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02 dezembro 2018

Alemanha e Holanda juntas nas eliminatórias da Eurocopa; Espanha tem chave acessível

Técnico da Inglaterra Gareth Soutghatede chega para assistir o sorteio das eliminatórias da Eurocopa-2020, dia 2 de dezembro de 2018, em Dublin.(AFP / Paul Faith)
Alemanha e Holanda vão se enfrentar no grupo C pelo principal duelo das eliminatórias da Eurocopa-2020, segundo sorteio realizado pela Uefa neste domingo em Dublin.

Facilmente superados pela Laranja Mecânica na Liga das Nações no jogo de dia (3-0), e arrancando um empate na partida de volta (2-2), a Mannschaft caiu para a segunda divisão da nova competição europeia de seleções, perdendo seu status de cabeça de chave.

"Eu diria que é um grupo de dificuldade normal. Holanda e Alemanha são favoritas, deveriam se classificar as duas", indicou o técnico alemão Joachim Low sobre o grupo que também conta com Irlanda do Norte, Estônia e Bielorrússia.

A atual campeã mundial França teve mais sorte no grupo H. Griezmann, Mbappé e companhia terão pela frente Islândia, Turquia, Albânia, Moldávia e Andorra. Os 'Bleus' nunca perderam contra essas equipes em competições oficiais.

A Espanha também teve um sorteio favorável e vai enfrentar Suécia, Noruega, Romênia, Ilhas Faroe e Malta em busca da classificação. Já Portugal, atual campeão da Europa, medirá forças contra Ucrânia, Sérvia, Lituânia e Luxemburgo no grupo B.

A Itália está no grupo J e tem Bósnia e Grécia como principais rivais na chave. A Croácia, vice-campeã mundial, larga como favorita num equilibrado grupo E que conta com País de Gales, Eslováquia, Hungria e Azerbaijão.

O sorteio contou com várias condicionantes prévios. Inglaterra, Suíça, Portugal e Holanda, classificadas para o quadrangular final da Liga das Nações, estão em grupos de cinco equipes e estão dispensadas da terceira rodada da eliminatória.

-- Sorteio da fase de grupos para as eliminatórias da Eurocopa-2020:

Grupo A: Inglaterra, República Tcheca, Bulgária, Montenegro, Kosovo

Grupo B: Portugal, Ucrânia, Sérvia, Lituânia, Luxemburgo

Grupo C: Holanda, Alemanha, Irlanda dol Norte, Estônia, Bielorrússia

Grupo D: Suíça, Dinamarca, Irlanda, Geórgia, Gibraltar

Grupo E: Croácia, País de Gales, Eslováquia, Hungria, Azerbaijão

Grupo F: Espanha, Suécia, Noruega, Romênia, Ilhas Faroe, Malta

Grupo G: Polônia, Áustria, Israel, Eslovênia, Macedônia, Letônia

Grupo H: França, Islândia, Turquia, Albânia, Moldávia, Andorra

Grupo I: Bélgica, Rússia, Escócia, Chipre, Cazaquistão, São Marino

Grupo J: Itália, Bósnia, Finlândia, Grécia, Armênia, Liechtenstein

16 agosto 2018

Lukaku admite aposentadoria da Bélgica após a Eurocopa

Lukaku deverá sair da seleção belga logo depois da Eurocopa (Foto: AFP)
Um dos melhores jogadores da última Copa do Mundo, Romelu Lukaku pode se despedir da Bélgica. O jogador tem a intenção de se aposentar da seleção logo depois da Eurocopa de 2020.

Em entrevista ao site Business Insider, o atacante do Manchester United deixou a possibilidade de se retirar da Bélgica após a competição. “Depois da Euro, penso que irei parar”, afirmou o jogador, de apenas 25 anos e duas participações em Copas do Mundo.

Além disso, o centroavante fez questão de ressaltar a histórica campanha da seleção, que resultou no terceiro lugar, a melhor participação da equipe no Mundial. Por fim, projetou um novo patamar alcançado pelos Diabos Vermelhos, tendo a obrigação de alcançar voos maiores nas próximas competições que disputar.

“Para nós, enquanto país, temos de entrar em cada grande torneio para chegar às semifinais, e partir desse ponto. Chegar lá para ganhar tudo, mas não se contentar com menos do que as semifinais”, pontuou.

Pela Bélgica, foram 75 partidas e 40 gols. Na Copa, anotou quatro tentos, mas foi peça fundamental para a seleção chegar ao terceiro lugar, brilhando na partida diante do Brasil.



Fonte:Gazeta Esportiva

20 janeiro 2017

Alemanha oficializa candidatura para receber a Eurocopa em 2024

Estádio de Berlim recebeu a final da Copa de 2006 (Foto: AFP)

A Alemanha decidiu, nesta sexta-feira, que concorrerá para ser sede da Eurocopa de 2024. Dirigentes do futebol do país se reuniram e definiram que vão tentar receber o principal torneio continental de seleções da Europa.
Os próximos passos agora já estão definidos. Até o dia 3 de março, a Federação Alemã precisa enviar à Uefa um documento oficializando a candidatura. Além disso, precisará listar dez cidades que poderão receber os jogos da competição.

“Sediar a Euro será um projeto muito interessante para o futebol alemão. Nós já temos estádios e infraestrutura suficientes e já sabemos como fazer um evento sustentável economicamente”, explicou o presidente da Federação, Reinhard Grindel. Vale lembrar que a Alemanha sediou a Copa do Mundo em 2006, modernizando seus estádios.
Além da Alemanha, que oficializou sua candidatura, outros países já demonstraram interesse em receber a Euro 2024. A Turquia pretende sediar o evento, assim como Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia estão planejando uma campanha conjunta.
A próxima Eurocopa, em 2020, não terá sede fixa. 13 países receberão partidas da competição. Destaque para o estádio Wembley, em Londres, que será o local das semifinais e da grande decisão do torneio.

Fonte:Gazeta Esportiva

24 julho 2016

Após decepção no profissional, França é campeã da Eurocopa sub-19

França goleou a Itália na decisão (Foto: Daniel Roland/AFP)

Há duas semanas, a França perdeu a final da Eurocopa para Portugal, por 1 a 0, e desperdiçou a chance de levantar a taça dentro de casa. Neste domingo, nas categorias de base, o país comemorou o título continental.
Na Alemanha, os franceses bateram a Itália por 4 a 0, em Sinsheim, e conquistaram o Europeu sub-19 pela oitava vez na história. Os gols da decisão foram marcados por Augustin, Blas, Tousart e Diop. O autor do primeiro tento foi também o artilheiro da fase final da competição, com seis gols em cinco jogos.
A curiosidade do torneio foi que a França superou os portugueses, algozes da Euro profissional, na semifinal. Com dois gols de Mbappe e um de Blas, a equipe de Ludovic Batelli fez 3 a 1, avançando à decisão. Os italianos, por sua vez, haviam superado a Inglaterra, por 2 a 1, com dois gols de Dimarco.
O Europeu sub-19 deste ano definiu também os cinco países que representarão o continente no Mundial sub-20 de 2017, que acontecerá na Coreia do Sul, entre os dias 20 de maio e 11 de junho. Além dos quatro semifinalistas (França, Itália, Portugal e Inglaterra), a Alemanha também garantiu sua vaga.
O Brasil ainda não sabe se disputará o Mundial sub-20 do próximo ano. A definição dos países sul-americanos acontecerá entre janeiro e fevereiro de 2017, quando acontece o Sul-Americano sub-20, no Equador.

Fonte:Gazeta Esportiva

11 julho 2016

Seleção francesa é recepcionada por presidente após derrota na Euro

Francois Hollande recebeu os jogadores da seleção francesa, vice- campeã da Euro (Foto: AFP/Stephane de Sakutin)

Não foi apenas a seleção portuguesa que foi recebida pelo presidente do país em sua volta à casa. Os franceses, vice-campeões da Eurocopa, também se encontraram com o chefe de Estado ao lado de milhares de fãs nesta segunda-feira.
Fracois Hollande, presidente francês, recebeu os atletas no palácio Elysee para agradecer aos valores de união promovidos pela seleção durante a disputa do torneio. Os jogadores, com a aparência cansada, cumprimentaram o líder nacional.
Antoine Griezmann, goleador da competição com seis gols marcados, trocou algumas palavras com o Hollande, que o encorajou a não perder a esperança. O presidente ainda insistiu que a derrota na final de domingo marcou não o fim, mas sim o começo de uma jornada que poderá terminar com o título da Copa do Mundo 2018.
“Depois de ontem à noite, ficamos muito mal e foi tudo bastante difícil. Esta cerimônia pode nos dar algo para sorrir. Temos um grande grupo e queremos vencer”, afirmou o atacante Olivier Giroud.

Fonte:Gazeta Esportiva

Griezmann é escolhido melhor jogador da Eurocopa; Time ideal tem CR7

Griezmann brilhou na Eurocopa e foi escolhido o melhor jogador do torneio (Foto: FRANCK FIFE/AFP)

A Uefa anunciou nesta segunda-feira as premiações para os melhores atletas que jogaram na Eurocopa, encerrada no último domingo com o título de Portugal sobre a anfitriã França na decisão. E apesar de não levantar a taça, o atacante Antoine Griezmann foi escolhido o melhor jogador do torneio.
O jogador do Atlético de Madrid foi o artilheiro da competição com seis gols e levou também o prêmio da Chuteira de Ouro. Um dos principais expoentes ofensivos da França na Euro, teve grandes atuações individuais sobretudo na segunda fase, sendo crucial nas vitórias sobre Irlanda nas oitavas e Alemanha nas quartas de final, em que balançou as redes.
Também foi escolhido o time ideal do campeonato, com os 11 melhores jogadores de todo o torneio, e o campeão Portugal foi seleção mais representada na escalação, com 4 atletas. Cristiano Ronaldo marca presença no time, depois de ser o herói da semifinal contra o País de Gales e acabar saindo precocemente da decisão do último domingo com lesão no joelho.
O time ideal da Eurocopa tem: Rui Patrício (Portugal); Joshua Kimmich (Alemanha), Boateng (Alemanha), Pepe (Portugal) e Raphael Guerreiro (Portugal); Toni Kroos (Alemanha), Joe Allen (País de Gales), Aaron Ramsey (País de Gales) e Payet (França); Griezmann (França) e Cristiano Ronaldo (Portugal).

Fonte:Gazeta Esportiva

10 julho 2016

Portugal é o décimo país a ser campeão da Eurocopa


Portugal tornou-se neste domingo o décimo país diferente a levantar a taça de campeão da Eurocopa, competição criada em 1960. O título foi conquistado com um gol de Éder, já aos 4 minutos do segundo tempo da prorrogação contra a França, dona da casa, no estádio de Saint-Denis.
O título, por sinal, serve praticamente como uma resposta à derrota dos portugueses para Grécia, em 2004. Na ocasião, eles eram os donos da casa, mas acabaram superados pela força dos visitantes, com gol também marcado na prorrogação.
Os outros campeões são a União Soviética, primeira a levantar o troféu, Espanha e Alemanha, maiores campeãs com três títulos cada, além de França (dois), Itália, Tchecoslováquia, Holanda, Dinamarca e a própria Grécia.
Veja a lista dos campeões:
1960 União Soviética
1964 Espanha
1968 Itália
1972 Alemanhã Ocidental
1976 Tchecoslováquia
1980 Alemanha Ocidental
1984 França
1988 Holanda
1992 Dinamarca
1996 Alemanha
2000 França
2004 Grécia
2008 Espanha
2012 Espanha
2016 Portugal

Fonte:Gazeta Esportiva

Sem Ronaldo, Éder decide e Portugal frustra a França para levar a 1ª Euro


O cenário parecia perfeito para uma festa francesa, com estádio lotado, geração talentosa em campo e um rival sem o seu melhor jogador desde os 15 minutos do primeiro tempo. O que os franceses não contavam, no entanto, era com o atacante Éder, que atua no Lille. Coadjuvante durante toda a campanha portuguesa, ele fez um belo gol no segundo tempo da prorrogação, calou o Stade de France e sacramentou a vitória por 1 a 0 de Portugal sobre a França, neste domingo.
Foi a primeira conquista portuguesa na Eurocopa, coroando, apesar da ausência na decisão, a participação de Cristiano Ronaldo com o seu país. Chorando copiosamente com a conquista, ele agora celebra um patamar não alcançado por nenhum outro atleta português na sua história. Os franceses, por sua vez, desperdiçam a chance de serem tricampeões e perdem um torneio em casa pela primeira vez. Antes, haviam vencido a Euro de 1984 e a Copa de 1998, essa sobre o Brasil, com um 3 a 0 na final.
Aplausos e choro de Ronaldo roubam a cena
A etapa inicial da decisão não reservou muitas emoções aos presentes no estádio de Saint-Denis. Apesar da linda festa na execução dos hinos de França e Portugal, o mais interessante passou longe de acontecer com a bola rolando.
O primeiro lance de perigo saiu aos dez minutos, dos pés de Griezmann. O atacante do Atlético de Madrid recebeu lançamento na entrada da área e tentou surpreender com um toque de cabeça por cobertura, exigindo grande defesa de Rui Patrício, no ângulo direito. No escanteio batido na sequência, Giroud subiu mais alto que a zaga, mas o arqueiro fez defesa tranquila.
Os holofotes, no entanto, voltaram-se rapidamente para Cristiano Ronaldo, que  Após dez minutos se arrastando em campo por conta de uma trombada com Payet, Cristiano saiu de campo aplaudido de pé tanto por franceses quanto por portugueses, chorando muito na maca. Quaresma entrou no seu lugar.
Por incrível que pareça, os portugueses melhoraram sem seu astro, diminuindo bastante a pressão adversária e conseguindo segurar a bola no campo de ataque. Tanto que, até o intervalo, a única chance saiu com o volante Sissoko, o melhor dos primeiros 45 minutos, que recebeu bom passe de Payet já dentro da área, girou com facilidade sobre a marcação de Cédric e chutou forte para outra boa defesa do goleiro português.
Jogo melhora e França bate na trave
No começo do segundo tempo, o duelo continuou cercado de bastante tensão e poucos lances de perigo. Os primeiros 20 minutos passaram no mesmo roteiro da primeira etapa, com os portugueses marcando muito forte na entrada da área e os franceses mostrando bastante dificuldade.
O panorama mudou quando o técnico Didier Deschamps tirou de campo Payet, um dos xodós da torcida, e promoveu a entrada do jovem Coman. Rápido, o jogador do Bayern de Munique conseguiu criar bons lances pelo lado esquerdo e colocou companheiros na cara do gol.
O primeiro foi Griezmann, aos 20, que cabeceou livre dentro da área, mas mandou para fora. Dez minutos depois, Giroud recebeu passe rasteiro pelo lado esquerdo da área e chutou cruzado para boa defesa de Rui Patrício. Foi o último lance do centroavante, que deu lugar a Gignac na sequência.
Bem postado defensivamente, Portugal ainda se arriscou no ataque, já com Éder na função de centroavante, com Nani e Quaresma abertos pelos lados. E foi exatamente dos dois jogadores de lado que saiu o único lance de perigo, quando Nani cruzou fechado da direita, Lloris soltou e Quaresma virou uma bicicleta, exigindo boa recuperação do goleiro francês.
O principal lance de perigo, no entanto, ficou para os acréscimos. Gignac recebeu cruzamento quase dentro da pequena área. Com categoria, protegeu e girou para cima de Pepe, deixando o zagueiro do Real Madrid no chão. Na hora de finalizar, porém, carimbou a trave.
Herói improvável
O primeiro tempo da prorrogação foi de mais estudo que qualquer outra coisa, deixando tudo de melhor reservado para a parte final. E foi logo com quatro minutos que os portugueses vieram à forra. Um minuto depois de Raphael bater falta no travessão, Éder ganhou lance de Koscielny na intermediária, girou e bateu forte, rasteiro, sem chances de defesa para Lloris.
A partir dali, os portugueses conseguiram anular praticamente todas as alternativas dos anfitriões, totalmente perdidos por conta das desvantagens. Com Cristiano Ronaldo de auxiliar técnico, a taça foi mesmo para as mãos portuguesas.
FICHA TÉCNICA
PORTUGAL 1 X 0 FRANÇA
Local: Stade de France, em Paris (França)
Data: 10 de julho de 2016 (Domingo)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: Mark Clattenburg (Inglaterra)
Assistentes: Simon Beck (Inglaterra) e Jake Collin (Inglaterra)
Cartões amarelos: Cédric, João Mário, Raphael, William e Rui Patrício (Portugal); Umtiti, Matuidi, Koscielny e Pogba (França)
Gols: Éder, aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação
PORTUGAL: Rui Patrício, Cédric, Pepe, José Fonte e Raphael Guerreiro; Willian Carvalho, João Mário, Adrien Silva (João Moutinho) e Renato Sanches (Éder); Nani e Cristiano Ronaldo (Quaresma)
Técnico: Fernando Santos
FRANÇA: Lloris; Sagna, Koscielny, Umtiti e Evra; Matuidi, Pogba, Sissoko (Martial) e Payet (Coman); Griezmann e Giroud (Gignac)
Técnico: Didier Deschamp

Fonte:Gazeta Esportiva

Em decisão inédita, França e Portugal duelam pelo título da Eurocopa

Griezmann é a estrela da França na Eurocopa (Foto: Franck Fife/AFP)  Cristiano Ronaldo espera levar seu primeiro título pela seleção de Portugal (Foto: Philippe Desmazes/AFP)

Em final inédita, Portugal e França decidem a Eurocopa neste domingo, às 16 horas (de Brasília), no Stade de France, em Paris. Os franceses, campeões em 1984 e 2000, buscam o terceiro título na história do torneio, e estão embalados depois de vencerem a poderosa Alemanha nas semifinais, por 2 a 0.
Pelo mesmo marcador, os portugueses despacharam País de Gales, e agora sonham com um caneco inédito, uma vez que bateram na trave em 2004, quando perderam a decisão, dentro de casa, para a surpreendente Grécia.
Neste domingo, o favoritismo recai nas costas da França, que vive um melhor momento, além de jogar com o apoio da torcida. Esses fatores, porém, foram minimizados por Didier Deschamps, comandante dos anfitriões.
“Não existe favoritismo em uma decisão. Sabemos como a nossa torcida tem sido importante, mas dentro de campo muitas coisas podem fazer a diferença, e será um duelo entre duas grandes forças, que mereceram chegar até aqui. Portugal tem o nosso respeito, mas queremos fazer uma grande partida para erguermos a taça”, disse o ex-jogador da seleção francesa.
Os portugueses não se abatem com o favoritismo francês. “Desde o começo, venho falando que minha equipe tem condições de chegar a uma final e brigar pelo título. Parte da profecia foi cumprida e agora temos que tentar fazer o mais difícil, que é erguer o troféu. Confio em tudo o que meu grupo sonhou”, disse Fernando Santos, comandante da seleção lusitana. No vice de 2004, o treinador português era Luiz Felipe Scolari.
A partida será, também, um duelo entre dois atacantes que podem fazer história. Um é Cristiano Ronaldo, grande astro da seleção portuguesa e do futebol mundial. CR7 terá pela frente o empolgado artilheiro francês Antoine Griezmann, que fez os dois gols na semifinal, e já soma seis tentos no torneio, sendo o maior marcador.
“Esse momento está sendo mágico e espero que a França o torne eterno com a conquista do título”, disse o atleta, que chegou à competição embalado por boa temporada pelo Atlético de Madrid, que chegou à final da Liga dos Campeões.
A estrela portuguesa, que venceu Griezmann na final do torneio de clubes europeus, negou que seja o único jogador que pode decidir a favor de Portugal. “A França não vai enfrentar Cristiano Ronaldo, e sim a seleção de Portugal, que se preparou muito para chegar até aqui”, disse o atacante do Real Madrid, que tem três gols na Euro.
Em termos de escalação, a França deve repetir o time que bateu a Alemanha. Portugal, por sua vez, está indefinido. O volante Willian Carvalho, que cumpriu suspensão diante do País de Gales, fica à disposição, mas seu retorno é incerto, já que Danilo, o substituto, teve grande desempenho nas semifinais.
Pelo regulamento, se a decisão da Eurocopa terminar empatada no tempo regulamentar, as duas equipes disputarão uma prorrogação de 30 minutos. Persistindo a igualdade no tempo extra, o campeão será conhecido somente nas cobranças de pênaltis. Alemanha e País de Gales já voltaram para a casa, pois na Eurocopa não há disputa de terceiro lugar.
FICHA TÉCNICA
PORTUGAL X FRANÇA
Local: Stade de France, em Paris (França)
Data: 10 de julho de 2016 (Domingo)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: Mark Clattenburg (Inglaterra)
Assistentes: Simon Beck (Inglaterra) e Jake Collin (Inglaterra)
PORTUGAL: Rui Patrício, Cédric, Bruno Alves, José Fonte e Raphael Guerreiro; Danilo (Willian Carvalho), João Mário, Adrien Silva e Renato Sanches; Nani e Cristiano Ronaldo
Técnico: Fernando Santos
FRANÇA: Lloris; Sagna, Koscielny, Umtiti e Evra; Matuidi, Pogba, Sissoko e Payet; Griezmann e Giroud
Técnico: Didier Deschamps

Fonte:Gazeta Esportiva

07 julho 2016

Griezmann faz dois gols contra Alemanha e garante França na final da Euro

Craque do Atletico de Madrid desequilibra e despacha atual campeã mundial da Euro (Foto: Frank Fife/ AFP)

Apoiada por mais de 60 mil torcedores no estádio Vélodrome, a seleção francesa sofreu no primeiro tempo, mas conseguiu bater a Alemanha, por 2 a 0, nesta quinta-feira. Os Bleus contaram com a estrela de Griezmann, que marcou os dois gols do jogo, para garantir vaga na grande decisão da Eurocopa 2016.
Com o resultado, o país-sede da competição, vai disputar a final contra Portugal, no próximo domingo. Já os atuais campeões do Mundo deixam o torneio, após uma participação abaixo das expectativas.
O homem do confronto, craque do Atletico de Madrid e artilheiro disparado da Euro com seis gols marcados, foi ovacionado pela torcida, ao ser substituído por Cabaye, no fim do jogo.
Logo de cara, os donos da casa trataram de usar o apoio da torcida e pressionaram os adversários nos instantes iniciais. Com bons passes e muita velocidade pelos lados do campo, os franceses quase abriram o placar aos seis minutos, com bela jogada de Griezmann, que tabelou com Payet, deixou um marcador no chão, mas acabou chutando fraco, facilitando a defesa de Neuer.
A França seguia com mais volume de jogo, mas sem emplacar jogadas tão incisivas. Com isso, a “blitz” inicial acabou ficando menos intensa e os alemães tiveram mais espaços.
Aos 14 minutos, foi o momento da resposta alemã, com voleio perigoso de Ozil, que foi muito bem defendido por Lloris. A chance deu moral à equipe comandada por Joachim Low, que passou a ter mais intensidade; aos 20 minutos, Kroos se livrou de um marcador e caiu na área após ser tocado por Pogba; o juiz entendeu que não foi pênalti.
Com a tradicional posse de bola, a seleção alemã teve outra chance, aos 26 minutos, com Schweinsteiger arriscando de fora da área e obrigando o goleiro oponente a mandar para escanteio.
Completamente dominada pelos adversários, cabia à seleção campeã do mundo em 1998 apostar em contra-ataques puxados pelo seu trio ofensivo. No entanto, não conseguiam ser efetivos. Além de dois chutes despretensiosos de Payet em cobranças de falta, a França chegou bem com Griezmann, aos 41 minutos, que recebeu de Evra, mas chutou na rede pelo lado fora. Logo em seguida, Giroud desperdiçou uma chance incrível. Aos 42 minutos, o camisa 9 recebeu lançamento primoroso, ficou com o caminho livre, mas demorou para definir e deu tempo à zaga, que conseguiu abafar o chute.
Ligeiramente melhores, os donos da casa conseguiram abrir o placar nos acréscimos. Aos 45 minutos, após cobrança de escanteio, Schweinsteiger tirou com a mão e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, o craque Griezmann bateu no canto superior esquerdo, sem chances para Neuer, que caiu para o outro lado.
Embalados com o gol, os Bleus entraram bem na segunda etapa. Antes do primeiro minuto, já tiveram uma oportunidade de ampliar, com Griezmann, que recebeu dentro da área, mas acabou chutando em cima do marcador. Na sequência, o próprio camisa sete tabelou com Giroud, mas Boateng desviou o chute para escanteio.
Após o bom começo, o segundo tempo acabou esfriando e as equipes passaram a se estudar e foram pouco efetivas. O duelo só foi esquentar depois dos 20 minutos. Aos 22, Payet costurou a marcação, mas acabou finalizando fraco. Aos 27, depois de pressão dos franceses, a defesa alemã se atrapalhou e a bola acabou sobrando para Pogba, que fintou o marcador e cruzou. Ao tentar cortar, o goleiro Neuer devolveu nos pés de Griezmann, que só teve o trabalho de empurrar para as redes.
Atrás no placar por dois gols e com os minutos finais se aproximando, a Alemanha aplicou forte pressão, mas não alterou o resultado, até conseguiram emendar boas chances, com Kimmich carimbando a trave, aos 28 minutos e com chute de Draxler, aos 30 minutos, que foi para fora, por muito perto.
Sem tempo para mais nada e sem esboçarem reação, os alemães não conseguiram alterar o placar: 2 a 0 em Marselha e França classificada para a final da Euro.
FICHA TÉCNICAALEMANHA 0 X 2 FRANÇA
Local: Estádio Velódrome, em Marselha (França)
Data: 7 de julho de 2016 (quinta-feira)
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Elenito Di Liberatore e Mauro Tonolini (ambos ITA)
Cartões amarelos: Can, Schweinsteiger, Ozil e Draxler (ALE); Evra e Kanté (FRA)
Gols: FRANÇA: Griezmann, de pênalti, aos 47 minutos do segundo tempo, e aos 27 minutos do segundo tempo
ALEMANHA: Neuer; Howedes, Boateng (Mustafi), Kimmich e Hector; Kroos, Schweinsteiger (Sané), Ozil, Draxler e Can (Gotze); Thomas Muller
Técnico: Joachim Low
FRANÇA: Lloris; Sagna, Koscielny, Umtiti e Evra; Sissoko, Matuidi e Pogba; Payet (Kanté); Griezmann e Giroud (Gignac)
Técnico: Didier Deschamps

Fonte:Gazeta Esportiva

06 julho 2016

Ronaldo e Nani marca, Portugal vence a primeira e se garante na final da Euro

Cristiano Ronaldo abriu o placar para a vitória de Portugal (Foto: Francisco Leong/AFP)

Portugal venceu País de Gales por 2 a 0, no estádio de Lyon, e garantiu o seu lugar na final desta edição da Eurocopa. Com gols de Cristiano Ronaldo e Nani, a seleção lusitana consegue chegar a primeira decisão do torneio desde 2004 – quando foi derrotada pela Grécia em casa.
Depois de um primeiro tempo sonolento, os portugueses mataram o jogo em sete minutos na segunda etapa. Aos 4, Cristiano Ronaldo abriu o placar com uma forte cabeçada. Aos 7, Nani foi esperto e desviou um chute de Ronaldo direto para as redes.
Apesar do confronto já valer vaga na decisão, essa foi só a primeira vitória de Portugal dentro do tempo regulamentar de jogo. No grupo F, a seleção empatou as três partidas que fez e se classificou entre os melhores terceiros colocados.
Nas oitavas de final, os lusitanos ficaram no 0 a 0 com a Croácia até os 11 minutos do segundo tempo da prorrogação, quando Quaresma marcou o gol da vitória. Já nas quartas, contra a Polônia, o confronto só foi decidido nos pênaltis.
Mesmo eliminada, a seleção do País de Gales fez um bom papel na competição. Em sua primeira participação na Eurocopa, os britânicos conseguiram um posto entre os quatro melhores, ficando na frente da Inglaterra na fase de grupos e eliminando a seleção da Bélgica nas quartas de final.
Já garantidos na grande decisão, os portugueses agora apenas assistirão Alemanha e França, na próxima quinta-feira, para descobrirem quem será o seu oponente. A final da Eurocopa está marcada para o domingo, no Stade de France, em Paris, às 16h (de Brasília).
O jogo – A partida começou tensa. Sem arriscarem muito, as duas equipes ocupavam o meio do campo. País de Gales só tentava chegar ao ataque através de lançamentos, enquanto Portugal abusava das tentativas de cruzamento.
A primeira oportunidade foi para os lusitanos e ocorreu apenas aos 15 minutos. José Mario tabelou rápido com Cristiano Ronaldo na intermediária, invadiu a área e bateu cruzado, mas para fora.
Os galeses responderam logo em seguida. Em cobrança ensaiada de escanteio, Ledley cruzou rasteiro no meio da área, Bale se movimentou e apareceu livre para chutar, mas a bola foi muito alta.
A partir de então, a primeira etapa ficou extremamente monótona. Sem criatividade, as duas seleções se preocupavam mais em marcar e esperar uma chance de contra-ataque do que em tentar criar jogadas.
No saldo dos 45 minutos iniciais, Portugal não conseguiu chutar nenhuma vez no gol, enquanto os britânicos acertaram a meta somente uma vez.
Na volta para o segundo tempo, o confronto esquentou e os portugueses abriram o placar aos 4 minutos. Depois de cobrança de escanteio curta, Raphael Guerreiro cruzou na segunda trave, Cristiano Ronaldo subiu mais do que todo mundo e testou firme direto para as redes.
O país ibérico se animou e ampliou a vantagem três minutos depois. Depois de bate e rebate, a bola sobrou para Cristiano Ronaldo na entrada da área. O camisa 7 chutou cruzado e Nani se esticou para desviar e enganou o goleiro Henessey, sem chance de defender.
Os britânicos sentiram o golpe e diminuíram o ritmo. O técnico Chris Coleman percebeu e gastou as suas três substituições em oito minutos, colocando o seu time para a frente.
Com mais espaço para contra-atacar, Portugal adotou uma postura conservadora. Atraía o oponente para o campo a fim de tentar aproveitar uma brecha para definir o confronto.
Essa chance apareceu aos 32 minutos, quando Cédric recuperou a posse no campo de ataque, Danilo Pereira invadiu a área, chutou rasteiro, a bola chegou a passar por baixo de Hennessey, mas o goleiro se recuperou e defendeu em cima da linha.
Sem muitos recursos, País de Gales não conseguia sufocar o adversário. Portugal manteve a sua estratégia com sucesso até o apito final do árbitro Jonas Eriksson e garantiu o seu lugar na grande decisão da Eurocopa.
FICHA TÉCNICA
PORTUGAL 2 X 0 PAÍS DE GALES
Local: Estádio de Lyon, em Lyon (França)
Data: 6 de julho de 2016, quarta-feira
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Jonas Eriksson (Suécia)
Assistentes: Mathias Klasenius (Suécia) e Daniel Wärnmark (Suécia)
Público: 55.679 pessoas
Cartões amarelos: Allen, Chester e Bale (País de Gales); Bruno Alves e Cristiano Ronaldo (Portugal)
Gols: 
PORTUGAL: Cristiano Ronaldo, aos 4, e Nani aos 7 minutos do segundo tempo
PORTUGAL: Rui Patrício; Cédric, Bruno Alves, Fonte e Raphael Guerreiro; João Mário, Danilo, Adrien Silva (João Moutinho) e Renato Sanches (André Gomes); Nani (Quaresma) e Cristiano Ronaldo
Técnico: Fernando Santos
PAÍS DE GALES: Hennessey; Gunter, Chester, Collins (Jonathan Collins), Ashley Williams e Taylor; Allen, Ledley (Vokes) e King; Robson-Kanu (Church) e Bale
Técnico: Chris Coleman

Fonte:Gazeta Esportiva

05 julho 2016

Depois de provocações, Bale quer enfrentar Kroos na final da Euro

Bale quer enfrentar Kroos na final da Euro (Foto: AFP)

Apesar do próximo compromisso ser diante de Portugal, nesta quarta, pelas semifinais da Euro, o atacante Gareth Bale já pensa numa possível final da competição. O jogador admitiu que gostaria de enfrentar a Alemanha caso passe de fase, isso tudo por conta de uma provocação do companheiro de Real Madrid, Toni Kroos, no início da competição. Bale contou que, antes de começarem a participação no torneio continental, Kroos chegou a dizer que o País de Gales não passaria da primeira fase, o que não aconteceu.
“Eu me recordo que antes do campeonato, Toni Kroos disse que só jogaríamos as três primeiras partidas. Seria ótimo encontra-lo em uma final”, afirmou o atacante da seleção galesa ao jornal espanhol Marca.
Mesmo desencanado, Bale não se viu surpreendido com a grande atuação do País de Gales. “Sempre acreditei que faríamos uma atuação importante, por isso, só reservei minhas férias para o dia 11 de julho (um dia após a final da Euro 2016) ”, disse.
Gales não participava de um torneio de tamanha importância desde a Copa do Mundo de 1958 (quando foi eliminado pelo Brasil de Pelé), o que fez com que seus jogadores atuais agarrassem a oportunidade com muita vontade. “Várias vezes me disseram que não éramos capazes. É muito bom levar a seleção a um torneio como esse e conseguir grandes coisas como estamos conseguindo”, finalizou o jogador.
País de Gales enfrenta o Portugal nesta quarta-feira, às 16h, no Stade des Lumières, em Lyon. A grande decisão será domingo, no Stade de France, em Saint-Denis.

Fonte:Gazeta Esportiva

Após sair sem se despedir, Del Bosque revela que fez as pazes com Casillas

Del Bosque revela encontro com Casillas (Foto: AFP)

O ex-técnico da seleção da Espanha, Vicente del Bosque, disse à rádio Onda Cero que conversou com o goleiro Casillas para acabar com qualquer polêmica ou desavença que possa ter surgido após a eliminação da Eurocopa. No jogo contra a Itália, nas oitavas de final, o titular do Porto perdeu a posição no gol da Espanha para De Gea. Após a decisão, Casillas chegou a dizer que não teria aceitado a decisão do comandante.
“Cometi um erro que não deveria ter cometido. Foi uma reunião entre pai e filho e o primeiro passo foi dado por ele, Iker (Casillas). Trocamos opiniões, falei muito bem dele como profissional. Era fácil de solucionar, nos conhecemos há anos”, revelou Del Bosque sobre conversa que teve com o arqueiro.
O ex-comandante também disse que a expectativa em cima da seleção acabou sendo exagerada, assim como as críticas. “Conversamos tudo antes da partida (contra a Itália), mas nos custou muito fazer em campo. Pensamos até em jogar com três zagueiros e nos arrependemos por não temos feito isso. Foi um erro (repetir a equipe), mas não é fácil mudar quando as expectativas são as melhores”, afirmou.
Del Bosque deixou o comando da seleção da Espanha após a eliminação na Euro. Com o elenco espanhol, ele conquistou a Copa do Mundo de 2010 e a Eurocopa de 2012, além de ter chegado à final da Copa das Confederações de 2013, quando o Brasil foi campeão por 3 a 0.

Fonte:Gazeta Esportiva

Sensação da Euro, elenco islandês quer chance no Campeonato Inglês

Gylfi revela que jogadores da Islândia querem atuar no Campeonato Inglês (Foto: AFP)

Depois de fazer história na Euro 2016, o elenco da seleção da Islândia quer expandir os horizontes e fazer parte da Campeonato Inglês. De acordo com o meia do Swansea City, Gylfi Sigurdsson, seus companheiros de equipe adorariam disputar o campeonato inglês. Peça fundamental do meio-campo islandês, Gylfi dá a dica aos representantes da Premier League e pede para ficarem de olho nos jogadores da Islândia.
A pequena nação que chocou o mundo do futebol ao eliminar a Inglaterra por 2 a 1 da Eurocopa parece ter um novo interesse. “Todos os jogadores querem jogar na Premier League”, disse Gylfi em declaração ao The Guardian.
“Eu acho que é sobre estar no lugar certo, no momento certo. Se alguém quiser ter uma boa chance, então eu definitivamente diria para darem esta chance a eles. São bons rapazes, bons personagens e, principalmente, bons jogadores”, afirmou Sigurdsson sobre seus companheiros de elenco.
Gylfi acredita que depende da motivação dos atletas, já que as últimas semanas foram de muito sucesso para suas respectivas carreiras. “As últimas três ou quatro semanas foram fantásticas e cabe a nós querermos experimentar isso de novo”, refletiu.
Sobre seu clube atual, o meia se diz satisfeito, mas acredita em interesses de outros clubes. “Eu tenho mais alguns anos no meu contrato e estou muito feliz lá. Não estou fugindo. Não houve qualquer negociação com o Swansea por causa da Euro, mas ainda acho que vou receber algumas ligações durante esta semana”, revelou.
Gylfi também já pensa no futuro e projeta o trabalho que será feito para a Copa da Rússia em 2018. “Nós vamos nos qualificar ainda mais para a Copa do Mundo na Rússia e eu espero que a gente consiga. Tenho certeza que Heimir (Hallgrimsson) fará um bom trabalho e mesmo que seja complicado ter que ver algumas peças importantes se desligando do elenco, vamos buscar o nosso objetivo de novo”, finalizou.

Fonte:Gazeta Esportiva

Torcedor que invadiu gramado na Eurocopa é multado e banido da França

Outro fã conseguiu até mesmo tirar uma selfie com Cristiano Ronaldo (Foto: Reprodução)

A França e os organizadores da Eurocopa não estão deixando barato as invasões de torcedores no campo durante o torneio. O suíço Shamshir Karimi, de 22 anos e que interrompeu a prorrogação entre Polônia e Portugal, pelas quartas de final da competição, foi multado em 500 euros, retirado do país e proibido de retornar por um mês.
O torcedor afirmou que invadiu o gramado por que Cristiano Ronaldo é seu “ídolo”.
Este, porém, não foi o primeiro incidente deste tipo nesta Euro, nem o primeiro envolvendo o astro português. Outro fã de CR7 já havia entrado no gramado no empate sem gols contra a Áustria. Neste caso, o torcedor teve mais sorte e conseguiu tirar uma selfie com o jogador – que posou para a foto.
Como resultado do caso, a UEFA abriu um processo disciplinar, que deverá ser julgado no dia 21 de julho, após o término da Eurocopa. A Federação Portuguesa também acabou multada.

Fonte:Gazeta Esportiva

03 julho 2016

França goleia Islândia, espanta zebra e avança à semifinal da Euro

<em>Bleus </em>não dão chance à Islândia e conquistam confiança da torcida (Foto: MARTIN BUREAU / AFP)

Fazendo valer o favoritismo e apoiada por mais de 60 mil torcedores no Stade de France, a seleção francesa enfrentou a Islândia neste domingo e venceu com facilidade por 5 a 2. Com o resultado, os donos da casa conseguiram, finalmente, conquistar a confiança dos torcedores e contaram com a estrela de seus principais jogadores para espantar a zebra, selar a classificação e garantir vaga no confronto com a Alemanha, na próxima terça-feira, pela semifinal da Eurocopa.
Logo nos instantes iniciais, os franceses conseguiram abrir 2 a 0, com Giroud tirando o 0 a 0 do placar, após belo lançamento de Matuidi, e com um gol de cabeça do astro Paul Pogba. Apesar de não conseguirem ser mais tão incisivos, os Bleus aplicaram 4 a 0 no fim da primeira etapa, com verdadeiros golaços de Payet e Griezmann, um atrás do outro. Apesar de se manter dominante na segunda etapa, a seleção campeã do mundo em 1998 acabou sendo surpreendida pela Islândia, que marcou dois gols, mas tratou de assegurar o resultado positivo, com mais um gol de seu camisa 9.
Mesmo com a derrota, a campanha da seleção islandesa entra para a história, por se tratar da estreia da equipe em Eurocopas e, principalmente, pelo bom futebol que mostrou ao longo da competição.
O Jogo – A França tratou de fazer valer sua superioridade técnica logo nos primeiros minutos; emplacou boas jogadas de lado de campo, mas não conseguiu finalizar. A Islândia respondeu em contra-ataque, aos quatro minutos, com Sigurdsson finalizando de dentro da área; o chute saiu fraco e Lloris encaixou com facilidade.
Melhor no jogo e com 60% de posse de bola, os donos da casa abriram o placar aos 13 minutos; Matuidi fez belo lançamento para Giroud dominar livre e chutar entre as pernas de Halldórosson. Superior, a França não demorou para fazer o segundo gol e em cobrança de escanteio de Payet, Pogba decolou e estufou as redes de cabeça para ampliar a vantagem, aos 19 minutos. O único lance expressivo da sensação desta edição do torneio surgiu aos 24 minutos, após jogada ensaiada, com Sigthorsson aproveitando o lateral e escorando para Bodvarsson, que, dentro da pequena área, chutou por cima do gol. Após este começo agitado, a partida esfriou, mas os franceses mantinham o controle do jogo, só que sem conseguir emplacar uma chance verdadeiramente clara.
Apesar de não estar sendo tão agressiva o país-sede da Euro selou a vitória ainda nos minutos finais do primeiro tempo, com o talismã Payet acertando belo chute rasteiro da entrada da área, aos 42 minutos, e com o jovem Griezmann, aos 44 minutos, puxando belo contra-ataque e encobrindo o goleiro com muita classe. Com o gol, o atacante do Atletico de Madrid garantiu a artilharia isolada do torneio, com quatro gols.
Mesmo dominante na segunda etapa, os Bleus levaram um susto, aos 11 minutos, após a Islândia emendar uma boa jogada e descontar com Sigthórsson desviando cruzamento. Os donos da casa não se abalaram e responderam logo em seguida, com outro gol de Giroud, que recebeu bola levantada por Payet, que subiu mais que todo mundo para marcar de cabeça, aos 13 minutos.
A Islândia teve a chance de anotar mais um, mas brilhou a estrela do goleiro Hugo Lloris, que fez milagre ao espalmar a cabeçada à queima roupa de Ingason. Apesar das boas chances, os islandeses não conseguiam transpôr o sistema defensivo adversário e acabavam dando muito espaço para os contra-ataques franceses, que também não eram efetivos.
Morno, o duelo só foi esquentar aos 39 minutos, quando os islandeses anotaram seu segundo gol, com Bjarnason. A França seguia aplicando bons contra-golpes, mas falhava na hora de concluir as jogadas.
Desta forma, coube à seleção francesa administrar a vitória para avançar à semifinal da Euro; 5 a 2 para os Bleus no Stade de France.
FICHA TÉCNICAFRANÇA 5 X 2 ISLÂNDIA
Local: Stade de France, em Paris (França)
Data: 3 de julho de 2016 (Domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Björn Kuipers (Holanda)
Assistentes: Sander van Roekel (Holanda) e Erwin Zeinstra (Holanda)
Cartões amarelos: Umtiti; Bjarnason
Gols: FRANÇA: Giroud, aos 13 minutos do primeiro tempo e aos 13 do segundo tempo, Pogba, aos 19, Payet, aos 42, e Griezmann, aos 44 minutos do primeiro tempo.
ISLÂNDIA: Sigthórsson, aos 11, e Bjarnason, aos 39 minutos do segundo tempo.
FRANÇA: Hugo Lloris, Bacary Sagna, Laurent Koscielny (Mangala), Umtiti e Patrice Evra; Blaise Matuidi, Paul Pogba, Moussa Sissoko, Dimitri Payet (Coman), Antoine Griezmann e Olivier Giroud (Gignac)
Técnico: Didier Deschamps
ISLÂNDIA: Halldórsson, Skulásson, Ragnar Sigurdsson, Árnason (Sverrir Ingi Ingason) e Svarsson; Gunnarsson, Gylfi Sigurdsson, Gudmundsson e Bjarnason; Sigthórsson (Eidur Gudjohnsen) e Bödvarsson (Finnbogason)
Técnicos: Heimir Hallgrimsson e Lars Lagerbäck

Fonte:Gazeta Esportiva

02 julho 2016

Alemanha vê manutenção de tabu, mas elimina a Itália após 18 pênaltis


A atual campeã mundial Alemanha precisou das cobranças de pênalti para avançar às semifinais da Eurocopa da França. Neste sábado, em Bordeaux, a equipe comandada por Joachim Low até teve o controle da partida, porém cedeu a igualdade por 1 a 1 à Itália no tempo regulamentar. No desempate, foram 18 cobranças antes que a classificação alemã fosse garantida, com vitória por 6 a 5.
Apesar da alegria por avançar no torneio continental, a Alemanha não conseguiu quebrar um tabu diante da Itália, seleção que nunca derrotou com a bola rolando em torneios oficiais. Foram quatro derrotas (nas Copas do Mundo de 1970, 1982 e 2006 e na Eurocopa de 1996) e quatro empates (nas Copas do Mundo de 1962 e 1978 e nas Eurocopas de 1988, 2012 e agora 2016) até então.
A primeira vitória quase foi alcançada neste fim de semana. Ozil abriu o placar aos 19 minutos do segundo tempo e trouxe tranquilidade à quase toda a equipe alemã. Não para Jérôme Boateng, que ergueu demais os braços em um cruzamento de Florenzi e cometeu um pênalti aos 32. Bonucci bateu com categoria e converteu.
Classificada quando o jogo esteve novamente na marca da cal, a Alemanha descobrirá o time que enfrentará na semifinal de quinta-feira, no Vélodrome, no domingo. A anfitriã França encerrará a fase de quartas de final contra a surpreendente Islândia, no Stade de France.
O jogo – A Alemanha sofreu uma baixa em menos de 15 minutos. Khedira lesionou a virilha e precisou ser substituído por Schweinsteiger no momento em que a sua seleção ainda tentava se soltar contra a sempre comedida Itália.
Apesar de ter um time mais técnico, a Alemanha demorou a incomodar. Chegou a rondar a área italiana com troca de passes, mas não fazia a bola chegar a Thomas Muller e Mario Gómez em boas condições para eles abrirem o marcador.
Aos 27 minutos, Schweinsteiger até acertou a rede com uma cabeçada, depois de cruzamento da esquerda, porém cometeu falta em De Sciglio ao finalizar. Outra boa oportunidade, só no final da primeira etapa. Aos 42, Muller ficou com a bola dentro da área após lance confuso de Kroos e Kimmich e chutou fraco. Buffon defendeu.
Embora fosse mais cautelosa, a Itália era objetiva quando atacava. Como aos 44 minutos, quando Giaccherini recebeu lançamento na esquerda, foi à linha de fundo e cruzou com perigo para trás. Sturaro aproveitou no bico da área e bateu cruzado, com desvio. Para fora.
O lance fez a Itália criar uma passageira coragem para investir contra a Alemanha nos primeiros minutos do segundo tempo. Com o controle do jogo retomado, os alemães construíram a sua melhor jogada até então aos nove minutos. Gómez invadiu a área e tocou para Muller, que clareou e concluiu com firmeza. Florenzi salvou com o pé.
Disposta a acuar a Itália – e contando com o apoio de seus torcedores, que passaram a se manifestar com mais entusiasmo –, a Alemanha avançou as suas linhas. Os italianos responderam com faltas mais duras, que renderam cartões amarelos em sequência para Sturato, De Sciglio e Parolo.
Não foi possível conter a Alemanha. Aos 19 minutos, Gómez recebeu a bola em um chutão de Neuer e rolou entre três marcadores, na esquerda, de onde Jonas Hector cruzou. Ozil apareceu no meio da área para completar para o gol.
Empolgada, a Alemanha ainda obrigou Buffon a fazer uma grande defesa pouco depois, em uma tentativa de calcanhar de Gómez, interceptada pela marcação. Foi a última participação do centroavante na partida, já que ele acabou substituído por Draxler em seguida.
O que não mudou foi o panorama da partida. Até os 32 minutos, quando a Itália já parecia inofensiva. Jérôme Boateng ergueu muito os braços em um cruzamento da direita de Florenzi e cometeu o pênalti ao tocar na bola. Bonucci cobrou com categoria, no canto, e conferiu.
O gol não apenas reanimou a Itália, como assegurou a prorrogação. No tempo extra, prevaleceu a tensão. As duas seleções tetracampeãs mundiais se arriscaram pouco – os italianos com Insigne na vaga do brasileiro Éder –, demonstrando conformismo com a decisão nos pênaltis.
A primeira grande vibração a partir dali foi da torcida italiana, mas não por causa de um gol ou de uma defesa. O público vestido de azul comemorou bastante que a disputa seria próxima do seu setor do estádio, conforme apontou o árbitro húngaro Viktor Kassai.
Os alemães, contudo, riram por último. Comemoraram os gols de Kroos, Draxler, Hummels, Kimmich, Boateng e Jonas Hector e ainda lamentaram os erros de Muller (Buffon defendeu), Ozil (chutou na trave) e Schweinsteiger (isolou a bola) antes de festejar a classificação.
Pela Itália, Insigne, Barzagli, Giaccherini, Parolo e De Sciglio converteram as suas penalidades, enquanto Zaza (isolou a bola, apesar de ter entrado em campo no lugar de Chiellini só para bater), Pelle (mandou para fora), Bonucci (parou em Neuer) e Darmian (outro que viu o goleiro alemão defender).
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA 1 (6) X (5) 1 ITÁLIA
Local: Estádio Matmut Atlantique, em Bordeaux (França)
Data: 2 de julho de 2016, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai (Hungria)
Assistentes: Gyorgy Ring e Vencel Toth (ambos da Hungria)
Cartões amarelos: Hummels e Schweinsteiger (Alemanha); Sturaro, De Sciglio, Parolo, Pelle e Giaccherini (Itália)
Gols: ALEMANHA: Ozil, aos 19 minutos do segundo tempo; ITÁLIA: Bonucci, aos 32 minutos do segundo tempo
ALEMANHA: Neuer; Howedes, Jérôme Boateng, Hummels e Jonas Hector; Khedira (Schweinsteiger), Kroos, Kimmich e Ozil; Thomas Muller e Mario Gómez (Draxler)
Técnico: Joachim Low
ITÁLIA: Buffon; Barzagli, Bonucci e Chiellini (Zaza); Florenzi (Darmian), Parolo, Sturaro, Giaccherini e De Sciglio; Pelle e Éder (Insigne)
Técnico: Antonio Conte

Fonte:Gazeta Esportiva
 
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