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06 dezembro 2018

Bauru começa bem, sofre no fim, mas vence Curitiba pela Superliga

(Foto: Reprodução/Twitter oficial/Sesi Bauru)
Nesta quinta-feira, no Ginásio da Universidade Positivo, em Curitiba, a equipe da casa recebeu o Sesi Vôlei Bauru pela sexta rodada do primeiro turno da Superliga feminina. Melhor para as visitantes, que venceram por 3 sets a 1, com parciais de 25/19, 25/17, 24/26 e 25/23.

Com o resultado, a equipe paulista conseguiu a segunda vitória na disputa, em campanha que tem também três derrotas, somando agora sete pontos na tabela de classificação.

Já o time de Curitiba viu sua sequência de três triunfos consecutivos ser interrompida, tendo agora, no torneio, três vitórias, três reveses e 10 pontos conquistados na tabela.

Na próxima rodada da competição nacional, o Bauru recebe, no Ginásio Panela de Pressão, a equipe do Brasília, às 20h30 (horário de Brasília) da terça-feira seguinte. Já o Curitiba vai em busca da recuperação fora de casa, contra o Pinheiros, no mesmo dia às 20h00.

Nos dois primeiros sets no Ginásio da Universidade Positivo, só deu Bauru. Se, na primeira parcial, o Curitiba ainda conseguiu manter o equilíbrio das ações no início da rodada, no set seguinte a equipe paulista liderou com boa vantagem do início ao fim: parciais respectivas de 25/19 e 25/17.

No terceiro set, o bloqueio das mandantes passou a funcionar, assim como todo o plano ofensivo da equipe em geral. Atrás no placar, as visitantes até chegaram a cortar a diferença das rivais em um ponto na parcial, mas não conseguiram alcançar a reação: 26 a 24 para o Curitiba.

No quarto e último set, o Bauru novamente passou por dificuldades, mas diferentemente da rodada anterior, conseguiu fechar com a vitória e decretar seu triunfo no confronto.

10 novembro 2018

Praia Clube bate Osasco e ganha título inédito da Supercopa

(Foto: Divulgação)
O Praia Clube conquistou a Supercopa de maneira inédita na noite deste sábado. Em Fortaleza, o time mineiro ganhou do Osasco por 3 sets a 1, com parciais de 27/29, 25/17, 25/22 e 25/23. Decidido em jogo único, o torneio é disputado entre os campeões da Superliga e da Copa do Brasil.

O primeiro set foi marcado por viradas. No início, o Praia Clube abriu vantagem que chegou a atingir quatro pontos. No entanto, o Osasco conseguiu se recuperar, virou o placar e se manteve à frente até a reta final, quando o Praia Clube conseguiu empatar e levar a disputa para pontos extras. No entanto, a vitória ficou com o Osasco por 29/27.

Assim como no primeiro set, o Praia Clube disparou na liderança no início da segunda parcial, mas novamente deixou o time de Osasco encostar. Mas desta vez o time de Uberlândia conseguiu abrir nova vantagem e aumentá-la até o final da parcial, vencida por 25/17.

Ao contrário do que aconteceu nas duas primeiras parciais, nenhuma das equipes conseguiu abrir boa vantagem no decorrer do terceiro set. Os times fizeram disputa equilibrada e se alternaram na liderança, mas ao final a vitória ficou com o Praia Clube, que venceu por 25/22.

O Osasco foi superior na primeira parte do quarto set, mas o Praia Clube conseguiu equilibrar as ações e buscou o empate por 17/17. Em um bloqueio de Carol e Fernanda Garay, o time de Uberlândia tomou a liderança ao fazer 22/21 e garantiu o título em um ponto de Michelle com um 25/23.


Fonte:Gazeta Esportiva

29 agosto 2018

Brasil vence a Colômbia e segue invicto na Copa Pan-Americana

(Foto: Divulgação/NORCECA)
A Seleção Brasileira de vôlei masculino carimbou mais uma vitória na Copa Pan-Americana de voleibol. Nesta quarta-feira, os comandados de Renan Dal Zotto derrotaram a Colômbia por 3 sets a 0, com parciais de 27/25, 25/17 e 25/12, dando mais um passo em busca da classificação para os Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019.

“No primeiro set entramos um pouco afobados no saque e acabamos cometendo muitos erros. A partir do segundo set conseguimos melhorar o nosso serviço. É comum nas partidas a responsabilidade das bolas decisivas ficar nos ombros do oposto, e eu estou conseguindo ir bem nestes momentos”, contou Alan.

“Erramos muito nosso saque no primeiro set, ficamos abaixo do nosso nível. Eles estavam com dificuldade no passe e nós não estávamos aproveitando. No segundo set conseguimos melhorar e quebrar o ritmo deles, que têm ponteiros mais lentos. Conseguimos pontuar com o saque e o bloqueio, na mesma medida em quem mantivemos uma boa virada de bola. E foi o saque mais nos ajudou no resultado, é o que mais evoluímos”, continuou Thiaguinho.

O torneio conta com 12 equipes divididas em três grupos com quatro seleções em cada. O Brasil está no grupo B da competição junto com a República Dominicana, a Colômbia e o Canadá. Pelo regulamento, os dois melhores primeiros colocados avançam direto para a fase semifinal, enquanto o terceiro melhor primeiro e os três segundos disputam as quartas de final.

A próxima partida do Brasil será nesta quinta-feira, às 19h00 (horário de Brasília), contra o Canadá. Com o resultado desta quarta-feira, os brasileiros lideram o grupo B, com duas vitórias por 3×0 em dois jogos. Canadenses e dominicanos ainda se enfrentam.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 agosto 2018

Admitindo “gosto amargo”, Roberta exalta preparação para o Mundial

(Foto: Gaspar Nóbrega/CBV)
Na reta final da preparação para o Mundial de vôlei feminino, a Seleção Brasileira tem pela frente quatro amistosos contra os Estados Unidos entre este domingo e o próximo sábado. Mesmo contra um adversário extremamente qualificado, que tem sido uma pedreira para as comandadas de Zé Roberto Guimarães nos últimos anos, o objetivo principal não é vencer as partidas, mas aproveitá-las para afinar a equipe. Quem garante o fato é a levantadora Roberta, que concedeu entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva após o treinamento desta sexta-feira, em Barueri.

“Estamos focadas em questão de treinamento. O Zé deve mesclar bastante os times, botar todo mundo para jogar, para rodar, ver quem ele acha que encaixa melhor, qual time que ele está visando para este Mundial. Óbvio que a gente quer ganhar todos os jogos, mas é mais uma questão de preparação mesmo, de ver como cada uma está se sentindo, colocar cada uma para jogar”, assegurou a jogadora do Sesc/RJ, que também exaltou a importância da ‘maratona’ de amistosos ser contra uma seleção tão boa como a norte-americana.

“Acho importante ser contra um time deste nível dos Estados Unidos, um time que vem jogando muito rápido, um time muito forte. É bom para pegar ritmo e é bom que a gente fica com os vídeos guardados para estudar e buscar melhorar em cima do jogo delas”, completou.

Foram os próprios EUA, inclusive, os responsáveis por acabarem com o sonho do título Mundial do Brasil em 2014. A derrota por 3 sets a 0, nas semifinais daquele torneio, ainda não foi digerida pelas brasileiras, que prometem dar o máximo na busca por uma redenção em 2018. Roberta não fez parte do elenco que ficou com o bronze na última edição e, vivendo a expectativa de disputar seu primeiro Mundial, admite o gosto amargo na boca das brasileiras em função das últimas frustrações.

“Nenhuma derrota a gente engole muito bem. Eu, infelizmente, não pude estar presente nas Olimpíadas, mas vivenciei até pertinho com as meninas, o pós também, e com certeza fica entalado o jogo contra a China, a derrota no Mundial… Mas isso tudo vira motivação, para a gente saber que cada jogo contra a China vai ser difícil, cada jogo do Mundial vai ser difícil, e a gente quer reverter essa situação”, declarou.

No Japão, a Seleção Brasileira se encontra no Grupo D, ao lado de Cazaquistão, Porto Rico, República Dominicana, Sérvia e Quênia. Dentre os os cinco adversários na primeira fase, a levantadora não hesita em apontar contra quem deverá ser o duelo mais complicado.

“Vejo a Sérvia como o adversário mais complicado. Vem dando muito trabalho, as meninas são muito fortes. Não é um time tão rápido quando o dos Estados Unidos, mas tem atacantes fortes, saques viagem comparados a times masculinos, então é o time que a gente tem que se preparar melhor, com certeza”.

No início de setembro, a equipe de Zé Roberto Guimarães vai a Suíça, para a disputa do Torneio Montreux, no que provavelmente será o último teste oficial antes do Mundial. A estreia na competição mais esperada do ano é no dia 29 de setembro, contra Porto Rico. A finalíssima do torneio está marcada para o dia 20 de outubro, um sábado.


Fonte:Gazeta Esportiva

30 julho 2018

Fernanda Garay é convocada para a Seleção Brasileira de vôlei

(Foto: Divulgação/FIVB)
Nesta segunda feira, foi confirmada a volta de Fernanda Garay para a Seleção Brasileira de vôlei. A jogadora não atava pela equipe desde a Olimpíada do Rio de Janeiro, e voltou a ser chamada pelo técnico Zé Roberto Guimarães. As convocatórias são para treinamentos, visando o Mundial o Japão. A atleta irá se apresentar nesta terça-feira no Rio de Janeiro.

Campeã olímpica, Fê Garay se junta com Dani Lins, Roberta, Tandara, Carol, Bia, Adenízia, Thaisa, Natália, entre outras jogadoras convocadas pelo treinador. O Mundial será entre os dias 29 de setembro e 20 de outubro, no Japão.

Além da sessão de treinos, o Brasil fará quatro amistosos contra os Estados Unidos. O primeiro deles marcado para o dia 12 em Brasília. O último, no dia 18, no Rio de Janeiro.

Além do Mundial, o Brasil também tem pela frente o torneio Montreux Volley Masters, na Suíça, entre quatro e nove de setembro.


Fonte:Gazeta Esportiva

02 maio 2018

Após título inédito, Claudinha despede do Praia Clube em texto emocionado

Hoje tem textão! 📝 Mais uma temporada se acaba. Claro que eu não poderia deixar de passar aqui para agradecer esse ano maravilhoso. Foi uma temporada de muito trabalho, companheirismo, garra, união e treinos. De derrotas, mas muito mais de vitórias. De choro, mas muito mais de risadas. Foi uma temporada de muito aprendizado e amadurecimento. Agradeço primeiramente a Deus por me dar força para sempre continuar com meus sonhos e objetivos. Agradeço a toda diretoria do Praia Clube, aos patrocinadores e comissão técnica. A todas as atletas e funcionários que organizam tudo para nossos treinos e jogos. E a cada pessoa que fez parte dessa história. Aos sócios, aos não sócios, aos jornalistas. A todos que torceram e acreditaram mesmo nas derrotas e também aos críticos que nos fazem querer sempre mais. Aos meus amigos, a minha família que sempre estará comigo, a todos que de alguma forma tiveram sua participação para construirmos esse trabalho que coroamos com esse título inédito para cidade de Uberlândia. O vôlei não é só minha profissão e sim o que amo fazer. Sabemos que não vivemos só de momentos bons, e não existe certo ou errado, mas sim seu ponto de vista, seu conhecimento e sua forma de ser. Bom é isso. Mais um ciclo se fecha e com muita felicidade e carinho. Desejo muitas bençãos a todos. 🙌🏻🙏🏻🥇🏆 #deusnocomando #obrigada #praiaclube #dentil #isababy #orgulho #superliga
Uma publicação compartilhada por Claudinha Bueno (@claudinhabueno4) em

Depois de vencer a temporada e ser considerada a melhor jogadora da final da Superliga feminina, a levantadora Claudinha deixará o Praia Clube. Somando cinco temporadas na equipe mineira, sendo as três últimas seguidas, a atleta não poupou agradecimentos em texto emocionado publicado em suas redes sociais na noite dessa terça-feira.

Claudinha atuou nas duas primeiras temporadas do grupo de Uberlândia (MG) na Superliga. Em 2015, voltou ao time e foi vice-campeã no torneio nacional e na Copa Brasil. Viu, no ano seguinte, a equipe terminar no terceiro posto da principal competição de vôlei do País, para, dessa vez, conquistar o título inédito.

“Foi uma temporada de muito trabalho, companheirismo, garra, união e treinos. De derrotas, mas muito mais de vitórias”, escreveu a levantadora. “Teve muito aprendizado e amadurecimento”, afirmou em meio a diversos agradecimentos.

Claudinha destacou os fase postiva e ressaltou as conquistas. “O vôlei não é só minha profissão e sim o que amo fazer. Sabemos que não vivemos só de momentos bons, e não existe certo ou errado, mas sim seu ponto de vista, seu conhecimento e sua forma de ser”, escreveu. “Mais um ciclo se fecha e com muita felicidade e carinho”, finalizou.

Fonte:Gazeta Esportiva

23 abril 2018

Bicampeã olímpica, Fabi afirma que aposentar não foi uma decisão fácil

Sabe aquele momento que vc sabe que vai chegar mas não acredita? Sabe aquela sensação nostálgica de lembrar do início? Sabe gratidão? Pois é, senti tudo isso ao logo desses últimos meses, e aproveitei MUITO, mas muito mesmo. Não é uma decisão fácil, tomada do dia pra noite ou no calor das emoções. É com calma, lucidez e mtas conversas! Mas esse dia chegou! Quero rapidamente voltar a 1992, onde eu era uma menina que morava em iraja e sonhava em jogar na quadra com os meninos! Sempre fui atirada, queria ser aceita numa roda de meninos onde nenhuma menina figurava! E foi lá em iraja que tudo começou! A geração campeã olímpica de Barcelona me inspirou e me fez sonhar! Sonho, isso é o que a gente mais faz quando é criança! E eu sonhei! Mas jamais imaginei que tanta coisa bacana fosse acontecer! Sou grata pelos momentos, pela chance de defender uma nação, por conhecer lugares, por jogar com meus ídolos e conhecê-los bem de pertinho, por viver momentos inesquecíveis! E isso tudo foi o vôlei que me deu! A única certeza que carrego, independentemente de vitórias ou derrotas, sim, a derrota faz parte da VIDA, a sensação de se doar de alma pelas companheiras é o que mais me orgulho! Ontem foi especial! Perdemos o título para uma grande equipe, o que em nada desmerece nossa luta, nossa história e nossa trajetória! Eu estava onde queria estar, no time que queria estar, fazendo o que mais amava: jogando vôlei! Ao praia fica meu reconhecimento, pois do outro lado tinha mtas amigas!! Ao meu time o meu agradecimento! Essa é a palavra que carregarei comigo: gratidão! Aos fãs, sem vcs nada disso teria sentido, obrigada! A minha família e amigos: preparem-se, vou precisar mt de vcs!
Uma publicação compartilhada por Fabi Alvim (@fabialvim) em

O último domingo, marcado pela comemoração do Praia Clube, que pela primeira vez se sagrou campeão da Superliga feminina, também foi histórico para o vôlei brasileiro do outro lado da quadra. Isso porque a final foi a última partida de Fabi Alvim, do Sesc/RJ, antes de sua aposentadoria. Quase 20 anos depois de entrar na modalidade, inspirada pela geração campeã olímpica de Barcelona, a líbero, assim como suas referências, soma no currículo não apenas um, mas dois ouros olímpicos. Em suas redes sociais, a atleta destacou que aposentar não foi uma decisão fácil.

Campeã em Pequim 2008 e Londres 2012, a principal líbero brasileira se despediu também do Rio, clube que defendeu por 13 temporadas. “Estava onde queria estar, no time que queria estar, fazendo o que mais amava: jogando vôlei”, escreveu Fabi em seu Instagram. “Não é uma decisão fácil, tomada do dia para noite ou no calor das emoções. É com calma, lucidez e muitas conversas. Mas esse dia chegou”, continuou.

“Sou grata pelos momentos, pela chance de defender uma nação, por conhecer lugares, por jogar com meus ídolos e conhecê-los bem de pertinho, por viver momentos inesquecíveis”, ressaltou Fabi, que teve Bernardinho como treinador por quase 14 anos.
Foto:Reprodução/Instagram

Se a saída das quadras não teve o final triunfal como esperado, com ouro da Superliga, Fabi não poupou elogios ao time algoz. “Perdemos o título para uma grande equipe, o que em nada desmerece nossa luta, nossa história e nossa trajetória”, destacou. “Ao Praia fica meu reconhecimento, pois do outro lado tinha muitas amigas”.


Fonte:Gazeta Esportiva

15 abril 2018

Superior em casa, Rio vence o Praia Clube no primeiro jogo da final

(Foto: Reprodução/Twitter/CBV)
Jogando em casa, na manhã deste domingo, o Sesc RJ superou o Dentil/Praia Clube em partida eletrizante. Na luta pelo 13º título da Superliga, as donas da casa levaram a melhor no primeiro jogo da decisão da competição. O Rio mostrou superioridade nas primeiras etapas e, apesar de ter esboçado reação, o Praia viu o placar terminar em 3 sets a 1 para as rivais, com parciais de 26/24, 25/19, 22/25 e 25/17 .

A reedição da final de 2016 teve uma partida parecida com a do último encontro dos times na etapa. Da última vez, o Rio levou a melhor por 3 sets a 1, em Brasília (DF) e ficou com o título. Dessa vez, ainda há um segundo jogo para decidir.

Caso as donas da melhor campanha na fase de classificação vençam as adversárias na segunda partida, um set extra definirá as campeãs. O próximo jogo acontece em terras mineiras. A equipe comandada por Paulo Coco recebe as rivais no próximo domingo, às 9h, no Sabiazinho, em Uberlândia (MG).

A partida

O jogo deste domingo começou com um longo rali que foi finalizado pela experiente Walewska, abrindo o placar favorável ao Praia Clube. Com erros de Fabiana, o Rio conseguiu encostar, mas a equipe mineira aproveitou melhor os contra-ataques e mostrou superioridade no início da partida.

Em seguida, entretanto, as cariocas reduziram a diferença. Contando com erros das adversárias e bons saques a seu favor, o Rio conseguiu empatar e virar. Mais segura e na vantagem, Gabi bloqueou Fabi para fechar o set em 26 a 24.

Após imprecisão na recepção de Fernanda Garay, o Rio começou abrindo o placar na segunda parcial e assegurou a liderança no marcador com bons bloqueios. Na desvantagem, Fabiana tentou colocar o Praia de novo no jogo, mas a partida era dominada pelas donas da casa, que aproveitavam os erros rivais.

O Praia esboçou reação e, ponto a ponto, reduzia a diferença no placar. Apesar de ter defendido três sets points, já não havia mais espaço para o time de Fe Garay mostrar seu bom vôlei, que foi anulado com ataque na diagonal de Gabi, fechando o segundo set em 25 a 19.

Na terceira etapa, o Praia voltou embalado para deixar o confronto equilibrado novamente. Com ambas equipes oscilando na liderança, o marcador ficou igual, em 22 a 22 e a decisão foi adiada para os pontos finais. Com set point para o Praia, Garay fez bom saque e forçou o quarto set — 25 a 22.

A quarta etapa foi marcada por bom bloqueio do time carioca. Não podendo desperdiçar chances, as lideradas por Coco erraram e, na reta final, viram ataque de Drussyla que, sem bloqueio, mandou a bola para o chão e deu vitória a sua equipe.


Fonte:Gazeta Esportiva

14 abril 2018

Sesc-RJ e Praia Clube decidem título pela segunda vez nos últimos três anos

 (Foto: Divulgação/Sesc RJ)
Neste domingo, às 10h, na Arena Carioca 1, Sesc/RJ e Dentil Praia Clube farão a primeira final da Superliga Feminina de Vôlei da temporada 2017/2018. Essa será a segunda vez nas últimas três temporadas que as duas equipes se enfrentarão na grande decisão da competição nacional. O segundo jogo será no dia 22 de maio às 9h10, no ginásio do Sabiazinho, em Uberlândia (MG).

As duas equipes tiveram uma campanha muito parecida durante a primeira fase da competição. O Praia Clube foi o melhor time de toda a competição com 61 pontos, sendo 21 vitórias e apenas uma derrota ao longo de toda a temporada (justamente contra o Sesc/RJ). Já o clube do Rio de Janeiro teve 57 pontos, com 20 triunfos e perdendo um jogo a mais do que as adversárias da final.

Com a partida será de manhã, situação bem diferente das outras partidas da Superliga que na maioria das vezes era no período noturno, o Praia Clube viajou nesta quinta-feira e aproveitou para inverter a programação com os treinos táticos no começo do dia, para melhor se adaptar ao horário.

No entanto, os dois times tiveram roteiros bem diferentes para chegar na grande final da SuperLiga. Enquanto que o Sesc/RJ enfrentou a equipe do Minas e com as três vitórias consecutivas garantiu a vaga bem antes do adversário deste domingo, o Praia Clube teve uma “batalha” contra a equipe do Vôlei Nestlé Osasco, conseguindo a clasificação apenas no último e quinto jogo da série.

Caso o Sesc/RJ conquiste o título, a equipe comandada por continuará fazendo história na Superliga. Será o sexto troféu consecutivo e o 13° da história do clube, de longe, a equipe com mais conquistas no principal torneio de vôlei do país. Já no caso do Praia Clube, seria a primeira vez que o time venceria e faria com que o torcedor esquecesse o vice campeonato da temporada 2015/2016, justamente contra o adversário deste domingo.


Fonte:Gazeta Esportiva

10 abril 2018

Após nove anos, Nestlé anuncia fim da parceria com Osasco

 (Foto: Divulgação)
A Nestlé anunciou nesta terça-feira que irá encerrar a parceria que já dura nove anos com o time de vôlei de Osasco. A multinacional suíça confirmou que a atual temporada será a última em que marcará presença na Superliga feminina, conforme estava previsto no contrato assinado entre as partes.

O anúncio foi uma verdadeira bomba para a equipe, que nesta temporada chegou até a semifinal da Superliga feminina, sendo eliminada pelo Dentil/Praia Clube. Considerado um dos principais e mais vencedores times do Brasil, o Osasco agora corre contra o tempo para encontrar um novo parceiro que mantenha o alto nível de investimento e proporcione a manutenção de suas principais atletas.

A Nestlé diz que o fim de seu investimento no vôlei nacional se deve ao fato de sua estratégia global ter sido direcionada para o propósito de “melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável”. A empresa suíça tem como meta colaborar em com o crescimento mais saudável de cerca de 50 milhões de crianças até 2030.

No período em que o Osasco contou com o suporte da Nestlé, uma série de títulos importantes foram levados para o município da Grande São Paulo. Iniciada em 2009, a parceria rendeu duas Superligas (2009/10 e 2011/12), o tetracampeonato sul-americano (2009, 2010, 2011 e 2012), seis títulos do Campeonato Paulista (2012, 2013, 3014, 2015, 2016 e 2017), duas Copas Brasil (2014 e 2018), o tradicional torneio Top Volleu (2014) e o Mundial de Clubes (2012).

Esta não foi a primeira vez que a Nestlé montou uma equipe vitoriosa no vôlei nacional. Entre 1992 e 1999, e empresa patrocinou o time de Sorocaba, batizado de Leite Moça e, posteriormente de Leites Nestlé quando a equipe se mudou para Jundiaí. Neste período, a multinacional suíça faturou o Mundial de Clubes (1994), o tricampeonato sul-americano (1996, 1997 e 1998), o tricampeonato da Superliga (1994/95, 1995;96 e 1996/97) e o tricampeonato paulista (1993, 1995 e 1998).


Fonte:Gazeta Esportiva

06 abril 2018

Dentil/Praia Clube supera o Vôlei Nestlé e vai à final da Superliga

Equipe mineira vence o quinto jogo da série e está na final da Superliga pela segunda vez na história. Decisão será contra o Sesc-RJ, algoz na temporada 2015/16

(Foto: Divulgação)
Enfim, a final! O Dentil/Praia Clube contou com a força da sua torcida nesta sexta-feira (6) para vencer o Vôlei Nestlé por 3 sets a 1, parciais de 18/25, 25/16, 25/19 e 25/21, no quinto jogo da série, e avançou para a decisão da Superliga Feminina de Vôlei. A melhor jogadora, eleita pelos torcedores, foi a oposta norte-americana Nicole Fawcett.

- Foi uma conquista do grupo, hoje provamos como fomos fortes como grupo. Acredito que a gente pode fazer bonito. É um prazer dar alegria para essa torcida que nos apoiou tanto nesse campeonato. É uma característica nossa brigar o tempo inteiro. Fomos mais fortes - disse Fernanda Garay ao SporTV.

Na decisão, o Dentil/Praia Clube terá pela frente as atuais campeãs do torneio: o Sesc-Rio, equipe do técnico Bernardinho, que venceu sua semifinal contra o Minas com 3 a 0 na série. As cariocas lutam pelo 13º título de Superliga, enquanto as mineiras querem levantar o troféu pela primeira vez. 

Praia Clube e Sesc-Rio reeditam a final da Superliga de 2015/2016. Na ocasião, foi a última e única vez que a equipe praiana chegou na decisão. As finais estão marcadas para 15 de abril, no Rio de Janeiro, e 22 do mesmo mês, em Belo Horizonte. Caso seja necessário o terceiro jogo, o mando será das mineiras.

DESTAQUES DO JOGO

Dentil/Praia Clube:
Nicole Fawcett: 20 pontos.
Fernanda Gaway: 16 pontos.
Fabiana: 11 pontos.

Vôlei Nestlé: 
Tandara: 33 pontos.
Bia: 10 pontos.
Mari Paraíba e Natália: 7 pontos.


Fonte:Lance

03 abril 2018

Osasco vence Praia Clube e força quinto jogo na semifinal da Superliga

 (Foto: Divulgação)
O Vôlei Nestlé Osasco usou a força de sua torcida para empatar a semifinal da Superliga feminina de vôlei com o Dentil Praia Clube na noite desta segunda-feira. Recebendo o time que terminou a fase classificatória na liderança, no ginásio José Liberatti, na Grande São Paulo, as atuais vice-campeões não deram chances às visitantes e acabaram saindo de quadra com a importante vitória por 3 sets a 1, parciais de 31/29, 27/25, 24/26 e 25/19.

Com o resultado, haverá a necessidade do quinto jogo, que determinará que vai avançar para a grande decisão do torneio nacional. Após bater na trave na temporada passada e amargar o vice-campeonato, o Osasco espera conseguir a virada na próxima sexta-feira, quanto terá de buscar a classificação fora de casa, em Uberlândia.

O duelo desta segunda-feira foi marcado pelo equilíbrio. Tentando evitar o quinto jogo, o Praia Clube tentou surpreender o Osasco no primeiro set para sair em vantagem e ficar em uma situação ainda mais favorável na semifinal. As donas da casa, por sua vez, também adotaram uma postura agressiva em quadra e não deram muitas brechas às rivais, levando a melhor depois de uma longa disputa parelha ao fechar a primeira parcial em 31/29.

No segundo set pouca coisa mudou. As duas equipes seguiram fazendo jogo duro, mas o Osasco novamente foi mais eficiente nos momentos decisivos. Contando com o grande apoio vindo das arquibancadas, que estavam completamente preenchidas, as donas da casa mais uma vez só conseguiram fechar a parcial depois dos 25 pontos, superando o Praia Clube por 27/25.

Diante de um time persistente e disposto a tudo para se manter vivo na partida e tentar evitar mais um jogo na semifinal, o Osasco sofreu no terceiro set, mas conseguiu se manter à frente em boa parte da parcial. O Praia Clube, no entanto, se manteve forte mentalmente para não dar o jogo como perdido e já na reta final virar o confronto (26/24) para fazer 2 a 1 e pressionar as donas da casa.

Precisando se recuperar rapidamente, o Osasco não se abalou com a derrota no terceiro set e mostrou que o Praia Clube terá dificuldades caso queira avançar à decisão na próxima sexta-feira. Bem na recepção e embaladas por um ginásio “fervendo”, as donas da casa mantiveram uma baixa margem de erro na quarta parcial para fechar em 25/19 e forçar o quinto jogo na semifinal.


Fonte:Gazeta Esportiva

31 março 2018

Rio supera Minas e disputa 14ª final consecutiva da Superliga

(Foto: Alaor Filho/Sesc RJ)
Após vencer os dois primeiros jogos na série de melhor de cinco, o Rio de Janeiro precisava de apenas mais uma vitória para disputar sua 14ª decisão consecutiva da Superliga Feminina de Vôlei. E foi exatamente o que aconteceu. O time de Bernardinho bateu o Minas por 3 sets a 1, com parciais de 25/11, 21/25, 25/18 e 25/18 e, diante de sua torcida, que lotou a Arena Olímpica na tarde deste sábado, garantiu a vaga na grande final da competição.

Agora, a equipe carioca espera o vencedor da outra semifinal disputada entre Praia Clube e Osasco, sendo que o Praia leva vantagem por 2 a 1 e pode garantir a vaga na final já nesta segunda-feira, quando acontece o quarto jogo da série de melhor de cinco.

O primeiro set foi um verdadeiro atropelo do time da casa. As cariocas começaram dominando o jogo e sufocando as adversárias, graças a muitos erros do Minas. A equipe visitante mal entrou em quadra e viu o time de Bernardinho fechar a parcial com 14 de pontos de vantagem, com placar de 25 a 11, e largar na frente.

No início do segundo set, Rosamaria, pressionada o jogo todo pela torcida adversária, chamou a responsabilidade para si e marcou quatro dos seis primeiros pontos do Minas. As visitantes voltaram bem melhor em relação à outra parcial, deixando o set bastante equilibrado para loucura de Bernardinho.

A liderança no marcador passou a ser alternada entre os dois times, até que, com erros do Rio, o Minas abriu quatro pontos para fechar o set e deixar tudo igual na casa das rivais.

O Rio voltou para o terceiro set cometendo muitos erros, enquanto o Minas havia se recuperado de vez e parecia outro time em relação ao que começou a partida. No entanto, depois de começar forte na parcial, a equipe visitante baixou um pouco de produção e viu o Rio construir uma ligeira vantagem no marcador.

O Minas até aproveitou os contra-ataques e chegou a diminuir a diferença, mas já era tarde. No set point, o técnico visitante até pediu desafio, mas a bola pegou no bloqueio do Minas e o ponto foi para o Rio, que fechou a parcial em 25 a 18, voltando a ter a vantagem no placar geral.

No quarto set, o Minas não conseguiu repetir início forte e viu o Rio abrir 5 pontos de vantagem. A equipe visitante passou a errar muito e não tardou para as anfitriãs abrirem 12 a 3, para delírio da torcida. Ao som de “eliminado”, o Rio apenas administrou a vantagem e até viu o Minas diminuir a diferença, mas chegou ao match point e não desperdiçou. Com ponto de Drussyla no bloqueio, o Rio garantiu a vaga na grande final.


Fonte:Gazeta Esportiva

17 março 2018

Osasco volta a bater Barueri e vai às semifinais da Superliga Feminina

 (Foto: Divulgação)
Neste sábado, no Ginásio José Correa, Barueri e Oscasco se enfrentaram pelo segundo jogo da série melhor de três válida pelas quartas de final da Superliga Feminina de Vôlei. Melhor para o time visitante, que voltou a vencer, desta vez por 3 sets a 1, e garantiu vaga na semifinal da competição. O adversário das osasquenses na próxima fase será o Praia Clube, que só perdeu um jogo nesta edição do campeonato.

O Jogo – No primeiro set, o Osasco entrou melhor em quadra e foi construindo a vantagem desde o início. Com um time muito concentrado e sacando bem, a equipe visitante teve pela frente um Barueri nervoso e errando bastante e se manteve à frente no placar durante toda a parcial e chegou a abrir oito pontos de frente. As anfitriãs até diminuíram a diferença no marcador, mas o Osasco logo reagiu e voltou a colocar a vantagem na casa dos seis pontos. As visitantes chegaram ao set point e não desperdiçaram, fechando o set e largando na frente.

O Barueri voltou para o segundo set com outra postura, mais relaxado e sacando melhor. A mudança surtiu efeito e a equipe tomou a frente do placar. Com bom desempenho também no ataque e arriscando mais, as donas da casa se impuseram e abriram oito pontos de frente. A equipe do técnico Zé Roberto Guimarães manteve a diferença no placar e fechou a parcial, deixando tudo igual no Ginásio José Corrêa.

As anfitriãs seguiram ligadas na partida, mas desta vez o Osasco também voltou bem para o terceiro set, que começou bastante equilibrado. O Barueri se mantinha na frente do placar, mas sem conseguir abrir vantagem confortável e o Osasco seguia vivo no jogo. No fim do set, as visitantes empataram e passaram à frente, de onde não saíram mais. Chegaram ao set point, desperdiçaram o primeiro, mas não o segundo e fecharam a parcial: 2 a 1.

O início do quarto set foi quente. Zé Roberto Guimarães recebeu cartão amarelo por reclamação e, não contente, continuou a se queixar no banco de reservas. A arbitragem não perdoou e expulsou o treinador. Dentro de quadra, o jogo continuou parelho. A liderança do placar se alternou algumas vezes e chegou a ficar 23 a 21 para o Barueri. A dois pontos de levar a partida para o tie break, as donas da casa, porém, permitiram o empate. Um bloqueio de Tandara levou as osasquenses ao match-point, que se confirmou no lance seguinte, assim como a classificação para a semifinal.


Fonte:Gazeta Esportiva

Minas vence a segunda contra o Flu e vai à semifinal da Superliga

(Foto: Ignácio Costa/ CBV)
Após a vitória no primeiro jogo das quarta de final da Superliga, o Minas recebeu o Fluminense e com uma atuação de gala da capitã Carol Gattaz e da oposta Destinee Hooker, venceu por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 23/25, 25/15 e 25/23.

Com o resultado, a equipe mineira chega ao décimo jogo de invencibilidade na competição, além do segundo triunfo na série de melhor de três, avançando assim para a semifinal. A vaga na grande decisão da Superliga será disputada contra o Rio de Janeiro, que bateu o Pinheiros na última sexta-feira.

O nome do primeiro set foi a capitã do Minas, Carol Gattaz, que completou 150 jogos com a camisa do Minas. A central fez a diferença na hora que o Minas precisou se impor. Assim, mesmo com uma parcial equilibrado, as anfitriãs conseguiram largar na frente. O segundo set começou lá e cá, com ambas as equipes se revezando na liderança da parcial. Este cenário se manteve até praticamente o fim do set, até que o Fluminense conseguiu abrir pequena vantagem no placar, chegou ao set point pela primeira vez, perdeu o primeiro, mas não desperdiçou o segundo. Tudo igual na Arena Minas.

A equipe do Minas voltou bem para o terceiro set e conseguiu ligeira vantagem, com destaque para a boa atuação de Destinee Hooker. A diferença no marcador, porém, não era o confortável e o Flu seguia pressionando as adversárias e conseguiu o empate. Na sequência, o time da casa voltou a se colocar na frente, abrindo sete pontos de frente. A equipe carioca caiu de produção e viu as adversárias dispararem no marcador. Assim, o Minas atropelou o Flu no fim da parcial, a qual fechou com 10 pontos de vantagem para ficar na frente novamente.

O terceiro set começou mais equilibrado. Desta vez, quem conseguiu abrir ligeira, mas não confortável, vantagem no marcador foi a equipe do Fluminense. Com a pouca diferença no placar, o Minas virou o placar e passou a construir novamente a vantagem. O time carioca ainda chegou a empatar a partida, mas Hooker foi decisiva e as donas da casa fecharam a partida para delírio da torcida.


Fonte:Gazeta Esportiva

16 março 2018

Sesc Rio derrota Pinheiros e avança à mais uma semifinal da Superliga

Equipe de Bernadinho venceu por 3 sets a 0 e aguarda adversário da semifinal

Foto:Divulgação/Sesc
O Sesc/Rio está em mais uma semifinal da Superliga Feminina. Na noite desta sexta-feira, as comandadas de Bernardinho venceram o Pinheiros mais uma vez, por 3 sets a 0, e garantiram vaga na próxima fase da competição. As parciais foram de 25/22, 25/22 e 25/13.

A exemplo do que aconteceu na primeira partida do playoff, Sesc e Pinheiros fizeram um jogo muito disputado. Com vantagens curtas e trocas de momentos de pico, as comandadas de Bernardinho e Paulo de Tarso deixaram tudo em quadra. No primeiro set, melhor para o Rio de Janeiro, que conseguiu virar o placar na reta final do set e fechar com 25 a 22.

No segundo set, um susto para o time do Pinheiros: Mari Casemiro pisou de maneira errada e torceu o tornozelo esquerdo, numa imagem verdadeiramente forte. A jogadora teve que sair de quadra carregada pela comissão técnica e foi tratada pelos médicos do clube. O Pinheiros de Mari chegou a ameaçar a vantagem do Rio no placar, mas as donas da casa fecharam mais um set por 25 a 22.

O Pinheiros parecia ter voltado ao terceiro set mais desajustado, e nem o retorno de Mari Casemiro conseguiu fazer diferença. Sob os gritos de Bernadinho, o Sesc Rio conseguiu abrir boa vantagem, e se manteve na frente do placar durante todo o terceiro set. Com tranquilidade, o Rio soube gerenciar a vantagem e fechou a partida em 25 a 13.

- Estou muito feliz. Quero dar parabéns ao Pinheiros pela grande temporada que fizeram. Nossa equipe ainda deu alguns vacilos, erramos um pouco, mas precisamos repetir nosso terceiro set, principalmente no bloqueio, que treinamos muito. Agora é se manter constante para a semifinal, jogar duro e buscar uma vaga na final - afirmou Gabi, eleita melhor jogadora em quadra.

Com o resultado, o Sesc Rio avança para mais uma semifinal da Superliga e agora espera o vencedor de Minas x Fluminense, que se enfrentam neste sábado.


Fonte:Lance

Praia Clube derrota o Bauru e garante vaga na semifinal da Superliga

Equipe de Uberlândia vence por 3 sets a 0 e é primeiro time na semifinal da Superliga

Fonte:Divulgação
A Superliga Feminina já conhece seu primeiro finalista. Na noite desta sexta-feira, Praia Clube e Bauru se enfrentaram pelas quartas de final e o time de Uberlândia levou a melhor, vencendo por 3 sets a 0, com parciais de 25/20 25/16 e 25/19.

Após vencer a primeira partida em Bauru, a vida do Praia Clube parecia fácil jogando dentro de casa, e não teve muito trabalho para vencer os dois primeiros sets. Conseguindo anular as principais atacantes do Bauru, o Praia Clube não sofreu com as jogadas ofensivas das adversárias e soube se impor, com uma grande partida de Fabiana, eleita a melhor da partida.

Na volta do terceiro set, o Bauru parecia ter sofrido um verdadeiro apagão. O time do Praia Clube conseguiu abrir 14 pontos de vantagem, aproveitando-se do nervosismo e erros bobos das adversárias. Quando o placar marcava 20 a 6, o torcedor de Uberlândia já celebrava a classificação, mas o time do Bauru resolveu entrar na partida. Numa grande sequência de pontos, conseguiu reduzir o déficit para 24 a 19, forçando um pedido de tempo de Coco Junior. Funcionou, e a classificação foi confirmada poucos minutos depois, com o ponto decisivo de Ellen.

Será a terceira semifinal seguida disputada pelo Praia Clube. O time mineiro agora aguarda o vencedor do confronto entre Barueri e Osasco, que jogam neste sábado.


Fonte:Lance

12 março 2018

Em jogo contra Osasco, Thaisa atinge marca de 3550 pontos na Superliga

(Foto: Gaspar Nóbrega/Inovafoto
A central do Barueri, Thaisa ultrapassou, neste domingo (11), a marca de 3.550 pontos na carreira na Superliga feminina de vôlei, sendo uma das maiores pontuadoras da competição. Na derrota do Barureri para o Osasco, por 3 sets a 1, a bicampeã olímpica marcou 13 vezes, e chegou a 3.551 acertos em 268 jogos na competição. A jogadora do time comandado por José Roberto Guimarães assinalou em todos os fundamentos, sendo sete de ataque, quatro de bloqueio e dois de saque.

“Comecei a participar da Superliga quando eu ainda era do Minas. No início entrava entre as 12, e a partir do ano seguinte eu realmente joguei mais. Eu era muito jovem, tinha 16 anos, e me lembro que eu ficava muito nervosa. Era tudo novidade, mas estava muito feliz. É emocionante lembrar de tantos anos já jogando a Superliga e feliz de ver o resultado e uma pontuação tão bacana assim. É o que eu sempre digo: pode ser melhor. E só tenho que agradecer a todos que me ajudaram e me apoiaram nessa caminhada tão longa”, ressalta Thaisa.

“Quando eu comecei não imaginava chegar nem na metade do que consegui alcançar. Tudo era sonho, vontade. Sempre me achava inferior e que tinha muita gente melhor do que eu. O bom é que, por isso, sempre quis treinar mais para conseguir conquistar minha vaga e atingir alguns objetivos. Nunca me senti acomodada por achar que estava bom. Mas jamais imaginei que hoje seria bicampeã olímpica, bicampeã mundial de clubes, cinco vezes campeã da Superliga e tantas coisas bacanas que aconteceram na minha carreira. Valeu a pena todo o esforço de não tirar férias, folga, feriado. Posso olhar para trás e ver todos esses resultados”, diz.

Este foi o terceiro jogo de Thaisa no Hinode-Barueri após a cirurgia no joelho esquerdo. “Gostei da minha atuação. Senti que evoluí, que a cada jogo estou indo um pouco melhor. Tenho muito o que melhorar, mas aos pouquinhos isso vem com os treinos e os jogos. Fico feliz pela evolução, mas não com o resultado”, conclui a central do Hinode-Barueri. A equipe voltará a enfrentar o Vôlei Nestlé no próximo sábado (17/3), na segunda partida da série melhor de três das quartas de final da Superliga 17/18. O confronto será em casa, em Barueri, onde o apoio da torcida será fundamental para a equipe seguir na briga por uma vaga nas semifinais.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 março 2018

Em duelo paulista, Osasco supera o Barueri no primeiro jogo das quartas

(Foto: Divulgação/Superliga)
Fechando a primeira rodada de partidas das quartas de final da Superliga, Osasco e Barueri reeditaram a final do Campeonato Paulista da temporada. No Ginásio José Liberatti, quem saiu na frente pela vaga nas semis foi o dono da casa, Osasco, vencendo por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 28/30, 28/26 e 25/17. Em jogo de três sets equilibrados, no final, o Osasco se sobrepôs.

No primeiro set, mesmo com um equilíbrio inicial, o Barueri conseguiu se desgarrar no placar, abrindo sete pontos de vantagem. No entanto, a equipe não soube administrar a diferença, e deixou o Osasco buscar a igualdade. O time da casa manteve confirmou a reação e virou, vencendo o set. Na segunda série, o Barueri foi bem agressivo e travou um set disputadíssimo, que contou com diversos set-points desperdiçados, até conseguir fechar em 30/28.

Com muitas alternâncias na liderança, o terceiro set foi, também, marcado pelo equilíbrio. No entanto, o Osasco soube aproveitar os erros das adversárias e seguraram a vantagem para fazer 2 a 1. O último set já foi diferente do resto do jogo, com amplo domínio do time da casa, para garantir a vitória e largar na frente na disputa pela classificação para a semifinal.

O próximo jogo da série melhor de três é sábado (17), às 17h, no ginásio José Correa, em Barueri.


Fonte:Gazeta Esportiva

10 março 2018

Minas sai na frente do Fluminense nas quartas de final da Superliga

(Foto: Mailson Santana/FFC)
Na manhã deste sábado (10), no Rio de Janeiro, a série melhor de três das quartas de final da Superliga iniciou para Fluminense e Minas. Mesmo contra as donas da casa, empurradas pela torcida tricolor, o Minas venceu por 3 a 0 e saiu na frente pela vaga na semi. O jogo teve parciais de 25/19, 25/23 e 25/21. O próximo jogo da série acontece no sábado (17), em Belo Horizonte.

O jogo

Desfalcado de uma de suas principais atletas, a ponta Renatinha, o Fluminense contou com uma ótima atuação da substituta, Arianne. Mesmo com começo equilibrado, o Minas se manteve sempre a frente no placar, mas sem abrir uma vantagem grande. Aproveitando erros do time carioca, o time visitante conseguiu um domínio da partida e fez 20 a 15 e conseguiu administrar para fechar o primeiro set. Foi uma primeira etapa ruim para o Flu, que teve 11 erros contra cinco do Minas e não conseguiu marcar pontos com bloqueio, enquanto o time mineiro marcou quatro.

Os outros dois sets foram melhores para as atletas tricolores, que deram trabalho para o Minas, principalmente no segundo. Mesmo começando atrás, o Flu conseguiu virar a parcial e, com o apoio do torcedor, abriu até cinco pontos de vantagem, fazendo 21 a 16. No entanto, novamente os erros foram cruciais para o time carioca, que deixou o Minas encostar e virar o placar, para fazer 2 a 0.

O set final começou com domínio do Minas, mas o Fluminense não vendeu barato a derrota. Disputado ponto a ponto, o jogo empatou com 19 a 19. Mas as mineiras aproveitaram mais erros das donas da casa e conseguiram fechar o jogo.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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