jogadores da ATP é presidido pelo suíço Roger Federer, ex-número 1 do mundo e recordista de títulos de Grand Slam (17). André Sá admite que o astro é conservador, mas aprova sua postura no cargo.
“Nos últimos dois anos, o comportamento do Federer foi excepcional. É a pessoa perfeita para presidir o grupo. Ele se importa muito com a classe e mostrou isso lutando pelo aumento e distribuição de premiação nos Grand Slams”, afirmou Sá.
Em 2012, o espanhol Rafael Nadal chegou a criticar Federer por sua suposta falta de empenho em busca de melhorias no calendário. “É uma pessoa conservadora, mas bem preparada e com uma boa visão do que é preciso para evoluir o esporte”, disse Sá.
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De acordo com o brasileiro, que integrou o Conselho pela primeira vez de 2002 a 2004, os principais temas da última reunião foram o calendário de 2015, a continuidade de distribuição de pontos para os jogos válidos pela Copa Davis, os qualis de duplas dos ATP 500 e as próximas eleições do órgão, previstas para Wimbledon.
Os dois únicos torneios da ATP realizados no Brasil foram citados no encontro, conta o duplista. “São Paulo obteve somente elogios pela organização. Houve uma melhora espantosa em relação ao ano passado. O Rio Open também foi considerado um grande sucesso em seu primeiro ano de disputa”, relatou.
Após vencer a edição inaugural do ATP 500 do Rio de Janeiro, realizada em fevereiro, o espanhol Rafael Nadal manifestou o desejo de jogar um Masters 1.000 na América do Sul. André Sá vê chances remotas de trazer um evento deste porte para a região, mas também sonha.
“Para isso acontecer, um dos Masters 1.000 teria que vender a data, o que é muito difícil. Ainda há um longo caminho a percorrer, mas acredito que o Rio esteja caminhando para conseguir. Com mais alguns anos de organização e experiência, tenho certeza que a cidade terá condições de fazer um Masters 1.000, se a oportunidade surgir”, disse.
Gazeta Esportiva







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