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22 julho 2017

Brasil encerra participação nos saltos; polo aquático vence

 
Polo aquático feminino luta pelo 13º lugar (Foto: Divulgação/CBDA)

O Brasil encerrou sua participação nos saltos ornamentais do Mundial de Desportos Aquáticos. Na prova derradeira, o trampolim de 3 metros sincronizado, a dupla Tammy Galera e Ian Matos terminou em 14º lugar, com 184,74 pontos.
No primeiro dos cinco saltos, Galera acabou escorregando, o que fez a parceria ter o salto zerado, sem contabilizar pontos. Depois, restou concluir as demais tentativas, chegando aos 184,74 pontos.
Assim, com os saltos de Tammy e Ian, o País encerrou as competições na modalidade. Além dos dois, Isaac Souza, Luana Lira, Giovanna Pedroso e Ingrid Oliveira foram os representantes do Brasil em diversas provas.
Polo aquático feminino vence
No polo aquático, a Seleção feminina conquistou a primeira vitória. Após perder os três jogos da primeira fase, a equipe começou a disputa pelo 13º lugar com triunfo sobre a África do Sul: 10 a 5.
Após sair atrás do placar, o time deslanchou, abrindo boa vantagem. No fim do primeiro período, o placar já era de 3 a 1. Depois, a margem foi aumentando cada vez mais, até o confronto terminar com cinco tentos de margem.
Agora, na luta pelo 13º posto, o Brasil encara o Japão, que bateu o Cazaquistão por 17 a 8 na outra partida. O duelo contra as asiáticas será na segunda-feira, no encerramento da participação do time na competição.


Fonte:Gazeta Esportiva

21 julho 2017

Brasil empata com Canadá e garante classificação inédita para a Copa Fina

O Brasil conseguiu vaga na Copa Fina pela primeira vez (foto: Divulgação/CBDA)

Nesta sexta-feira, o polo aquático masculino fez história. No encerramento da fase de grupos do Mundial na Hungria, a equipe brasileira empatou com o Canadá em seis gols e conseguiu classificação inédita para a Copa FINA, que reúne os melhores de cada continente, os dois mais bem classificados no Mundial e o país anfitrião.
O Brasil, portanto, já está certo na edição de 2018, em Tóquio, como o melhor das Américas, já que Canadá e Estados Unidos, últimos colocados dos grupos A e D, respectivamente, disputarão agora do 13º ao 16º lugar na competição.
No Mundial, a equipe brasileira terminou a fase de grupos ma segunda colocação da chave A e espera pelo próximo adversário que será o terceiro do grupo B, Itália ou Austrália.
“Estes foram os primeiros testes pro Mundial, não treinamos com outros times. Ganhamos ritmo aqui e vimos nossas falhas nestas três partidas (uma vitória, uma derrota e um empate com sabor de vitória). Muito legal em conseguir esta vaga histórica com uma equipe nova, que teve uma grande renovação do grupo olímpico de 2016”, afirmou Gustavo Coutinho,autor de dois gols na partida desta sexta.


Fonte:Gazeta Esportiva

19 julho 2017

Brasil perde no polo, mas ainda pode se classificar no Mundial

Seleção Brasileira aparece na vice-liderança do Grupo A (Foto: Divulgação)

Diferente da estreia, o segundo jogo do polo aquático masculino do Brasil não foi dos melhores. A equipe verde e amarela encarou a seleção de Montenegro nesta quarta-feira, pela fase de grupos do Campeonato Mundial de esportes aquáticos e acabou sendo derrotada por 14 a 5, em um duelo muito apertado.
Os brasileiros não conseguiram fazer frente à uma das principais equipes do mundo e conheceram sua primeira derrota após a goleada do primeiro jogo. Potência da modalidade, os montenegrenses são os atuais vice-campeões europeus e ficaram em quarto na disputa dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
O esquadrão verde e amarelo, porém, ainda têm chance de avançar na competição, já que os três primeiros de cada chave avançam. Pelo Grupo A, o Brasil aparece na segunda colocação, com os mesmos dois pontos do Cazaquistão. Já Montenegro, com três, aparece na liderança, enquanto o Canadá, sem pontuar, é o lanterna.
O próximo desafio da seleção brasileira será justamente contra os canadenses, às 17h30 desta quinta-feira. No mesmo dia, Cazaquistão e Montenegro realizam um grande confronto, que vale uma vaga na fase eliminatória do Mundial.
Segundo o regulamento do torneio, 16 equipes aparecem divididas em quatro grupos. O primeiro colocado de cada chave avança diretamente para as quartas de final, enquanto os segundos e terceiros disputam as oitavas.


Fonte:Gazeta Esportiva

17 julho 2017

Dia do Brasil no Mundial tem final inédita e goleada no polo aquático

Luana e Tammy vão à primeira decisão da história da delegação brasileira (Foto: Divulgação)

A segunda-feira do Brasil no Campeonato Mundial de esportes aquáticos não teve medalhas, mas foi cheia de bons resultados. A delegação verde e amarela chegou à sua primeira final da história nos saltos ornamentais e estreou com uma vitória arrasadora no polo aquático masculino.
A dupla brasileira formada por Tammy Galera e Luana Lira entrou cedinho na piscina para a disputa da prova classificatória do trampolim 3m sincronizado e conquistaram um feito inédito: chegaram à primeira final do Brasil na história da modalidade, ficando com o 11º lugar.
Na decisão, Tammy e Luana não conseguiram superar as grandes potências do esporte e ficaram na modesta 12ª colocação (247,05 pontos). O pódio foi composto pela arrasadora China, ouro com Yani Chang e Tingmao Shi (333,30), pelo Canadá, segundo lugar com Jennifer Abel e Melissa Beaulieu (323,43), e pela Rússia, bronze com Nadezhda Bazhina e Kristina Ilinyhk (312,60).
“Infelizmente, sentimos a falta de treino. Os saltos, em geral, foram bons, mas pecamos na sincronia. De manhã (nas eliminatórias), a sincroniza foi um pouco melhor mesmo”, avaliou Tammy, ao SporTV.
Já pelo polo aquático, a delegação brasileira começou muito bem sua caminhada no Mundial. Fazendo sua estreia nesta tarde, o time masculino verde e amarelo passou fácil pelo Cazaquistão, com vitória por 6 a 2. O Brasil ainda assumiu a liderança do Grupo A, já que Canadá e Montenegro empataram.
“Foi um jogo importante para começar bem o Campeonato Mundial. Para gente esse jogo era uma final pelas condições na chave em que estamos. Defendemos muito bem, mesmo tendo virado para o intervalo perdendo por um gol, no ataque a gente sabia que as coisas, pouco a pouco, iriam funcionar”, destacou Grummy, um dos destaques do duelo.
Pelo regulamento as 16 seleções do polo são divididas em quatro grupos. O primeiro de cada chave avança direto às quartas de final enquanto os segundos e terceiros disputam as oitavas.


Fonte:Gazeta Esportiva

16 julho 2017

Ana Marcela Cunha garante o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos

Ana Marcela Cunha ficou com a medalha de bronze em Budapeste (Foto: Divulgação)

Nove meses depois de uma delicada cirurgia para retirada do baço, a tricampeã mundial de Maratonas Aquáticas Ana Marcela Cunha, atleta da Universidade Santa Cecília (Unisanta), mostrou que está de volta. Na manhã deste domingo, ela conquistou a medalha de bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, em Budapeste, na Hungria, repetindo o resultado de 2015, em Kazan. A brasileira chegou à frente da campeã olímpica a holandesa Sharon Rouwendaal e da vice-campeã olímpica,  a italiana Rachelle Bruni, respectivamente 16ª e 5ª colocadas na prova.
A prova dos 10km aconteceu no Lago Balaton e teve altíssimo nível técnico. A cada volta, as atletas iam diminuindo o tempo e a chegada foi bastante emocionante, com Ana Marcela Cunha e a italiana Ariana Bridi batendo juntas no pórtico. Foram mais de 15 minutos de espera até a oficialização do resultado, empate para as duas com o tempo de 2h00m17s20. A vencedora foi a francesa Aurelie Muller (2h0m13s70) seguida pela equatoriana Samantha Arrevalo.
“Obrigada, meu Deus, e a todos aqueles que acreditaram em mim! Estou muito feliz com esse resultado.  Me senti um pouco cansada no meio da prova, mas depois da alimentação me senti mais forte e com força para brigar nos últimos metros. Olhei pra frente e vi que a campeã olímpica tava ali e pensei: ´tenho que ir com ela´.  Cheguei na Sharon, vi as meninas com um ritmo forte e fui buscando. Deu pra chegar junto”, festejou Ana Marcela. “Perfeito seria o primeiro, mas foi muito bom! Uma prova muito bem trabalhada”, encerrou.
Esta foi a oitava medalha de Ana Marcela Cunha em Mundiais. Foi campeã dos 25km em 2011 (Shangai, China) e 2015 (Kazan, Rússia), foi prata nos 10km (Barcelona, Espanha), em 2013, e por equipes,  em 2015, além de ter levado o bronze nos 5km em 2013 e nos 10km em 2015. No Mundial de águas abertas em 2010 (Roberval, Canadá), ainda levou o bronze nos 5km.
Próximas provas – Mas a Maratona de Ana Marcela ainda não acabou. Ela ainda nadará os 5km na próxima quarta-feira, o revezamento no dia seguinte e para finalizar, na sexta, os 25km (21/7). Outro atleta da Unisanta, Victor Colonese, também participará dos 25 Km. As provas acontecem a partir da 5h (horário de Brasília), exceto a prova de 25Km,  que tem largada prevista para às 3h30.  
Neste domingo, o Brasil também foi representado no polo aquático feminino. Em duelo contra a China, a Seleção Brasileira foi derrotada pelo placar de 11 a 4. Os gols do Brasil foram marcados por Marina Zablith, Diana Abla, Melani Dias e Mariana Rogê Duarte. O próximo jogo da equipe será contra a Itália, que derrotou o Canadá por 10 a 4, na terça-feira. A Seleção masculina de polo aquático estreia no Mundial na segunda-feira, em partida contra o Cazaquistão.


Fonte:Gazeta Esportiva

14 julho 2017

Brasil fica fora das finais no primeiro dia de Mundial na Hungria

Luana Lira foi uma das representantes do Brasil no primeiro dia do Mundial (Foto: Satiro Sodré/SSPress/Divulgação CBDA)

O Brasil fez sua estreia no Mundial de Desportos Aquáticos nesta sexta-feira, logo no primeiro dia de competições em Budapeste. No nado sincronizado e nos saltos ornamentais, o País deu início à sua trajetória no evento.
Na prova de solo técnico do nado, Giovana Stephan foi a representante. Ela somou 77.613 pontos, terminando em 14ª, entre 30 atletas. Ainda assim, ela não conseguiu avançar à final. Apesar disso, ela mostrou satisfação com o desempenho.
“Foi uma apresentação feliz, fiz a melhor nadada desde o começo dos treinos. Sinto que o nado está cada vez mais artístico e tenho que trabalhar sempre esta parte. Cada competição tem um parâmetro de nota diferente, mas achei justas as notas”, analisou ela, que volta a competir neste sábado, no dueto misto, ao lado de Renan Alcântara.
No dueto técnico,  Luisa Borges e Maria Clara Coutinho entraram em ação e ficaram na 15ª posição, com 81,3024 pontos. Ao todo, 40 parcerias competiram na prova. Apenas as 12 principais foram à final.
Nos saltos ornamentais, o dia foi de eliminatórias no trampolim de um metro. Entre as meninas, competiram Luana Lira e Tammy Galera, que somaram 215,60 e 214,40 pontos, respectivamente, terminando coladas na classificação, em 32º e 33º. Ambas são especialistas na plataforma de três metros.
No masculino, quem participou foi Ian Matos, que também tem a competição de três metros como principal foco. Ele conseguiu 303,30 pontos, finalizando em 33º lugar, exatamente a mesma posição de Tammy.
O Brasil volta à piscina neste sábado, com Giovana Stephan e Renan Alcântara no dueto misto. Na maratona aquática de 5 km masculina, Fernando Ponte e Victor Colonese representam o País.


Fonte:Gazeta Esportiva

13 maio 2017

Equipe brasileira para o Mundial de maratonas aquáticas é definida

Seleção Brasileira foi definida para o Mundial (Foto: CBDA/Divulgação)

Na manhã deste sábado, foi disputada a Meia Maratona Nacional de Foz do Iguaçu. Após a disputa, foram definidos os cinco atletas que integrarão a Seleção Brasileira de maratonas aquáticas para o Mundial de Esportes Aquáticos, que será disputado em Budapeste.
Os dois vencedores da prova dos cinco quilômetros disputados neste sábado garantiram a classificação. Na última quinta, os dois primeiros dos dez quilômetros também haviam assegurado a vaga.
Na disputa dos cinco quilômetros masculino, Allan do Carmo foi o primeiro, seguido por Fernando Ponto. No feminino, a vitória foi de Ana Marcela Cunha, com a segunda colocação de Betina Lorscheitter.
Dessa maneira, o Brasil será representado por Ana Marcela Cunha (5 e 10 km), Betina Lorscheitter (5 km), Viviane Junglbut (10 km), Allan do Carmo (5 e 10km) e Fernando Ponte (5 e 10 km).
Poliana Okimoto, nome de destaque da modalidade e medalhista olímpica de bronze na prova dos dez quilômetros, ficou em terceiro e não se classificou. A atleta ainda optou por não participar dos cinco quilômetros deste sábado.


Fonte:Gazeta Esportiva

19 abril 2017

Rudá Franco vê geração queimada por falta de planos no polo aquático

 
Rudá é o nome de maior experiência da equipe de polo do Sesi (Fotos: Ayrton Vignola/Fiesp)

Quando terminaram, em setembro de 2016, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro levaram consigo um mundo de investimentos difícil de ser recuperado nos esportes de menor acesso no Brasil. No polo aquático, a situação é de abandono, ainda mais após o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) ser preso por envolvimento em um esquema de desvio de verbas do esporte. Um dos principais nomes brasileiros do esporte, Rudá Franco espera as definições da entidade para tentar vislumbrar um futuro para a Seleção Brasileira. O atleta do Sesi ainda vê toda uma geração queimada pela falta de estrutura pós-Rio.
“Ainda tem a eleição da CBDA e a gente não tem nem os campeonatos dela. Aqui em São Paulo a gente já tem o Paulista e a Liga Paralela, esse é o calendário que temos. Temos um time que se classificou para o Mundial, mas a gente não sabe se realmente vai, se vai ter dinheiro para ir. Temos que esperar essa definição para sabermos como vai ser esse ciclo”, afirmou o atleta à Gazeta Esportiva nesta terça-feira.

Esporte pouco praticado e financiado no país, o polo fez boa campanha na Rio 2016, terminando na oitava posição, tendo vencido três dos cinco jogos disputados na fase de grupos. “A gente ainda está pior que a natação porque somos desconhecidos. Nosso calendário é muito curto. A gente não sabe o que vai jogar, quando vai ter treino”, acrescentou Rudá durante evento de apresentação das equipes aquáticas do Sesi São Paulo.
A falta de competições atrapalha muito a formação de um elenco fechado para a equipe de polo. Em 2017, por exemplo, a equipe ficará de fora da Liga Mundial. “O auxiliar Ângelo Coelho assumiu, mas a gente não sabe se ele fica para o ciclo, então o polo aquático é uma grande incógnita hoje. Na verdade, não temos certeza nem de treinamentos. Ninguém recebeu planificação de treinos, que é importante porque é um time bem renovado”, desabafou o jogador.
Sem um planejamento a longo prazo, o polo sofreu, assim como diversos outros esportes, um boom de investimentos rápidos para uma atuação decente na Rio 2016, sem levar em conta os próximos ciclos olímpicos. “Foi sempre muito imediatista, sempre pensando no adulto. Na base temos poucos campeonatos”, pontuou.
Outra questão que irá defasar o time verde e amarelo é a saída dos “jogadores estrangeiros”, como Felipe Perrone, que provavelmente deixará a Seleção para defender a Espanha. “Sabíamos que os atletas iam sair depois do Rio por falta de planejamento. A gente não tinha algo para Tóquio. Ficou só o (Slobodan) Soro. Vai ajudar bastante, mas é só ele”, apontou Rudá.
“Vamos ver o que sobrou para conseguirmos levar para o Mundial e fazer um próximo ciclo. Acho que vai queimar uma geração, vai ter que levar a molecada para. Depois, em 2024, aí tentar uma classificação para as Olimpíadas”, completou o bauruense de 30 anos.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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