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23 junho 2020

Antigos rivais vão representar a vela brasileira nos Jogos de Tóquio

A dupla de velejadores Gabriela Nicolino e Samuel Albrecht é relativamente nova. A parceria na classe Nacra 17 tem menos de dois anos, mas já acumula ótimos resultados. A começar pelo quinto lugar no Mundial da Dinamarca (2018), que assegurou a vaga para o Brasil nos Jogos de Tóquio (Japão), adiados para o  ano que vem. Um início promissor, já que na ocasião Gabriela e Samuel haviam  treinado juntos por apenas 20 dias. E não pararam por aí: em dezembro passado, Gabriela e Samuel confirmaram a vaga olímpica deles, no Mundial de Vela, na Nova Zelândia: ficaram em sexto lugar, o suficiente para carimbarem o passaporte rumo a Tóquio. 

Enquanto o Samuel parte para a sua terceira edição olímpica, a Gabriela é uma estreante nos Jogos Durante o ciclo de 2016, os dois chegaram a ser rivais. Ele formava dupla com Isabel Swan e superou a adversária Gabriela que  navegava com João Bulhões, em 2015, durante o Torneio Sul-Americano de Vela, em Niterói (RJ). Samuel e a parceira Isabel garantiram a vaga olímpica ao concluírem a prova duas posições à frente de Gabriela e João. 

“A gente, na verdade, não chegou a conversar sobre isso. Ser rival proporciona uma proximidade muito grande. Você passa a conhecer o outro atleta. Ninguém leva muito para o lado pessoal uma vitória ou uma derrota. Isso tudo faz parte da magia do esporte”, explica Gabriela durante entrevista à Agência Brasil. 
Foto: Divulgação/Agência Brasil

A velejadora, de 30 anos, garante que, depois de conviverem anos como rivais, a decisão de formar uma parceria não foi fácil. Teve até um “empurrãozinho” da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e do Comitê Olímpico do Brasil (COB). “Foi uma decisão difícil. Já estava há uns três anos com o João. Mas chegou uma hora que nós dois concluímos que valia a pena correr esse risco. Temos muita confiança no trabalho”, revela a atleta carioca.

A classe Nacra 17 é a única que permite duplas mistas nesse ciclo olímpico. Problema? Para os dois, é até melhor velejar com alguém do sexo oposto. “Ela tem diversas qualidades: é atenta aos trabalhos de equipe, disciplinada e cuida da preparação física. É uma excelente profissional-atleta”, elogia parceiro  Samuel, ao conversar com a Agência Brasil. 

Gabriela explica o papel de cada dentro da embarcação. “O mais importante é promover a interação e o respeito. Na dupla, já levamos de uma forma muito natural. Eu faço a ‘proa’, que é a posição que exige mais força, mais potencial muscular. O Samuel se desenvolveu muito como ‘timoneiro’. Foram decisões totalmente técnicas”.

O ano passado terminou em grande estilo,  com a conquista da vaga olímpica no Mundial da Nova Zelândia. Mas, até chegar lá, a dupla precisou percorrer longo caminho. “Em janeiro conquistamos a prata na etapa de Miami da Copa do Mundo. Mas, logo depois sofri uma lesão de fratura exposta no dedo, enquanto corríamos uma regata no Troféu Princesa Sofia [Espanha]. Isso veio como um balde de água fria. Foi um longo recomeço”, lembra o gaúcho Samuel. 

A sequência de eventos prosseguiu. Samuel e Gabriela conquistaram o  bronze no Pan de Lima, participaram do evento-teste da vela na Baía de Enoshima (Japão) e, por fim, do Mundial de Vela na Nova Zelândia. “Ou seja, muitas viagens, muitos traslados. Então, não tivemos a chance de treinar como gostaríamos. E tem também a parte da logística. Temos um barco no Japão, um na América [do Sul] e outro na Europa. Tudo muito puxado e faltou tempo. O barco do Japão foi para a Nova Zelândia e atrasou por questões burocráticas. Quebrou também uma peça durante as regatas. Mas menos mal que já tínhamos garantido a nossa vaga na Seleção”, finaliza Gabriela.

20 novembro 2018

Robert Scheidt volta a competir e vence regata de abertura da Copa Brasil

(Foto: Divulgação)
O veterano de 45 anos, Robert Scheidt começou sua participação na Copa Brasil de vela nesta terça-feira com vitória na primeira regata, em Santa Catarina. Na sequência, em duas provas de recuperação, cruzou a linha de chegada em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Dessa forma, Scheidt assumiu o segundo lugar na classificação geral, com seis pontos perdidos, atrás de Bruno Fontes, que perdeu apenas quatro pontos. Nesta quarta-feira, as disputas irão prosseguir.

“Tivemos um dia longo na água, com três regatas. Com vento a dez nós, consegui vencer a primeira e nas duas seguintes enfrentei situações parecidas. Não velejei bem no início e montei a primeira boia entre quinto e sexto lugares. Consegui ir me recuperando ao longo das provas e fiz segundo e terceiro. Sinto um pouco a falta de ritmo de regata, mas vou continuar batalhando e tentando melhorar a cada dia”, afirmou.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 novembro 2018

Robert Scheidt conquista o título sul-americano da classe Star

(Foto: José Olímpio/Divulgação)
O Brasil dominou o Campeonato Sul-Americano da classe Star de 2018. Neste domingo, o bicampeão olímpico Robert Scheidt e seu parceiro Arthur Lopes se sagraram campeões sul-americanos da modalidade com os compatriotas Lars Grael e Samuel Gonçalves na segunda posição.

Robert Scheidt e Arthur Lopes venceram a primeira regata do dia, no Iate Clube do Rio de Janeiro, e terminaram a segunda prova da competição na segunda posição. Lars Grael e Samuel Gonçalves ficaram na segunda posição na primeira regata e na liderança da segunda e o título foi decidido nos critérios de desempate.

“Honestamente, para mim é inacreditável conquistar esse título. Começamos o dia distantes do primeiro lugar e eu acreditava mais na possibilidade de um pódio. Mas foi um dia bem velejado. Estou feliz e surpreso por virar o jogo nas últimas regatas. E foi a primeira vitória importante com o Arthur Lopes. Havíamos ganho o Campeonato Paulista, mas vencer o Sul-Americano é importante para a gente”, disse Robert Scheidt após a conquista


Fonte:Gazeta Esportiva

16 setembro 2018

Em evento-teste para Tóquio 2020, Jorge Zarif termina em quarto

 (Foto: Pedro Martinez/ Sailing Energy)
Os representantes do verde e amarelo participaram, neste domingo, do primeiro evento-teste para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Na raia de Enoshima, no Japão, o mal clima não ajudou Jorge Zarif na luta por medalha na classe Finn. Isso porque a prova foi cancelada e o velejador terminou em quarto lugar, com 43 pontos perdidos.

A disputa para Zarif foi acirrada. Com bom controle, ele conseguiu ficar entre os cinco primeiros ao lado do campeão olímpico Giles Scott. O britânico ficou com a prata da disputa,enquanto o ouro foi para o holandês Nicholas Heiner.

Além de servir como teste, o evento também foi válido como primeira etapa da temporada 2018/2019 da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). Na disputa, as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conseguiram ouro na classe 49er FX, na sexta-feira.

Agora, os brasileiros se preparam para o principal campeonato de classes olímpicas do país. A Copa do Brasil de Vela tem início em 18 de novembro, em Florianópolis (SC).


Fonte:Gazeta Esportiva

15 setembro 2018

Josiane e Michel terminam Mundial de remo fora do pódio

 (Foto: CBVela)
Por 17 segundos os brasileiros Josiane Lima e Michel Gomes não conseguiram um espaço no pódio da final A do Double Skiff Misto PR2, no Mundial de remo, na Bulgária. Eles anotaram 08min37s990 e chegaram atrás apenas dos representantes da Holanda, Polônia e Ucrânia, que conquistaram os melhores tempos da prova paralímpica, neste sábado.

Por sua vez, a dupla Xavier Vela Maggi e Willian Giaretton terminaram o Mundial garantindo a 17ª posição no Dois Sem (M2-). Os representante do verde e amarelo também viram bom desempenho de Milena Viana, que ficou no 19º posto, no Skiff Simples (W1x).

Na final C, disputando entre a 13ª e a 18ª posição, os brasileiros cravaram 6min31s610, terminando na quinta posição do confronto e, consequentemente 17º posto geral. A prova foi liderada pelos representantes da Croácia, que anotaram 6min14s960.

Na prova de Milena, quem levou a melhor foi Magdalena Lobnig, da Áustria. A brasileira anotou 7min50s510 e fez o melhor tempo na final D. O resultado deu para ela a 19ª posição da categoria.


Fonte:Gazeta Esportiva

Martine Grael e Kahena Kunze conquistam ouro na Copa do Mundo de Vela

 (Foto: WILLIAM WEST/AFP)
Neste sábado, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze asseguraram mais uma conquista para o currículo. No penúltimo dia de regata em Enoshima, no Japão, a dupla brasileiro confirmou a medalha de ouro na Copa do Mundo de Vela, válida também como teste para os Jogos Olímpicos de 2020. Já Jorge Zarif perdeu uma posição na classificação geral, enquanto Patrícia Freitas ficou com a 12ª colocação.

O posto mais alto do pódio já estava praticamente garantido para as duas brasileiras, que terminaram na oitava colocação neste sábado. Porém, o domínio completo durante a semana, com quatro vitórias em oito possíveis, consagrou o bom momento com a conquista da medalha da 49erFX feminina. Em toda a regata, Martine e Kahema perderam apenas 19 pontos.

Outro brasileiro na competição, Jorge Zahif segue na disputa pela Finn, mas viu sua situação piorar com a 14ª colocação na última regata. Dessa forma, viu sua classificação geral ir para o 4º lugar, com 43 pontos perdidos. Depois das nove primeiras etapas, o holandês Nicholas Heiner, com 32.80 pontos perdidos, é o líder.


Fonte:Gazeta Esportiva

12 setembro 2018

Martine e Kahena vencem duas regatas e lideram Copa do Mundo

 (Foto: Jesus Renedo/Sailing Energy)
Nesta quarta-feira, Martine Grael e Kahena Kunze venceram duas das três regatas do dia na Copa do Mundo de Vela em Enoshima, Japão. As atletas brasileiras, que já venceram três das seis regatadas na classe 49erFX, lideram o evento teste para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

As medalhistas de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro descartaram sua pior colocação até o momento, e somam dez pontos. No segundo lugar está Alex Maloney e Molly Meech, com 22 pontos.

“É bom ter a Martine e a Kahena de volta, acho que isso só eleva o padrão das regatas”, comentou Alex Maloney. “Elas estão navegando bem e é ótimo tê-las na corrida novamente”.

Essa é a segunda competição que a dupla brasileira disputa em 14 meses, porque Matine estava disputando a Ocean Race. Na quinta-feira, serão realizadas mais três regatas e a regata da medalha será realizada no sábado.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 setembro 2018

Martine e Kahena lideram primeiro dia de evento teste para Jogos de Tóquio

 (Foto: Jesus Renedo/ Sailing Energy)
A Equipe Brasileira de Vela começou bem sua participação no primeiro evento-teste para Tóquio 2020, a mais importante competição de 2018 no caminho rumo aos Jogos Olímpicos. As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze assumiram a liderança na classe 49er FX, com apenas três pontos perdidos ao fim do primeiro dia de regatas em Enoshima, nesta terça-feira, dia 11. Patrícia Freitas (classe RS:X feminina) e Jorge Zarif (Finn) também aparecem no top 7 da classificação.

As regatas do segundo dia têm início previsto para 23h40 (de Brasília) da noite desta terça-feira. O campeonato é válido ainda como primeira etapa da temporada 2018/2019 da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internaiconal de Vela).

Na abertura da competição, Martine e Kahena venceram a primeira regata do dia e se mantiveram sempre entre as primeiras colocadas, somando mais um segundo lugar e um quinto (descartado). Logo atrás das brasileiras aparecem as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, e as dinamarquesas Ida Marie Baad Nielsen e Marie Thusgaard Olsen, com quatro pontos perdidos.

Na RS:X feminina, Patrícia Freitas ocupa a sexta colocação, com 10 pontos perdidos após três regatas. A líder é a campeã mundial Lilian de Geus, da Holanda (2 p.p.).Na Finn, Jorge Zarif disputou duas provas nesta terça-feira e aparece em sétimo lugar, com 14 pontos perdidos. O campeão olímpico Giles Scott é o primeiro colocado (7 p.p.).

O evento-teste reúne 466 velejadores de 44 países. As regatas acontecem na raia de Enoshima, a mesma dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, com as disputas por medalha previstas para sábado e domingo. A competição reúne as dez classes do programa olímpico: RS:X masculina, RS:X feminina, Laser, Laser Radial, Finn, 470 masculina, 470 feminina, 49er, 49er FX e Nacra 17.


Fonte:Gazeta Esportiva

07 setembro 2018

Equipe brasileira de vela disputa evento-teste para Olimpíada de 2020

 (Foto: Divulgação/CBVela)
A Equipe Brasileira de Vela estreia na próxima terça-feira, no primeiro evento-teste para Tóquio 2020, a mais importante competição de 2018 no caminho rumo aos Jogos Olímpicos. Os velejadores Jorge Zarif (classe Finn), Patrícia Freitas (RS:X feminina), Martine Grael e Kahena Kunze (49er FX) representarão o país no campeonato, que é válido também como primeira etapa da temporada 2018/2019 da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela).

As regatas serão na raia de Enoshima e, por causa do fuso em relação ao Japão, serão disputadas na madrugada de segunda para terça-feira no horário de Brasília, a partir de 23h (de Brasília).

“A expectativa é boa. A gente chegou com antecedência para conhecer o lugar e ir se adaptando ao fuso, à temperatura, à cultura japonesa. Esse evento serve para testar o hotel, a estrutura, e também conhecer as condições de Enoshima, que é um local quente e úmido nessa época. Tudo para a gente chegar bem preparado a Tóquio 2020”, afirmou Kahena Kunze, campeã olímpica da 49erFX ao lado de Martine Grael.

O evento-teste será a primeira grande oportunidade para os velejadores terem contato com as condições da raia olímpica. Na vela, esse conhecimento prévio do local de competição é fundamental. Por isso, a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) estão aproveitando para testar a estrutura e obter o máximo de informações sobre as correntes marítimas, ondulações e os ventos de Enoshima, uma região com incidência frequente de tufões na costa.

“O objetivo é a gente ter o primeiro contato com a raia, de condições variadas. Pode ter de vento fraco a onda e muito vento. Inclusive com passagem de algum furacão, o que não é incomum no Japão. É importante ter conhecimento das condições, testar nossas instalações e ver se funciona”, concluiu Torben Grael, coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela.


Fonte:Gazeta Esporte

11 agosto 2018

Martine Grael e Kahena Kunze ficam com quarto lugar no Mundial de vela

(Foto: Jesus Renedo/ Sailing Energy)
Depois de garantirem a vaga do Brasil na classe 49erFX para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram neste sábado, o terceiro lugar na regata medalha do Mundial de Vela, em Aarhus, na Dinamarca. Com a colocação a dupla chegou aos 102 pontos, terminando a disputa em quarto lugar. As holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz foram as campeãs com 89 pontos. Completaram o pódio as duplas da Áustria, Tanja Frank e Lorena Abicht com 91 pontos, e da Grã Bretanha, Sophie Weguelin e Sophie Ainsworth com 94 pontos.

O Mundial de Vela foi a primeira competição da dupla após um intervalo de um ano, tempo que Martine Grael se dedicou à Volvo Ocean Race. O principal objetivo das campeãs olímpicas era deixar o Brasil entre os 8 melhores países no evento para assegurar a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A cidade, aliás, é o próximo destino de Martine e Kahena. Depois de aproveitaram alguns dias de folga, a dupla segue para uma temporada no Japão para disputar o evento-teste e uma competição local.

A disputa do Mundial acontece até amanhã, 12 de agosto, no Centro Internacional de Vela de Aarhus. A competição reúne as dez classes do programa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, somando 1400 atletas de 85 países em 1100 barcos. Estão em jogo 40% das vagas para as Olimpíadas. Disputado de quatro em quatro anos, o Mundial de Classes Olímpicas é o principal evento do calendário da World Sailing (Federação Internacional de Vela).


Fonte:Gazeta Esportiva

07 agosto 2018

Dupla brasileira assume a vice-liderança no Mundial de vela

 (Foto: Pedro Martinez/Sailing Energy)
Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino tiveram um grande resultado nesta terça-feira no Mundial de Classes Olímpicas, em Aarhus, na Dinamarca. A dupla venceu duas das quatro regatas disputadas pela flotilha azul e assumiu a vice-liderança geral da Nacra 17, com 21 pontos perdidos. À frente deles estão apenas os atuais campeões olímpicos, Santiago Lange e Cecilia Carranza Saroli, da Argentina. A competição continua nesta quarta-feira, a partir das 7h (de Brasília).

“Foi um excelente dia. Tivemos que usar um pouco da intuição, estava uma condição difícil. Mas eu e Gabi conseguimos fazer um bom trabalho. Mantivemos o barco rápido, acertamos as manobras e as decisões de regulagens também foram acertadas”, afirmou Samuel.
 (Foto: Jesus Renedo/Sailing Energy/Divulgação)

O Mundial foi retomado nesta terça-feira, após um dia praticamente sem vento e sem regatas. Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino logo mostraram força, vencendo a primeira regata. Na segunda prova, um 14º lugar, que acabou descartado. Em seguida, mais uma vitória e um segundo lugar.

“Esperamos continuar a fazer boas regatas. Agora estamos na flotilha ouro, só com os 30 primeiros. Vai ser muito difícil, muito apertado. O objetivo é manter a média, evitar colocações ruins”, disse Samuel Albrecht.

Na classe 49er FX, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze não entraram na água hoje e aparecem na quinta colocação geral, com 30 pontos perdidos. Já pelas classes Finn estão previstas para esta quarta-feira as últimas regatas da fase de classificação, 470 masculina, Laser e Laser Radial.

Na Finn, Jorge Zarif aparece em 12º lugar, enquanto, na Laser, Bruno Fontes aparece na 13ª posição, João Pedro Souto de Oliveira ocupa o 21º lugar e Lucas Bueno é o 156º. Já na Laser Radial, Gabriela Kidd está na 64ª colocação.

Na 470 masculina, ainda há previsão de mais regatas. Geison Mendes e Gustavo Thiesen ocupam a 37ª colocação, logo à frente de Henrique Haddad e Felipe Brito. Na 470 feminina, a fase de classificação foi encerrada nesta terça-feira, com Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em 15º lugar, com 89 pontos perdidos.


Fonte:Gazeta Esportiva

05 agosto 2018

No Mundial da Dinamarca, Brasil mantém top 20 em sete classes olímpicas

(Foto: Jesus Renedo/Divulgação)
Contando com Martine Grael e Kahena Kunze na quinta colocação do 49erFX, com 19 pontos perdidos, os brasileiros ocupam o top 20 em sete das dez classes olímpicas do Mundial de Aarhus, na Dinamarca. Além da categoria das campeãs olímpicas, os representantes do verde e amarelo aparecem bem posicionados no 470 feminina, Finn, 49er, Laser, Nacra 17 e RS:X feminina.

No primeiro dia de disputa de três classes olímpicas, neste domingo, com ventos fortes, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino conseguiram a setima posição, com oito pontos perdidos, no Nacra. Na mesma categoria, aparecem João Bulhões e Bruna Martinelli no 22º posto, com 18 pontos perdidos.

“O primeiro dia foi muito bom. A gente não cometeu nenhum grande erro”, analisou Samuel. “A condição era difícil, com muito vento, e fizemos três boas regatas. Na segunda-feira, a gente espera um pouco menos de vento e é continuar a fazer um bom trabalho˜.

Na RS:X femininas, Patrícia Freitas terminou o dia em décima. Ao todo, ela acumula 14 pontos perdidos. Por sua vez, no masculino, Brenno Francioli está fora do top 20 e aparece apenas no 48º posto, depois de perder 39 pontos.

Confira os resultados dos brasileiros após quatro dias de regatas no Mundial:

49erFX. Martine Grael/ Kahena Kunze, 5º lugar, 19 pontos perdidos
Nacra 17. Samuel Albrecht/ Gabriela Nicolino, 7º, 8 p.p.
Nacra 17. João Bulhões/ Bruna Martinelli, 22º, 18 p.p.
470 feminina. Fernanda Oliveira/ Ana Barbachan, 9ª colocação, 60 p.p.
RS:X feminina. Patrícia Freitas, 10º, 14 p.p.
Finn. Jorge Zarif, 11º, 34 p.p.
49er. Carlos Robles/ Marco Grael, 18º, 29 p.p.
49er. Mário Tinoco/ Gabriel Borges, 68º, 72 p.p.
Laser. Bruno Fontes, 19º, 45 p.p.
Laser. João Pedro Souto de Oliveira, 28º, 54 p.p.
Laser. Lucas Bueno, 159º, 252 p.p.
470 masculina. Henrique Haddad/ Felipe Brito, 33º, 71 p.p.
470 masculina. Geison Mendes/ Gustavo Thiesen, 34º, 71 p.p.
RS:X masculina. Brenno Francioli, 48º, 39 p.p.
Laser Radial. Gabriella Kidd, 69º, 157 p.p.
Kiteboard. Claudio Cruz, 63º, 69 p.p.


Fonte:Gazeta Esportiva

Martine e Kahena vencem mais uma regata no Mundial e seguem em 5º

(Foto: Sailing Energy/World Sailing)
No segundo dia de disputas da classe 49erFX no Mundial de Vela, em Aarhus, na Dinamarca, a dupla brasileira Martine Grael e Kahena Kunze venceu mais uma regata. Neste domingo, estavam programdas duas provas e as campeãs olímpicas abriram o dia com um 13º lugar, resultado que foi descartado. Na pontuação geral, Martine e Kahena continuam em quinto lugar com 19 pontos perdidos.

As condições de vento complicadas causaram um troca-troca de lugares na classificação e as duplas mais consistentes, além de Martine e Kahena, foram as dinamarquesas e a britânica. Ida Baad Nielsen e Marie Olsen (DEN) assumiram a liderança com 11 pontos enquanto Charlotte Dobson e Saskia Tidey (GBR) chegaram à vice-liderança do campeonato, com 13 pontos.

As donas da casa Jena Hansen e Katja Salskov-Iversen caíram para terceiro lugar com 15 pontos, seguidas pelas holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz, com 18 pontos. Sessenta barcos participam da disputa, um número recorde para mundiais, divididos em duas flotilhas. As duplas voltam para água nesta segunda-feira para mais três regatas.

A competição acontece até o dia 12 de agosto e reúne as dez classes do programa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, somando 1400 atletas de aproximadamente 90 países em 1100 barcos. Disputado de quatro em quatro anos, o Mundial de Classes Olímpicas é o principal evento do calendário da World Sailing (Federação Internacional de Vela).


Fonte:Gazeta Esportiva

04 agosto 2018

Em estreia no Mundial, Martine e Kahena terminam o dia em quinto

 (Foto: Jesus Renedo/ Divulação)
Depois de um ano sem competir juntas, a brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze uniram-se, neste sábado, para estrear no Mundial de Classes Olímpicas de vela. As campeãs olímpicas terminaram o dia com a quinta melhor pontuação na Baía de Aarhus, na Dinamarca, com sete pontos perdidos.

Para ficar com o posto, as brasileiras conseguiram levar a melhor na última das três regatas da disputa da classe 49er FX. Na primeira regata do dia, nas provas da flotinha amarela, as brasileiras ficaram em 11º. Em seguida, fizeram um sexto posto. “Não ficamos todo esse tempo adormecidas, a vela continua em nós e estamos só um pouco fora de prática. A última regata mostrou que encaixamos a velejada. Agora é preparar para domingo”, disse Martine.

Na ponta do 49erFX, estão as dinamarquesas Jena Hanses e Katja Saskov-Iversen. Os donos das medalhas da competição, entretanto, só serão conhecidos entre os dias 9 e 12 de agosto. Quem levar a melhor ainda garante as primeiras vagas para Tóquio 2020.

Outro representante do verde e amarelo, Jorge Zarif, saiu do top 10 e agora é o 11º da classe Finn, com 34 pontos perdidos. Ele terá folga neste domingo e volta na segunda-feira para a disputa da flotilha ouro.

Na classe 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan fizeram a nona melhor pontuação, depois de conseguir um segundo lugar na prova deste sábado. Carlos Robles e Marco Grael ficaram na mesma colocação no 49er.

Já no Laser, Bruno Fontes foi o 18º melhor do dia, enquanto João Pedro Herrlein foi apenas 39º da mesma categoria e Lucas Bueno terminou como 156. Gabriella Kidd é a 66ª no Laser Radial.


Fonte:Gazeta Esportiva

02 agosto 2018

Scheidt inicia carreira como técnico com vitória no Mundial da Dinamarca

 (Foto: Richard Lagndon Sailing Energy)
Robert Scheidt iniciou a trajetória como treinador com o pé direito. Sob o comando do bicampeão olímpico, Jorge Zarif ganhou a primeira regata da Classe Finn no Campeonato Mundial de Classes Olímpicas na Dinamarca, torneio classificatório para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

“Apesar de ser um velejador jovem, é bastante experiente. Já disputou duas olimpíadas e, além do quarto lugar na Rio 2016, título mundial e vitórias em Copa do Mundo, veleja na Finn desde os 16 anos e sabe regular o barco, deixá-lo veloz. A minha função é ajustar pequenos detalhes para que ele suba alguns degraus. Estou tentando ajudá-lo a administrar os riscos de uma competição grande como esta, orientando na raia, nos procedimentos antes da largada, na estratégia das regras e, acima de tudo, tentando mantê-lo focado na competição e ao mesmo tempo calmo”, explicou Scheidt.

Em Aarhus, além da luta pela medalha de ouro do Mundial, Zarif busca uma das oito vagas da classe Finn para os próximos Jogos Olímpicos. Apesar do alto nível da competição, o brasileiro chega embalado pela boa temporada: após o quinto lugar no Princesa Sofia, em abril, na Espanha, ganhou as etapas da Copa do Mundo de Hyères e Marselha, ambas na França.

Confiante na classificação para Tóquio e uma boa participação de Zarif em 2020, Scheidt ainda não definiu se seguirá como treinador após o Mundial. “Minha prioridade ainda é velejar. Nesta ano tenho o sul- americano de Star em novembro, no Rio, o SSL Finals, em dezembro, em Nassau, além da vela oceânica na TP52. Desta forma, não tenho temos um plano fixo para depois da Dinamarca, mas se conseguir encaixar, seguirei ajudando. Aceitei o convite do Jorginho porque, além de contribuir para a evolução de um atleta top, posso retribuir para o Brasil e para a vela tudo o que recebi. Quero repassar o conhecimento que acumulei de tantos anos”, completou o maior medalhista do Brasil, com cinco pódios.


Fonte:Gazeta Esportiva

14 junho 2018

Barco holandês assume a ponta da décima etapa em direção à Suécia

Liderança do Team Brunel foi confirmada nesta quinta-feira no caminho até Gotemburgo, na Suécia. MAPFRE ainda pressiona nos metros finais da etapa

(Foto: Divulgação)
Faltando menos de 110 milhas para a chegada em Gotemburgo, Suécia, o cenário tem Team Brunel e o MAPFRE disputando a vitória da etapa com diferença mínima entre eles. Os barcos já se aproximam do destino final da décima perna da Volvo Ocean Race 2017-18, a penúltima do campeonato.

A previsão é que os veleiros concluam a prova de 1.300 milhas no fim da tarde desta quinta-feira. Atrás dos líderes estão team AkzoNobel, Turn The Tide on Plastic e Dongfeng Race Team, esse último é o primeiro colocado na classificação do campeonato. 

Se a etapa terminar assim, Brunel e MAPFRE ficariam empatadas no topo da tabela com 65 pontos, enquanto Dongfeng Race Team, cairia para terceiro na classificação geral com 64 pontos.

- Como vimos em todas as etapas, não termina até você cruzar a linha de chegada. Vimos o lado ruim dessa história em Newport, quando perdemos a etapa faltando 30 segundos. Tudo é possível até o final - disse Kyle Langford, do Team Brunel.


Classificação geral da Volvo Ocean Race

1. Dongfeng Race Team - 60 pontos
2. MAPFRE - 59 pontos
3. Team Brunel - 57 pontos
4. team AkzoNobel - 48 pontos
5. Vestas 11 horas de corrida - 36 pontos
6. SHK / Scallywag - 29 pontos
7. Turn the Tide on Plastic - 26 pontos

Fonte:Lance

10 junho 2018

Jorge Zarif fatura ouro em etapa final da Copa do Mundo de vela

(Foto: Richard Langdon/Sailing Energy/World Sailing)
O brasileiro Jorge Zarif subiu no lugar mais alto do pódio na final da Copa do Mundo da World Sailing, neste domingo, depois de levar a melhor na regata da medalha da classe. Em Marselha, na França, ele perdeu apenas 34 pontos e foi seguido pelo neozelandês Josh Junior, que subtraiu 51.

“Foi muito bom. Em Hyères, a única regata que eu venci foi a da medalha. Aqui eu fiquei com o colete amarelo do líder por quatro ou cinco dias”, comparou Jorge, com a disputa que também levou a melhor, no último mês de abril. “É como se tivesse um alvo nas costas, com todo mundo mirando em você. Mas estou feliz por ter ganhado a regata e o campeonato”.

Zarif comemora uma boa faze na carreira. Isso porque, recentemente, além do título em Hyères, ele também ficou em quarto lugar na Copa do Mundo de Miami (EUA), foi quinto no Troféu Princesa Sofia e sétimo no Campeonato Europeu, ambos na Espanha. Seu próximo compromisso será o Mundial de Classes Olímpicas, em Aarhus, na Dinamarca, a partir de 30 de julho.

Além de Zarif, outras brasileiras deveriam entrar nas águas francesas neste domingo. As más condições de vento, entretanto, fizeram com que a prova de Fernanda Oliveira e Ana Barbachan fosse cancelada. Elas terminaram a competição em sexto lugar.


Fonte:Gazeta Esportiva

29 abril 2018

Brasileiro vence etapa da França da Copa do Mundo de Vela

 (Foto: Jesus Renedo/Sailing Energy/World Sailing)
Neste domingo, o brasileiro Jorge Sarif conquistou a medalha de ouro da classe Finn na etapa de Hyères, na França, da Copa do Mundo de Vela. Sarif venceu a competição com boa vantagem, tendo perdido apenas 38 pontos, oito a menos do que o holandês Nicholas Heiner, que ficou com a prata, e o turco Alican Kaynar, que conquistou o bronze.

“Foi muito bom. É a terceira etapa de Copa do Mundo que eu ganho”, disse o brasileiro. “É a oitava vez que venho para a Hyères e a primeira que consigo medalhar aqui. Logo de cara conseguir o ouro me deixa muito feliz. É muito importante para o resto da campanha este ano”.

Antes da prova, Jorge Sarif ocupava a segunda colocação na classificação geral, atrás justamente do holandês Nicholas Heiner, que ficou em segundo na etapa. A medalha de ouro foi a terceira na carreira do brasileiro, que já havia vencido a etapa de Miami em 2016 e 2017.


Fonte:Gazeta Esportiva

05 abril 2018

Regata Volta ao Mundo chega ao Brasil e time de Martine garante mais um pódio

 (Foto: Pedro Martinez/Volvo Ocean Race)
Depois de quatro meses de disputa da Regata Volta ao Mundo a bordo do barco holandês do Team AkzoNobel, Martine Grael retornou ao Brasil com o encerramento da sétima etapa da prova. Na madrugada desta quinta-feira (5), a atleta foi recebida, em Santa Catarina, pela família, ainda em alto mar, além disso teve o terceiro lugar da etapa garantido para sua equipe.

Foi o terceiro pódio seguido do Team AkzoNobel, que ficou atrás do Team Brunel e Dongfeng Race Team. A etapa finalizada em Itajaí, Santa Catarina, teve largada em Auckland, na Nova Zelândia. O time de Martine conseguiu completar a prova em 18 dias, 3 horas e 38 minutos , o percurso era de 7,6 mil milhas náuticas ou 14 mil quilômetros.

“Essa etapa foi muito difícil fisicamente, muito frio, a gente passou por condições de mares muito grandes e muito vento por muito tempo. Estou muito feliz por ter chegado aqui em terceiro no Brasil, falar um pouco de português, ver a família e comer comida de verdade. Essa semana eu vou pra casa (Niterói) descansar um pouco e recarregar as energias”, declarou a campeã olímpica.

O próximo desafio da volta ao mundo é de Santa Catarina em direção a Newport, na costa leste dos Estados Unidos.

Fonte:Gazeta Esportiva

02 abril 2018

Próxima do Brasil, Volvo Ocean Race intensifica luta pela liderança

Líder da competição, o veterano Bouwe Beking ressaltou que a reta final vai ser decidida no detalhe. Passagem pelo Oceano Ártico dificultou o trabalho dos outros competidores

Foto:Jeremie Lecaudy/Volvo Ocean Race
Um dos veteranos da Volvo Ocean Race, Bouwe Beking, está prevendo uma final disputada para a sétima perna da competição. Sua equipe, a Brunel, lidera a Dongfeng Race Team nas últimas 36 horas. Menos de seis quilômetros separam os dois barcos, nesta segunda-feira, e com 400 milhas até a linha de chegada em Itajaí, em Santa Catarina, Bekking ressalta que as equipes vão se aproximar cada vez mais. 

- Você acha que teríamos uma vantagem saudável, mas a corda elástica fica menor de novo, na verdade ela não existe mais. Será uma batalha entre o ônibus amarelo e o vermelho pelas próximas 36 horas. Eles estão se esforçando muito para a tão importante diferença dos três pontos extra obtidos ao chegar em primeiro nesta perna – disse o capitão

A competição continua completamente desafiadora, principalmente no momento em que os barcos atravessaram o Oceano Ártico, local em que os velejadores mais sentiram dificuldade. A equipe do francês Charles Caudrelier sofreu bastante as condições climáticas.

- A temperatura da água subiu de 9 graus para 20 e o ar de 3 graus para 18 em 48 horas. Acho que nossos corpos e nossas mentes estão aliviados por estarem livres da pressão e dos medos do sul e podermos relaxar. Quando você navega nesta área você tem que desconectar seu cérebro para esquecer seus medos, o frio e a umidade – disse o capitão

A equipe AkzoNobel permanece em um confortável terceiro lugar, a 200 milhas dos líderes, mas também com uma diferença de cerca de 240 milhas para o quarto e quinto colocado, as equipes Turn the Tide on Plastic e MAPFRE, respectivamente.

As duas equipes foram danificadas pelas condições climáticas. O sistema de alta pressão foram prejudicados pelo vento, retardando o progresso das velas. A equipe MAPFRE teve a vela arrancada em dois cabos, enquanto a Turn the Tide on Plastic tiveram problemas no spreader (suportes horizontais que ajudam a suportar o mastro). Porém, as condições da prova agora são mais leves, a medida que as velas se aproximam do Brasil. Com isso, as equipes passam mais tempo no mar.

- De um extremo ao outro - aqui estamos tentando navegar para o norte sem vento através de alta pressão. Está tudo bem, eu não vejo as pessoas reclamando ainda, já que estamos felizes em ter alguns dias tranquilos - disse o capitão da MAPFRE, Xabi Fernández

O ETA para o par líder é a partir de 15h desta terça-feira, embora uma área localizada de ventos fracos na área de chegada possa empurrar isso de volta por várias horas. A equipe AkzoNobel está prevista para terminar 36 horas depois, com o par não chegando até o final de semana. 

A equipe SHK / Scallywag continua avançando no sentido de conquistar a costa do Chile, enquanto a Vestas 11 Hour Racing está trabalhando com opções logísticas das Ilhas Falkland.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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