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14 novembro 2018

Candidatura de Calgary aos Jogos de Inverno corre risco após vitória de 'não' em referendo

AFP/Arquivos / JONATHAN UTZ
A candidatura de Calgary a organizar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 está sob risco, após a vitória do "Não" em um referendo consultivo organizado nesta terça-feira naquela cidade canadense.

De acordo com dados preliminares, 56,4% dos eleitores votaram "Não" e 43,6% optaram pelo "Sim".

Os resultados oficiais serão publicados na sexta-feira.

Com uma participação importante, de 304.774 eleitores sobre um total de 767.000, os moradores da cidade enviaram uma mensagem forte: 30 anos depois de receberem os Jogos Olímpicos de Inverno, não desejam o retorno da chama olímpica.

O Conselho Municipal de Calgary, que deve fazer um pronunciamento final - a princípio na próxima semana - sobre a retirada ou continuidade da candidatura, dificilmente terá condições de fazer algo diferente de uma desistência.

Antes do referendo, a província de Alberta, que deve cofinanciar o projeto, advertiu que em caso de vitória do "Não" retiraria o apoio à candidatura.

26 fevereiro 2018

Coreia do Norte merece o ouro em diplomacia, avaliam analistas

As animadoras de torcida norte-coreanas atraíram as atenções nos Jogos de Pyyeongchang (AFP/Arquivos / Ed JONES)
Os atletas norte-coreanos voltaram para seu país com as mãos vazias depois dos Jogos Olímpicos de Inverno, celebrados na Coreia do Sul, mas a Coreia do Norte merece uma medalha de ouro em diplomacia, afirmam analistas.

Os especialistas, no entanto, temem que a esta distensão na península não vai durar muito.

A aproximação olímpica levou as duas Coreias a desfilar juntas na cerimônia de abertura, durante a qual o presidente sul-coreano deu um histórico aperto de mãos com a irmã do líder norte-coreano, Kim Jong Un.

A Coreia do Norte enviou a 22 atletas aos Jogos sem que nenhum deles se destacasse.

Mas a participação da Coreia do Norte nos Jogos não tinha como objetivo obter medalhas, destacam os analistas.

"A questão era projetar uma imagem", explica Koo Kab-woo, acadêmico da Universidade de Estudos Norte-coreanos.

"Eles provaram que não são um 'Estado renegado' e conseguiram contornar as sanções", acrescenta.

Em 2017, a Coreia do Norte realizou seu teste nuclear mais potente, e disparou mísseis capazes de alcançar os Estados Unidos, elevando ao máximo a tensão com a Coreia do Sul e Estados Unidos.

O líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente americano Donald Trump trocaram acusações, insultos e ameaças.

No entanto, inesperadamente, Kim anunciou que seu país queria participar nas Olimpíadas de Inverno.

A Coreia do Norte negociou com o governo de Seul a presença de vários atletas, a formação de uma equipe unificada de hóquei feminino e o envio de 200 animadoras, que se converteram numa das atrações para os espectadores e meios de comunicação.

A imagem das atletas norte-coreanas abraçando as colegas sul-coreanas depois da última partida de hóquei emocionou muitos torcedores, apesar de, a princípio, Seul ter sido contrária à formação da equipe.

Mas, principalmente, a peça fundamental da ofensiva diplomática norte-coreana foi designar a irmã do líder norte-coreano, Kim Yo Jong, para encabeçar a a delegação norte-coreana.

Kim Yo Jong foi a grande atração da cerimônia de abertura, durante a qual ofuscou a presença do vice-presidente americano Mike Pence.

"Ela era a pessoa perfeita para entregar a mensagem e isso foi precisamente o que ela fez", assinala Andrei Lankov, professor da Universidade de Kookmin.

"Ela convidou o presidente Moon Jae-in para uma reunião e sorriu abertamente, usando da boa impressão e isso era exatamente o que os norte-coreanos queriam", acrescenta.

- Beco sem saída -

A distensão olímpica abriu caminho para a possibilidade de uma cúpula entre Monn e o líder norte-coreano.

No entanto, Lankov adverte: "O maior problema não é entre as duas Coreias. O maior problema está entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos".

"Neste sentido, não há nenhuma quantidade de conversas entre o Sul e o Norte que vá alterar algo de forma significativa", observa.

O presidente sul-corano, menos inclinado a iniciar um diálogo com o Norte, se reuniu no domingo com o general norte-coreano Kim Yong Chol antes da cerimônia de encerramento.

A delegação norte-coreana teria se mostrado disposta a dialogar com Washington, segundo Seul.

No entanto, Pyongyang, que mantém uma postura desafiante, sempre defendeu que um diálogo com os Estados Unidos deve acontecer sem a existência de condições prévias.

Em resposta, a Casa Branca reiterou que primeiro Pyongyang deve dar passos concretos para uma desnuclearização de seu arsenal.

Kim Yo Jong não manteve qualquer interação com Mike Pence na cerimônia de abertura, apesar de estarem a poucos metros de distância.

Segundo os Estados Unidos, havia uma reunião prevista entre as delegações de Washington e Pyongyang nos dias seguintes, mas acabou sendo cancelada pelos norte-coreanos.

Na sexta passada, os Estados Unidos anunciaram um novo pacote de sanções, que Trump descreveu como as mais duras impostas até agora.

Com os dois lados poucos dispostos a concessões, Lankov analisa "é uma relação breve, que provavelmente vai ser seguida de outra escalada, outro período de tensão, provavelmente no início de abril".

Os Jogos de Pyeongchang foi um dos casos mais exemplares de uma desescalada das tensões durante os 17 dias de duração do evento, diz Koo, mas temas sensíveis como o programa nuclear ou os exercícios militares foram evitados.

"O problema é o que vem depois de Pyeongchang", conclui Koo.

25 fevereiro 2018

Noruega é a grande campeã dos Jogos de PyeongChang

 (Foto: Odd ANDERSEN/AFP)
Chegou ao fim a Olimpíada de Inverno de PyeongChang e, após 18 dias de competições, a Noruega se sagrou campeã no quadro geral de medalhas. A pequena nação nórdica é uma potência nos esportes de inverno e já é tradição brigar pela posição de país mais vitorioso dos Jogos. Alemanha e Canadá completara o “pódio” do quadro geral.
A disputa com a Alemanha pelo topo foi até a última medalha, literalmente. A Noruega conquistou a prova que encerrou a programação dos Jogos e empatou em ouro com os alemães. Como somou mais medalhas no total, garantiu o primeiro lugar. Foram 39 ao todo, 14 de ouro, 14 de prata e 11 de bronze, contra 31 do país germânico, sendo 14 de ouro, 10 de prata e sete de bronze.
A responsável pelo ouro que deu a liderança à Noruega foi a esquiadora e lenda do esqui cross-country Marit Bjoergen. A atleta de 37 anos conquistou cinco medalhas em PyeongChang, ouro nos 30km; bronze em velocidade por equipes, junto com Maiken Caspersen; ouro no revezamento 4x5km; prata no 7,5km sprint + 7,5km esquiatlo e bronze nos 10km. Essas conquistas levaram a norueguesa a se tornar a maior medalhista olímpica da história, com 15 medalhas, em cinco edições de Jogos.

Suécia leva ouro no curling feminino e se torna maior campeã
(Foto: WANG Zhao/AFP)
Encarando a surpresa da modalidade e donas da casa, Coreia do Sul, as suecas não permitiram que a zebra acontecesse e conquistaram seu terceiro ouro da história. A Coreia, pela primeira vez, conseguiu um lugar no pódio no Curling. Com equilíbrio nos dois primeiros ends da partida, a Suécia passou a dominar a partir do terceiro e fizeram 8 a 3 para as sul-coreanas desistirem no último end.

Atletas Olímpicos da Rússia superam Alemanha e são campeões do hóquei
(Foto: Brendan Smialowski/AFP)
A Rússia poderia ter sua bandeira no lugar mais alto do pódio do hóquei pela primeira vez na história em PyeongChang. No entanto, o país conquistou seu primeiro ouro na modalidade – após a extinção da União Soviética – jogando pela bandeira Olímpica de atletas russos. A final emocionante diante da Alemanha foi decidida na prorrogação, após a Rússia empatar o jogo faltando 50 segundos para o final do tempo normal. O 4 a 3 decretou o título e a festa para os russos.

Austríaca faz história e se torna primeira mulher campeã em duas modalidades
(Foto: Martin BERNETTI/AFp)
Jamais uma mulher havia conquistado o ouro em modalidades diferentes nos Jogos Olímpicos de Inverno. Ester Ledecka, da República Tcheca conseguiu o feito com apenas 22 anos. Favorita no snowboard slalom paralelo gigante, não foi surpresa a atleta faturar o ouro. Mas no esqui alpino Super G, ela estreava nos Jogos e não havia participado de nenhuma competição relevante e desbancou a experiência das adversárias. Com as duas medalhas, escreveu seu nome na história olímpica.
Fonte:Gazeta Esportiva

Bobsled brasileiro encerra participação em 23º lugar

 (Foto: Divulgação/COB)
O Brasil desceu mais uma vez com a equipe de Bobsled 4-man e não conseguiu tirar a diferença de 0.59 segundo para se classificar à final da categoria. Na madrugada deste domingo, o time brasileiro formado por Edson Bindilatti, Edson Martins, Odirlei Pessoni e Rafael Souza realizou a terceira descida e cravou o tempo de 49s80, terminando em 23º lugar.
Mesmo não se classificando para a final, a colocação conquistada é a melhor da história do país. Além disso, a descida do domingo foi a mais rápida da equipe na competição. Os atletas esperavam conseguir o resultado, mas reconhecem o desempenho apresentado. “Hoje nós mostramos que estamos evoluindo. Com essa colocação inédita, conseguimos provar que somos capazes de fazer um bom resultado, superando equipes tradicionais no bobsled mundial. Evoluímos muito neste ciclo, estamos andando muito perto das principais potências. Mesmo nos Jogos Olímpicos de Sochi, a gente ainda ficava muito distante deles e agora isso não acontece mais. Mesmo sem ter neve, os esportes de inverno estão evoluindo a cada dia no Brasil, mostrando que temos potencial”, completou.Odirlei Pessoni.
O 23º lugar colocou o Brasil na frente de República Tcheca, Austrália, China, Itália, Croácia e Romênia. Capitão do time, Edson Bindilatti projeta uma evolução ainda maior para os Jogos de Pequim, em 2022. “Quero chegar na próxima Olimpíada sem a menor dúvida de que vamos conseguir ficar entre os 15 melhores. Aqui na Coreia nós mostramos que temos condição para isso. Por isso fizemos a melhor colocação da história”, disse.
No topo do pódio, a Alemanha, tradicional na modalidade, conquistou o ouro, com o tempo de 3min15s85 após quatro descidas. A medalha de prata foi compartilhada pela segunda equipe da Alemanha e pela Coreia do Sul. As duas terminaram as quatro descidas com o mesmo tempo total (3min16s68). Pelo empate na prata, não houve medalhista de bronze.
Fonte:Gazeta Esportiva

24 fevereiro 2018

Bobsled brasileiro termina primeiro dia em 25º lugar e se distancia do top 20

(Foto: Divulgação/COB)
No penúltimo dia de Jogos Olímpicos de Inverno, o quarteto brasileiro de Bobsled fez sua primeira participação na prova 4-man que lhes deu a 25ª posição, faltando ainda a 3ª e última descida, que acontece no domingo, em PyeongChang. A soma conquistada pelas duas primeiras descidas foi de 1min39s69 e, agora, os brasileiros precisam recuperar 0.59 segundos para tentar buscar o top 20 e a chance de ter uma quarta descida.

O quarteto brasileiro é formado por Edson Bindilatti, Edson Martins, Odirlei Pessoni e Rafael Souza. O primeiro tempo do dia do trenó brasileiro foi de 49s75, alcançando 133,8km/h. O segundo, com a pista mais deteriorada, foi de 49s9.

“Fico chateado porque fizemos um bom push e uma boa pilotagem, mas o trenó não andou da forma como esperávamos. Temos que ajustar as lâminas para a terceira descida e fazer um bom trabalho amanhã (domingo). Andamos bem durante todo o treinamento, ficamos sempre entre os 20 primeiros. Temos que manter a esperança”, afirmou Bindilatti.

“A classificação para a bateria final ficou mais difícil, mas somos brasileiros e não podemos desistir. Se as outras equipes falharem amanhã (domingo), nós pegaremos essa vaga”, disse o carioca Rafael Souza, único da equipe brasileira que está estreando nos Jogos Olímpicos em PyeongChang. “Agora posso dizer que sou um atleta olímpico. Apesar de não ter sido uma boa estreia hoje (sábado), não estamos derrotados. Sabemos que, por nossa condição, temos equipe para estar entre os 20”, disse Rafael.

A terceira chance da equipe voltar à pista do Alpensia Sliding Centre a partir das 21h30 de sábado, do Brasil, manhã de domingo na Coreia.



Fonte:Gazeta Esportiva

23 fevereiro 2018

Brasileira cai e fica em último na final da patinação dos Jogos de Inverno

Foto: Lucy Nicholson/Reuters
Tendo entrado para a história por colocar o Brasil pela primeira vez na final da patinação artística individual dos Jogos Olímpicos de Inverno, Isadora Williams não conseguiu, nesta sexta-feira (23), repetir a boa apresentação da última quarta-feira. Ela sofreu uma queda e terminou a decisão em último lugar. A competição foi vencida pela russa Alina Zagitova, de 15 anos, que ficou com o ouro em PyeongChang.
A brasileira caiu no início da sua apresentação, ficando com 88,44 pontos no programa longo (144,18) no total, terminando sua participação na Coreia do Sul na 24ª posição.
Isadora, de 22 anos, filha de mãe brasileira e pai americano, nasceu nos Estados Unidos, mas representa o Brasil em torneios internacionais desde 2010. Após a prova, ela foi comunicada que será a porta-bandeira do país na cerimônia de encerramento, repetindo Sochi-2014.
A campeã Alina Zagitova fez hoje 156,65 pontos, ficando no total com 239,57. A medalha de prata ficou com sua compatriota Evgenia Medvedeva e o bronze foi para Kaetlyn Osmond, do Canadá.

22 fevereiro 2018

Estados Unidos acabam com jejum e vencem Canadá na final do hóquei

Equipe norte-americana levou a melhor em cima do Canadá (Foto: Ed Jones/AFP)
O dia com mais entregas de medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno, em PyeongChang, na Coreia do Sul, terminou bem para os norte-americanos. Além de serem a única equipe a ganhar dois ouros nesta quinta-feira — outros oito países subiram no lugar mais alto do pódio — os Estados Unidos ainda viram seu time de hóquei quebrar o jejum na final e vencer o Canadá por 3 a 2.

Pela quinta vez, em seis edições, os países da América do Norte se enfrentaram na final olímpica. Os EUA vinham de uma série de três derrotas para, dessa vez, depois de empate no tempo normal e na prorrogação, garantir a vitória nos shootouts.

O outro ouro dos Estados Unidos foi de David Wise, que selou bicampeonato olímpico no halfpipe, com a nota de 97,20. Foram precisas duas quedas do atleta para que ele, finalmente, triunfasse. O segundo lugar da disputa ficou para seu conterrâneo Alex Ferreira e o bronze com o neo-zelandês Nico Porteous.
Nico Porteous colocou a Nova Zelândia no pódio (Foto: Loic Venance/AFP)
Com o bom resultado de Porteos, a Nova Zelândia, que também foi bronze no Big Air, foi o 28º país a integrar o quadro de medalhas. Pouco depois, o ouro inédito da Hungria, no revezamento da patinação em pista curta, colocou outro time na lista. Assim, a Olimpíada de PyeongChang é recordista, com o maior número de países no pódio — em 2006, 2010 e 2014, foram 26.

O primeiro pódio do snowboard big air feminino ficou para a austríaca Anna Gasser, que foi seguida por Jamie Anderson, dos EUA, e pela neozelandeza Zoi Sadowski Synnott.

Na semifinal do curling, os suecos venceram a Suíça sem grandes dificuldades. Os norte-americanos, do outro lado da tabela, avançaram para a final em cima do Canadá. No combinado nórdico, por sua vez, Alemanha liderou, depois de 30 anos longe do ouro na modalidade que reúne esqui saltos e cross country. A prata ficou com a Noruega e o bronze foi da Áustria.

O dia também teve recorde mundial: dono da prata nos últimos Jogos, o chinês Dajing Wu levou a melhor nos 500m da patinação de velocidade em pista curta, com tempo de 39s584.


Fonte:Gazeta Esportiva

Ivanka Trump e general da Coreia do Norte assistirão o encerramento dos Jogos de Inverno

O general Kim Yong Chol foi o escolhido de Kim Jong-un, Ivanka Trump a de Donald Trump Foto:Divulgação
A filha mais velha do presidente americano Donald Trump, Ivanka, e um importante general norte-coreano, Kim Yong Chol, assistirão no domingo a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, que ajudaram a reduzir a tensão entre as Coreias.

Os Jogos organizados na Coreia do Sul interromperam uma escalada de acusações, ameaças e insultos entre Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un, com uma intensa atividade diplomática em uma das regiões mais tensas do mundo.

Na cerimônia de abertura estiveram presentes a irmã de Kim, Kim Yo Jong, e o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que não se cumprimentaram, apesar da proximidade.

Kim Yo Jong se reuniu com o presidente sul-coreano Moon Jae-in, a quem transmitiu o convive de seu irmão para uma visita a Pyongyang, a capital norte-coreana.

Para o encerramento do evento, apresentados como os "Jogos da Paz", Trump decidiu recorrer à filha Ivanka, que certamente terá um impacto maior que Pence.

"Fã dos esportes de inverno", Ivanka Trump vai liderar a delegação americana, que também contará com a porta-voz do governo Sarah Sanders.

O general Kim Yong Chol, que presidirá a delegação norte-coreana, é responsável pelas relações intercoreanas no partido que governa o país.

A presença de Kim Yong Chol chama a atenção, já que os sul-coreanos suspeitam que ele deu a ordem para torpedear a corveta sul-coreana Cheonan em 2010, uma ação que matou 46 marinheiros.

O ataque foi realizado por um submarino norte-coreano, segundo uma investigação internacional, o que Pyongyang nega.

O ministério sul-coreano da Defesa também relacionou o seu nome aos disparos de 170 obuses e foguetes contra a ilha de Yeonpyeong em 2010, que deixaram quatro mortos, incluindo dois civis.

O general Kim Yong Chol não é alvo das sanções da ONU contra autoridades norte-coreanas, mas sofre medidas de retaliação decididas pelo Sul.

Ivanka Trump chegará a Seul na sexta-feira e vai jantar com o presidente Moon Jae-in na Casa Azul, sede do governo.

Moon também receberá a delegação sul-coreana.

Ivanka não tem nenhuma previsão de contato com os representantes norte-coreanos, informou uma fonte do governo dos Estados Unidos.

De acordo com o Departamento de Estado, durante sua visita Mike Pence estava disposto a se reunir com uma delegação de altos funcionários norte-coreanos à margem dos Jogos, mas o breve encontro foi cancelado no último momento por Pyongyang.

A Coreia do Norte, que reivindica o status de potência nuclear, aproveitou os Jogos de Inverno para iniciar uma ofensiva diplomática, com o envio de atletas, artistas e animadoras de torcida.

Corte Arbitral confirma doping no curling e russos perdem medalha de bronze

(Foto: Wang Zhao/AFP)
Nesta quinta-feira, a Corte Arbitral do Esporte confirmou a destituição da medalha de bronze conquistada pelos russos Aleksandr Krushelnitckii e Anastasia Bryzgalova, pela categoria de duplas mistas do curling nos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang. O primeiro deles foi flagrado pelo exame antidoping, em função do uso de meldonium. O terceiro lugar, portanto, foi repassado à dupla da Noruega, formada por Magnus Nedregotten e Kristin Skaslien.

O Meldonium é a mesma substância que tirou Maria Sharapova das quadras por 15 meses. Pode fazer parte da composição de remédios para manutenção da pressão sanguínea e outras doenças ligadas ao coração, mas também pode causar efeitos que melhoram as performances do indivíduo. A substância foi considerada ilegal pela Wada (Agência Mundial Antidoping) apenas no final de 2016.

O fato ocorre justamente em uma época conturbada na história do esporte russo. Após os escândalos de doping, que provocaram o banimento da delegação de atletismo do país nas Olimpíadas de 2016, o COI (Comitê Olímpico Internacional) excluiu a Rússia dos Jogos de Inverno de 2018. Apenas atletas selecionados pela entidade estão competindo, sem defender a bandeira. Em caso de medalha de ouro, os “Atletas Olímpicos da Rússia”, como foram denominados para as competições na Coreia do Sul, não têm o hino de seu país tocado.


Fonte:Gazeta Esportiva

Michel Macedo não completa prova e se despede dos Jogos de Inverno

(Foto: Divulgação)
Recém-recuperado de lesão no joelho, Michel Macedo não completou sua primeira descida no Slalom Especial do esqui alpino e se despediu dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang nesta quarta-feira. A falta de ritmo, devido ao tempo destinado à recuperação do trauma que sofreu em consequência de uma queda nos treinamentos, e as adversidades da pista prejudicaram sua performance.

“Eu estava preparado, me sentindo muito bem e confiante. Os últimos dias de treino foram muito bons, meu joelho melhorou, consegui fazer boas descidas no treino. Estava mandando ver, achei que estava esquiando bem. Tentei acelerar um pouco no final para fazer um bom tempo, mas acabei perdendo uma porta”, afirmou o jovem de 19 anos, como informa a publicação do COB (Comitê Olímpico do Brasil).
Macedo se contundiu em seu terceiro dia de treinamentos na Coreia do Sul. O brasileiro disputaria três competições nesta edição dos Jogos de Inverno, mas o período em que esteve em recuperação o tirou das duas primeiras, o Combinado e o Super G. O Slalom Especial, portanto, foi sua primeira e última prova em PyeongChang.

Dos 106 competidores do slalom especial nesta quarta, apenas 43 completaram a prova. O gelo puro provou muitas quedas de grande parte dos atletas, enquanto uma outra parcela sofreu para passar por todas as portas, incluindo o austríaco Marcel Hischer e o norueguês Henrik Kristoffersen, favoritos ao pódio da modalidade.


Fonte:Gazeta Esportiva

08 fevereiro 2018

Em sua oitava edição, japonês bate recorde nas Olimpíadas de Inverno

(Foto: Jonathan NACKSTRAND/AFP)
O primeiro dia de competições nas Olimpíadas de Inverno em PyeongChang já reservaram o primeiro recorde. Antes mesmo da abertura em solo sul-coreano, programada para a próxima sexta-feira, o esquiador Noriaki Kasai bateu o recorde ao se tornar o atleta com mais participações no evento esportivo na neve, oito no total.
Hoje com 45 anos, Kasai começou sua trajetória nos esportes de inverno aos 19 anos. Sua primeira Olimpíada, porém, foi em 1992 na edição de Abertville, na França. Desde então, disputou os Jogos de Lillehammer em 1994, Nagano 1998, Turim 1996, Salt Lake City 2002, Vancouver 2010, Sochi 2014. O atleta conquistou três medalhas e mais oito em Mundias. O recorde superado nesta quinta-feira era do russo Albert Demchenko, com sete participações.
Não é a primeira vez que Noriaki Kasai supera um eito como esse. Em novembro de 2014, após conquistar uma medalha de prata nos Jogos de Sochi, o japonês se tornou o atleta mais velho a vencer uma etapa da Copa do Mundo da modalidade, com 42 anos e 176 dias.
No primeiro dia de salto com esquis, o atleta japonês terminou a primeira qualificação em 19º lugar, com 64.1 pontos. Posteriormente, avançou para a próxima fase, entre os 50 classificados, na 20ª posição. A final da modalidade acontece no próximo sábado.

Fonte:Gazeta Esportiva

07 fevereiro 2018

Jogos Olímpicos de Inverno terão dez brasileiros na disputa

(Foto: Divulgação/CBDN)
Nesta quinta-feira (ainda quarta-feira no Brasil), começam os Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, na Coreia do Sul. O evento, que se estende até o dia 25 deste mês, terá abertura no dia 9, às 9h (horário de Brasília), no PyeongChang Olympic Stadium. Ao todo, dez atletas representarão o verde e amarelo nas temperaturas abaixo de zero do condado de PyeongChang, localizado na província de Gangwon, no nordeste da Coreia do Sul.
O curling abre os Jogos e será disputado no Gangneung Curling Centre. As quatro partidas de duplas mistas começam às 22h05 (horário de Brasília).
Na competição, serão disputadas 14 modalidades. O brasileiros, entretanto, fazem parte de apenas cinco delas. Isabel Clark representará o verde e amarelo no snowboard, Isadora Williams na patinação artística, Michel Macedo no esqui alpino e Jaqueline Mourão e Victor Santos no esqui cross-country. Seus conterrâneos Edson Bindilatti, Odirlei Pessoni, Rafael Souza, Edson Martins e Erick Vianna (reserva) competirão bobsled.
Além dessas modalidades, serão disputadas também skeleton, luge, curling, hóquei, patinação de velocidade, combinado nórdico, salto com esqui, biatlo e esqui estilo livre. Ao todo, 92 nacionalidades participarão dos Jogos.
Nesta edição das Olimpíadas, o japonês Noriaki Kasai, atleta do salto de esqui, baterá o recorde de participações em Jogos de Inverno, somando oito vezes na competição.

Fonte:Gazeta Esportiva

06 fevereiro 2018

Jaqueline iguala recorde de participações olímpicas brasileiras

 (Foto: Divulgação/COB)
Prestes a participar de mais uma Olimpíada de Inverno, Jaqueline Mourão vai acumular seis Jogos Olímpicos, sendo assim a mulher com mais participações, ao lado de Formiga, do país. No lado dos homens, Torben Grael e Robert Scheidt da vela, Rodrigo Pessoa do hipismo e Hugo Hoyama do tênis de mesa também têm foram a seis edições representando o Brasil.
Jaqueline, no entanto, participou de duas Olimpíadas de Verão, irá para sua quarta de Inverno e é a única brasileira a estar nos dois torneios. Atleta de Mountain Bike, acumulou diversos recordes nacionais e foi a primeira mulher a se classificar aos jogos na modalidade. A partir de 2006, na edição de Turim, disputa a modalidade de estilo livre de cross country.
Aos 42 anos, a atleta disputa a prova de 10km de estilo livre de cross country e comemora a marca.“É uma honra igualar o número de participações de atletas que eu tanto admiro. No início da minha carreira eu não imaginava chegar a tantas Olimpíadas. Estou muito feliz em estar aqui de novo e logo na prova que mais adoro, que são os 10km estilo livre. Me sinto muito feliz e honrada em estar escrevendo o nome do meu país na história olímpica. Hoje eu sou muito mais tranquila e confiante. Tive um ciclo olímpico muito bom, estou melhorando as minhas marcas e sei que hoje tenho o meu lugar no cross-country. Quero dar trabalho às atletas dos países mais tradicionais na modalidade e mostrar que o Brasil pode competir entre os melhores”, afirmou Mourão.

Epidemia afasta mais de mil funcionários três dias antes das Olimpíadas

(AFP PHOTO / WANG Zhao)
As Olimpíadas de Inverno de PyeongChang sofreram um golpe contra os funcionários de segurança que trabalhariam no evento. Faltando apenas três dias para o início, mais de 1200 agentes foram afastados por conta de uma epidemia, que, até o momento, levou 41 a serem diagnosticados com o norovírus, sofrendo de diarréia e náuseas. Todos os que tiveram contato com os contaminados estão em quarentena, sendo observados, enquanto aguardam os resultados dos exames.
Para substituir os agentes afastados, 900 militares foram enviados para trabalhar nas Olimpíadas. Para os turistas, atletas e moradores da cidade, o COI já distribui folhetos com instruções para se proteger do vírus. Em entrevista coletiva, o presidente do Comitê de PyeongChang 2018, Lee Hee-beom falou sobre a epidemia.
“Como presidente do comitê organizador, gostaria de me desculpar pela situação. O Centro de Controle de Doenças da Coréia está realizando testes nos funcionários das acomodações. Estamos correndo para finalizá-los logo e impedir que este vírus tenha algum impacto nos atletas ou na Família Olímpica. Esses 1.200 agentes não voltarão aos seus postos de trabalho e estão sob testes clínicos. A informação é de que demora entre 12 e 48 horas até o vírus afetar uma pessoa, então aqueles que foram expostos à doença foram isolados em suas acomodações. Enquanto isso, estamos tentando descobrir a causa e o número exato de paciente”, declarou o presidente.

01 fevereiro 2018

Bandeira norte-coreana é exposta na Coreia do Sul devido aos Jogos de Inverno

 (Foto: YONHAP / AFP)
As sempre tensas relações entre as Coreias do Norte e do Sul parecem estar, aos poucos, sendo amenizadas graças aos esporte. Após anunciarem que desfilarão juntas e terão um time em conjunto nos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecem em PyeongChang, na Coreia do Sul a partir da semana que vem, nesta quinta-feira a bandeira do pais do norte foi hasteada na parte sulista do país.

O fato chama a atenção já que qualquer tipo de elogio, bem como o ato de expor a bandeira, do país vizinho é considerado crime na Coréia do Sul, com pena prevista para sete anos. Vale lembrar que os países seguem, teoricamente, em guerra, já que não houve um tratado de paz entre as nações, apenas um armistício desde 1953.

No entanto, devido a uma exigência feita pelo COI, em que prevê que todos os países que disputassem o evento estivessem representados, a justiça local providenciou uma isenção para as sedes olímpicas.
Ainda nesta quinta, parte da delegação norte-coreana chegou ao local do evento num raro voo de uma Coreia para a outra. Na semana passada, as atletas da Coreia do Norte de hóquei feminino á haviam chegado para que pudessem treinar com as atletas sul-coreanas, que serão suas companheiras durante a competição.

(Foto: JEON HEON-KYUN/ AFP PHOTO)
A partir da próxima segunda-feira, as delegações dos outros países do planeta irão aterrissar em solo sul-coreano e serão recepcionados pela Guarda Militar de Honra do país. A única exceção a essa receptividade será a Coreia do Norte, que contou com o auxilio de civis voluntários.

Apesar de não existir uma justificativa oficial para esta diferenciação, a mídia local informa que o governo não deseja que soldados sul-coreanos saúdem os símbolos inimigos.


Fonte:Gazeta Esportiva

TAS cancela punição de 28 atletas russos acusados de doping

(Foto: GRIGORY DUKOR / AFP)
O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) anunciou nesta quinta-feira que cancelou a pena de 28 dos 42 atletas russos que entraram com recursos para encerrar a punição realizada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Além dos que obtiveram sucesso em seu recurso, outros 11 atletas tiveram as suas apelações parcialmente aceitas e outros três ainda serão julgados.
Segundo nota divulgada pelo órgão responsável pela anulação, estes 28 atletas não apresentavam evidências suficientes para comprovar o doping. O comunicado revela ainda que a decisão foi tomada de maneira unanime e que as evidências trazidas pelo COI tinham pesos diferentes em cada caso individual.
Confira a lista dos atletas:
(Foto: Reprodução)
Os 28 atletas que tiveram sua pena cancelada são divididos da seguinte maneira entre os esportes: quatro do Bobsled, cinco do Skeleton, outro do Cross Country, quatro da patinação de velocidade, dois lugers e cinco atletas do hóquei no gelo.
Apesar da pena revista pelo TAS, o COI fez questão de relembrar que os atletas não estão liberados para a disputa dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, que se inicia na semana que vem. O motivo se deve a decisão do Conselho Executivo que escolheu excluir a Rússia da disputa e possibilitar apenas atletas convidados do país participar da competição. Dessa forma, o fato de não estar mais suspenso não garante que o atleta está convidado a participar do evento.

Fonte:Gazeta Esportiva

03 janeiro 2018

Aos 19 anos, Michel Macedo garante vaga nas Olimpíadas de Inverno

Michel Macedo tem apenas 19 anos (Foto: Arnt Folvik – YIS/COI)
A delegação brasileira para os Jogos Olímpicos de Inverno já tem seu primeiro representante dos esportes de neve definido. Michel Macedo, jovem esquiador de 19 anos, disputará sua primeira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno em PyeongChang (Coréia do Sul) nas provas técnicas da tradicional modalidade de esqui alpino.
“A sensação da classificação é muito emocionante. É legal porque finalmente posso ver meu esforço e trabalho começarem a se revelar. Estou bem emocionado por essa classificação para os meus primeiros Jogos Olímpicos”, contou Macedo, natural de Fortaleza, no Ceará.
Residente em Oregon, nos Estados Unidos, Macedo trilha caminho de grandes conquistas desde cedo, figurando entre os principais esquiadores do circuito norte-americano nas diferentes categorias que disputou. Como grande feito na carreira até aqui, o atleta registra um Top 15 nos Jogos Olímpicos da Juventude em Lillehammer 2016, até hoje o melhor resultado brasileiro olímpico na modalidade.
“O Michel tem se destacado desde as categorias de base pelo talento e dedicação e caminha de forma consistente para se tornar um dos melhores atletas brasileiros da modalidade. A primeira classificação para os Jogos Olímpicos com apenas 19 anos vai ser muito importante para o seu desenvolvimento e carreira”, pontuou Pedro Cavazzoni, CEO da Confederação Brasileira de Desportos na Neve.
Apesar de jovem o atleta já subiu ao pódio em nove provas internacionais válidas para a Federação Internacional de Ski (FIS), e nos últimos 12 meses, quebrou quatro dos cinco recordes nacionais de Ski Alpino. Agora, Michel Macedo foca todas as suas atenções para os dias 18 e 22 de fevereiro de 2018, quando disputa as provas de Slalom Gigante e Slalom no Yongpyong Alpine Centre.
“Minha preparação não muda muito em relação ao plano original. Vou competir e treinar durante janeiro e começo de fevereiro. Colocarei um último esforço para melhorar ainda mais antes do início dos Jogos. Tenho muita expectativa pelo impacto que os Jogos podem ter na minha carreira e desenvolvimento como atleta. Acredito que posso conseguir resultados muito bons para o Ski Alpino brasileiro”, concluiu.

Fonte:Gazeta Esportiva

12 dezembro 2017

Rússia dá aval para atletas participarem dos Jogos de Inverno em 2018

Rússia foi proibida de participar dos Jogos de Inverno de 2018 (Foto: IOC)
Os atletas russos que pretendem disputar os Jogos de Inverno da Coreia do Sul, em 2018, sob a bandeira olímpica, terão apoio unânime da Rússia, afirmou o Comitê Olímpico do país, nesta terça-feira.
Na última semana, a Rússia foi proibida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) de participar dos Jogos de Inverno de PyeongChang por conta de escândalos envolvendo o país e sistemas de manipulação de regrar anti-doping. Os atletas que comprovarem não participar do “esquema”, serão convidados a participar do torneio, sendo denominados “Atletas Olímpicos da Rússia”.
“Foi avaliada a possibilidade de participar dos Jogos Olímpicos (de Inverno). Vários atletas participaram da reunião do Comitê Russo, eles sonham em disputar. Decidimos que temos que ir, mostrar nossa capacidade. Apoiamos a decisão dos atletas de ir aos Jogos de Inverno. A decisão do COI não foi justa, mas respeitamos a decisão. Faremos de tudo para que os atletas não sintam dificuldade durante os Jogos. Em breve teremos que ver os detalhes sobre a participação dos atletas russos”, afirmou Alexander Zhukov, presidente do Comitê Olímpico Russo em reunião em Moscou, nesta terça.
O presidente também confirmou que ainda nesta semana será feita uma reunião na Suíça entre russos e membros do COI para debater a participação de atletas do país em PyeongChang. O mandatário ainda disse que mais de 200 atletas russos têm possibilidade de competir. “Esperamos que os melhores atletas sejam convidados para participar. Teremos que estudar vários assuntos e detalhes com o COI”, acrescentou Zhurkov.
Uma banca definirá quais atletas russos terão permissão para permitir. Os escândalos de doping dos esportistas russos já causaram diversos problemas para o país, como a cassação de medalhas de medalhistas olímpicos.

Fonte:Gazeta Esportiva
 
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