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18 setembro 2018

Conmebol confirma Morumbi como sede da abertura da Copa América

Foto:Divulgação
A Conmebol confirmou no início da noite desta terça-feira o Morumbi como sede da abertura da Copa América de 2019, que será disputada no Brasil. 

Além de ratificar São Paulo como sede do primeiro duelo, a entidade máxima do futebol sul-americano anunciou que o Mineirão (Belo Horizonte) e a Arena do Grêmio (Porto Alegre) vão receber as semifinais da competição. A decisão terá como palco o Maracanã (Rio de Janeiro).

O Allianz Parque (São Paulo) e a Arena Fonte Nova (Salvador) também estão na lista das sedes para a competição. Será a primeira Copa América em solo brasileiro desde 1989, quando a seleção conquistou o torneio.

"Nosso objetivo foi selecionar estádios modernos, com grande capacidade de público e que tenham operação regular em jogos de futebol e shows internacionais. Combinamos estádios usados na Copa [Maracanã, Fonte Nova e Mineirão] com outros que não estiveram nos grandes eventos no Brasil", justificou Rogério Caboclo, CEO do Comitê Organizador Local.

"Além disso, preservamos a recuperação física dos atletas e qualidade do espetáculo com a premissa de que não teremos viagens de mais de três horas entre as sedes", acrescentou o dirigente, que assume a presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no ano que vem.

A versão 2019 do torneio, vencido pelo Chile nas duas últimas edições, contará com os dez membros da Conmebol (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador, Colômbia, Chile, Bolívia, Venezuela e Peru) e dois convidados (Japão e Qatar).


Fonte:Uol Esporte

14 junho 2018

CBF anuncia Salvador e mais quatro sedes da Copa América de 2019

A Confederação Brasileira de Futebol confirmou nesta quinta-feira as cinco cidades-sede da Copa América de 2019, que será realizada no Brasil. Os jogos do torneio continental acontecerão em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador.
A definição das cinco sedes aconteceu no encontro entre os presidentes de federações sul-americanas, na inauguração da casa Conmebol, em Moscou, na Rússia. O vice-presidente da CBF, José Sarney, foi o responsável por discursar, já que Coronel Nunes sequer apareceu no evento pelo mal-estar criado na última quarta-feira.

Além de José Sarney, quem também representou a CBF no encontro foi Rogério Caboclo, diretor executivo de gestão e futuro presidente da entidade. Caboclo, que já venceu a eleição presidencial sem qualquer concorrente, assumirá o cargo em abril de 2019.

Apesar de as cidades-sede terem sido divulgadas, ainda não se sabe em quais estádios os jogos irão acontecer. A tendência é que apenas em São Paulo haja a possibilidade de os confrontos não serem realizados no estádio que sediou a Copa do Mundo de 2014, uma vez que o Allianz Parque está na briga para desbancar a Arena Itaquera como palco da Copa América.

A Copa América de 2019 está prevista para começar no próximo dia 14 de junho. A final acontece no dia 7 de julho. Esse será o primeiro torneio continental de seleções realizado no Brasil desde 1989, quando a Seleção se sagrou campeã em cima do Uruguai.

Aline Reis avalia semana de treinos com a Seleção Brasileira pós título da Copa América

Goleira campeã da Copa América 2018, Aline Reis avalia semana de treinos em Itu.


Foto: Hernan Contreras
A sétima conquista da Copa América feminina, aconteceu em abril deste ano no Chile. A goleira Aline Reis foi uma das jogadoras que se destacou vestindo a camisa verde e amarela. Após a conquista, a atleta foi novamente convocada e falou sobre essa semana de treinos em Itu.

"Essa etapa de treinamentos foi a primeira convocação pós Copa América. Tivemos uma semana produtiva de treinamentos e finalizamos o trabalho com um jogo-treino contra a base masculina do Ituano", disse Aline Reis.

Aline Reis também fala sobre os próximos compromissos da Seleção Brasileira feminina de futebol.

"O próximo compromisso da Seleção Brasileira Feminina será o Torneio das Nações, nos Estados Unidos, do dia 26 de Julho à 2 de Agosto. Além de Brasil e Estados Unidos, também estarão presentes Austrália e Japão, o que significa que será uma competição muito forte e bem disputada. É uma excelente oportunidade para o Brasil jogar contra seleções que estão em alta no cenário mundial", esclareceu Aline Reis.

"Como o torneio não será “Data Fifa”, teremos alguns desfalques de jogadoras importantes que por falta de liberação dos clubes, não poderão participar da competição. Por isso o professor Vadão também aproveitou essa convocação para observar outras jogadoras que não têm sido convocadas mas que vêm se destacando em seus clubes", ressaltou Aline Reis.

A goleira da Seleção Brasileira Feminina, se apresentará em agosto, em seu novo clube, mas por enquanto segue treinando na Lusa. Nos últimos anos, a equipe Granadilla Egatesa, mais conhecida como UDG Tenerife, tem sido referência na La Liga feminina, tendo terminado a última temporada em quarto lugar, atrás de Atlético de Madrid, Barcelona e Athletic Club.

"Ainda estou esperando a liberação da minha transferência para a Portuguesa para poder jogar alguns jogos nesse período em que permanecerei no Brasil. Por enquanto, sigo com os treinamentos na Lusa aguardando a próxima convocação para a Seleção Brasileira. 
A minha pré-temporada com meu time espanhol, UDG Tenerife, só começa em Agosto. Após o Torneio das Nações nos Estados Unidos, me apresentarei direto no clube", finalizou

04 maio 2018

Conmebol confirma 12 seleções na próxima Copa América

 (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Na tarde desta sexta-feira, a Conmebol anunciou que 12 seleções disputarão a Copa América de 2019, no Brasil. Além dos membros da entidade, Japão e Catar foram convidados e aceitaram participar da competição, que se realizará entre 14 de junho e 7 de julho do próximo ano, em sete cidades e oito estádios brasileiros.

“A Copa América do Brasil em 2019 será uma competição apaixonante, na qual qualquer um poderá chegar ao título. Além de contar com a participação das seleções nacionais de nossas dez associações-membro, damos novamente as boas-vindas à seleção do Japão, cuja associação nos unimos com um vínculo próximo de amizade, e, pela primeira vez, contaremos com a participação do Catar, que será a anfitriã da Copa do Mundo Fifa em 2022”, disse o Presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez.

Inicialmente, discutia-se a ideia de 16 seleções disputarem a Copa América, mas a Conmebol manteve as 12, como nas outras edições. Além de Japão e Catar, convidadas, farão parte Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Peru, Equador, Venezuela, Colômbia e Bolívia. O vencedor garante vaga na Copa das Confederações de 2021, no Catar.

A Copa América é o torneio de seleções mais antigo do mundo, com a primeira edição disputada na Argentina, em 1916. Esta será a quinta vez que a competição será realizada no Brasil e a primeira celebrada no país desde 1989. O atual bicampeão Chile tentará manter a boa sequência, enquanto o Uruguai pretende prosseguir com sua soberania de 15 títulos, diante da Argentina, que possui 14, e do Brasil, que já levantou a taça em oito oportunidades, a última delas em 2007.


Fonte:Gazeta Esportiva

16 abril 2018

Brasil joga bem e vence Chile com facilidade pela Copa América

(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Nesta segunda-feira, no Estádio La Portada, Brasil e Chile se enfrentaram pela Copa América de Futebol Feminino. A Seleção não teve dificuldades, e conseguiu vencer por 3 a 1, gols anotados por Mônica, Bia e Thiasinha; López descontou para as donas da casa. Após um primeiro tempo intenso em que marcou três gols, as brasileiras tiraram o pé, sofreram um gol, mas nada que alterasse o cenário do jogo, sempre controlado pelo time comandado pelo técnico Vadão.

O próximo jogo da Seleção comandada por Vadão pegará a Argentina às 19h00 (horário de Brasílai), no Estádio La Portada, no Chile.

O jogo – O Brasil começou tomando a iniciativa da partida, com uma escalação bastante ofensiva. Mesmo jogando em casa, as chilenas optavam, por sair nos contra-ataques, e se fechavam bem no início do jogo.

A equipe canarinha seguia tocando muito bem a bola, mas com dificuldades para criar grandes oportunidades de gol. Os mandantes por sua vez, marcavam muito bem a saída de bola. Mas faltava calma à equipe amarela, pois queria resolver as jogadas rapidamente.

O primeiro bom momento do Brasil foi aos 19 minutos. Já que não conseguia penetrar na defesa chilena, Rafaelle fez boa tabela com Formiga e arriscou de longe, acertando o travessão. Dois minutos depois, a Seleção Brasileira abriu o placar, Marta cobrou falta, e após cabeçada na trave, a zagueira Mônica pegou o rebote e abriu o placar, explorando o ponto fraco das adversárias.

Percebendo a fragilidade do Chile na bola aérea, o Brasil explorou o setor, após outro cruzamento na área, Bia cabeceou com tranquilidade e ampliou o marcador. Os tentos deram tranquilidade, e depois de boa jogada individual de Marta pela esquerda e cruzamento perfeito, Thaisinha só empurrou para a rede, 3 a 0 fácil.

Na etapa final, as chilenas voltaram melhor, mas só conseguiam por meio de finalizações de longa distância, até que finalmente, López acertou um torpedo aos 17 minutos. A tônica da partida seguia com a Seleção Brasileira tirando o pé, enquanto o Chile tentava reação, mas nada que impedisse a vitória parcial.

Com as boas alterações de Vadão, o time melhorou um pouco e passou a controlar um pouco mais a partida. Além disso, a equipe da casa cansava, se mostrava esgotada, assim, o Brasil era muito superior, e conseguiu ganhar a partida por 3 a 1.


Fonte:Gazeta Esportiva

12 abril 2018

Por direitos da Copa América, Globo paga um terço do valor do Paulista

Emissora carioca pagará R$ 51 milhões por todos os direitos da edição de 2019 do torneio, que será disputado no Brasil

Foto:Reprodução
A Globo pagará por todos os direitos da Copa América-2019 no Brasil R$ 51 milhões – um valor que, comparando com outros torneios transmitidos pela emissora, representa um terço do que foi pago pelo Campeonato Paulista. 

O contrato firmado diretamente entre a Globo e a Conmebol foi assinado em 2010 e envolve duas edições da Copa América (2015 e 2019), mais todos os campeonatos sul-americanos sub-17 e sub-20 do período. Quem assinou pela Conmebol foi o ex-presidente da Conmebol Nicolás Leóz que está em prisão domiciliar no Paraguai por acusações de corrupção no caso Fifa.

Na Justiça dos EUA, o ex-executivo da Torneos Alejandro Burzaco acusou a Globo de pagar propina por direitos da Libertadores e da Copa do Mundo. A emissora nega essas acusações. Há ainda denúncia de que contratos da Copa América obtidos pela Datisa foram fruto de subornos.

Pelo contrato direto entre Globo e Conmebol, a emissora fez uma oferta à confederação pela Copa América e seu comitê executivo aceitou. Ou seja, não houve concorrência como está previsto ocorrer atualmente na confederação. A proposta era de pagar US$ 30 milhões (R$ 102 milhões) por duas edições da Copa América e mais os campeonatos de categorias de base.

Para efeito de comparação, um ano de contrato do Campeonato Paulista vale R$ 160 milhões e o Estadual do Rio tem valor de R$ 120 milhões. Ressalte-se que o Paulista e o Carioca tem 18 datas em TV Aberta com quatro times grandes por quatro meses. A Copa América terá maior visibilidade concentrada com até seis jogos da seleção que todo país assistirá, além de Messi e a Argentina, por um pouco menos de um mês.

Em 2010, época da assinatura do contrato, estava previsto que a Copa América de 2015 seria no Brasil. Posteriormente, houve uma troca com o Chile que ficou com esta edição, e o Brasil se tornou sede de 2019. Ou seja, a Conmebol sabia que estava vendendo sua principal competições de seleção para a maior rede do país.

Ao mesmo tempo, era um período com menor concorrência entre televisões a cabo já que não existia a Fox Sports e o Esporte Interativo não tinha a capacidade de investimento atual. Houve crescimento do valor de direitos esportivos. Em compensação, a Record estava investindo no esporte, pois comprou os direitos da Olimpíada.

Pelo acordo entre a Globo e a Conmebol, a Copa América tem que ter um mínimo de 25 jogos. A Globo já realizou pagamento da maior parte do valor acertado. Pelo acordo, a emissora tem que pagar mais US$ 11 milhões até 30 dias antes da Copa América. O acordo engloba todos os direitos, incluindo internet, TV a cabo e aberta.

Foi dada à emissora brasileira também o direito de preferência sobre renovação do acordo. Isso significa que para a próxima Copa América a Globo terá direito de igualar a melhor proposta de outra TV que tem que ser apresentada pela Conmebol.

A gestão do presidente da confederação sul-americana, Alejandro Dominguez, ficou surpresa com a existência desse contrato com a Globo. Isso porque o documento não constava dos arquivos da entidade, tendo sumido no período dos antecessores. Foi a própria emissora que apresentou o documento.

Com isso, a Conmebol teve restrito os seus direitos de negociação, reduzindo a receita com a Copa América. O contrato da Globo é considerado abaixo do que vale o mercado dentro da confederação que até pensa em negociar um aumento. Após uma licitação, a confederação sul-americana cedeu a MP & Silva a responsabilidade de vender os direitos da Copa América, excluindo o que já fora negociado.

Questionada, a emissora defendeu a lisura do contrato: ‘Em 2010, o Grupo Globo negociou de boa-fé os direitos de transmissão da Copa América, edições de 2015 e 2019, em valores de mercado. Nas suas relações comerciais, como aliás, em todas as suas atividades, nada é mais importante para o Grupo Globo do que adotar práticas éticas e transparentes’.

A Globo não respondeu se a assinatura do acordo era feita por Marcelo Campos Pinto, ex-executivo da entidade acusado nos EUA de participar da negociação de propina a dirigentes. Em processo na Justiça norte-americana, a emissora foi acusada por delatores de pagar propinas a ex-dirigentes da Conmebol para obter direitos de competições sul-americanas, mas tal denúncia não tem qualquer citação a esse acordo pela Copa América-2019.

Fonte: Blog do Rodrigo Mattos (UOL) 

05 abril 2018

Catar é convidado para disputar a Copa América de 2019, no Brasil

 (Foto: Divulgação/Twitter)
A Seleção do Catar, país sede da próxima Copa do Mundo, em 2022, foi convidada para participar da Copa América de 2019, no Brasil. A informação foi revelada nesta quinta-feira por Iván Bravo, diretor da Aspire, instituição esportiva governamental do país árabe.

“Será a primeira vez que o Catar enfrentará seleções como o Brasil ou a Argentina. Constituirá uma oportunidade única para a seleção acumular experiência, para que possa competir de igual para igual no Mundial de 2022”, disse Bravo.

A declaração foi dada durante um congresso sobre futebol internacional que ainda contou com as presenças do ex-técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari; do atual treinador da seleção espanhola, Julen Lopetegui; e do técnico da Bélgica, Roberto Martinez.

Além de Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Paraguai, Chile, Venezuela, Bolívia, Equador e Peru, que são os 10 membros da Conmebol, a Copa América de 2019 ainda terá como convidados Catar, China, Japão, Estados Unidos, México, e mais uma seleção que ainda será definida.


Fonte:Gazeta Esportiva

23 fevereiro 2018

Conmebol oficializa datas da Copa América 2019 no Brasil

 (Foto: Divulgação)
Em reunião realizada nesta sexta-feira em Punta Del Este, no Uruguai, a Conmebol oficializou o início dos trabalhos do Comitê Organizador Local (COL) da Copa América 2019 e definiu as datas da competição que será realizada no Brasil.

“É um orgulho darmos início aos preparativos para realizar uma Copa América inesquecível, num país que traz a experiência recente de organizar grandes eventos esportivos. A Conmebol vive um novo momento e temos certeza que será uma competição histórica, que volta ao Brasil após 30 anos”, destacou o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez.

O torneio será realizado entre 14 de junho e 7 de julho de 2019, e ficou definida a presença de Cafu e Branco no COL. Além disso, Rogério Caboclo, diretor-executivo da gestão da CBF; Fernando Sarney, vice da CBF e integrante do Conselho da Fifa; e Antonio Carlos Nunes, presidente interino da CBF também farão parte do comitê. Questões como locais de jogos e seleções convidadas serão definidos nas próximas semanas.

“Apresentamos o projeto e aprovamos os aspectos gerais da competição, que será realizada de 14 de junho a 7 de julho. Nas próximas semanas haverá novas definições, como as cidades sedes e as seleções participantes. O Brasil conta com estruturas esportivas qualificadas, que estão passando por vistorias para que a Conmebol e o COL possam tomar essas decisões, que serão informadas tão logo seja possível”, disse Caboclo.

A Copa América do Brasil contará com 16 participantes, sendo 10 deles integrantes da Conmebol e mais seis convidados. Esta será a quinta edição do torneio a ser realizada em terras tupiniquins. O Brasil já sediou a competição em 1919, 1922, 1949 e 1989.

13 junho 2016

México arranca empate contra a Venezuela e garante ponta do Grupo C

Corona foi o responsável por igualar o marcador em 1 a 1 na partida contra a Venezuela (Foto: Nelson Almeida/AFP)

O México teve de atacar até os minutos finais do jogo dessa segunda-feira para garantir a ponta do Grupo C da Copa América Centenário. A equipe saiu atrás no placar, mas empatou por 1 a 1 com a Venezuela, em Houston, e se classificou em primeiro lugar, com sete pontos. Os venezuelanos, com a mesma pontuação, ficaram em segundo por conta do saldo de gols. Apesar da liderança, o técnico Juan Carlos Osorio perdeu os 100% de aproveitamento que mantinha na seleção mexicana – ele havia ganhado os dez jogos disputados anteriormente.
Famoso por implementar um rodízio de jogadores nos times que dirige, Osorio preservou atletas importantes nessa rodada da Copa América e enviou a campo uma seleção alternativa. O zagueiro Rafael Márquez e a estrela Javer ‘Chicharito’ Hernández foram dois nomes de destaque da equipe mexicana que iniciaram no banco de reservas por opção do treinador. Só o Chicharito foi acionado pelo técnico, aos 22 minutos do segundo tempo.
Já a Venezuela, que havia decretado a eliminação do Uruguai, fez jogo duro e quase aprontou para cima de outro favorito ao título. A equipe comandada pelo ex-goleiro Rafael Dudamel chegou ao gol aos nove minutos do primeiro tempo, após o zagueiro José Velázquez superar o goleiro José Corona com um belo voleio. Mas, aos 34 da etapa complementar, Corona fez fila na defesa para deixar tudo igual.
Como ambos estão classificados, os times aguardarão a definição do Grupo D para saber quem serão seus adversários nas quartas de final. O México enfrentará o segundo colocado da chave, enquanto a Venezuela irá encarar o time que ficar em primeiro.
Estão programados para essa terça-feira os jogos de Argentina e Chile contra Bolívia e Panamá, respectivamente. Os finalistas da edição de 2015 da Copa América são os favoritos para assegurar a vaga na próxima fase, sendo que os hermanos lideram o Grupo D com seis pontos.
O Jogo – O árbitro Yadel Martínez decretou um minuto de silêncio antes do apito inicial por conta das 49 pessoas que foram assassinadas em um atentado a tiros numa boate gay em Orlando, no domingo. Com a bola rolando, a Venezuela precisou de nove minutos para furar a poderosa defesa mexicana e abrir o placar.
O meio-campista Guerra cobrou falta para a área e Santos tocou de cabeça para desmontar a marcação rival. A bola, então, sobrou para o zagueiro José Velázquez. O defensor aplicou um voleio que saiu do alcance do goleiro José Corona e anotou um golaço no NRG Stadium.
O México ainda perdeu o meia Aquino, lesionado, aos 15 minutos. Osorio optou por enviar Jesús Corona a campo, que vinha aparecendo como titular nessa Copa América. O volume de jogo da equipe melhorou e, aos 21, Lozano finalizou para boa defesa do goleiro Dani Hernández.
Outras duas chances criadas pelos mexicanos levaram perigo à equipe venezuelana, aos 31 e 34 minutos, mas as cabeçadas não encontraram as redes. Aos 36, Guardado arriscou a finalização de longe e, após um desvio, a bola subiu por cima da meta do goleiro.
O México seguiu melhor em campo. Aos quatro minutos do segundo tempo, Peralta recebeu na pequena área e só não marcou porque o zagueiro Wilker Ángel se atirou para travar o chute. Já aos 19, Molina surgiu no campo de ataque e buscou o canto direito do gol venezuelano, mas a conclusão foi para fora.
A resposta saiu aos 21, após Josef Martínez invadir a área e concluir em cima do goleiro Corona. Aos 29 minutos, o México voltou à frente e só não empatou porque Dani Hernández operou um milagre. O goleiro voou até o canto direito para espalmar uma cabeçada de Reyes. Ainda no chão, ele defendeu nova finalização de Moreno para salvar a Venezuela.
Apesar da atuação de Dani Hernández, a insistência mexicana logo foi recompensada com um gol. Aos 33, Jesús Corona passou como quis pela defesa e finalizou para fora. No minuto seguinte, o meia foi mais efetivo e não errou o alvo depois de fazer fila na defesa adversária. A bola passou pelo goleiro e morreu no fundo das redes.
A Venezuela, aos 39 minutos, assustou ao arriscar um chute de bicicleta, por cobertura, com Josef Martínez – José Corona teve de se esticar todo para impedir o gol. Chicharito, aos 41, teve a última chance da partida e finalizou de dentro da área, mas o chute carimbou o defensor e não ameaçou o goleiro.
FICHA TÉCNICA
MÉXICO 1 X 1 VENEZUELA
Local: NRG Stadium, em Houston (EUA)
Data: 13 de junho de 2016, segunda-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Yadel Martínez (CUB)
Assistentes: Joseph Fletcher (CAN) e Dario Gaona (PAR)
Cartões amarelos: Herrera e Molina (México); Alexander González, Santos e Peñaranda (Venezuela)
GOLS:
VENEZUELA: José Velázquez, aos nove minutos do primeiro tempo
MÉXICO: Jesús Corona, aos 34 minutos do segundo tempo
MÉXICO: José Corona; Aguilar, Diego Reyes, Héctor Moreno e Torres Nilo (Layún); Molina (Chicharito Hernández), Herrera, Guardado, Aquino (Jesús Corona) e Lozano; Peralta
Técnico: Juan Carlos Osorio
VENEZUELA: Dani Hernández; Alexander González, Wilker Ángel, José Velázquez e Feltscher; Tomás Rincón, Seijas, Guerra (Otero) e Peñaranda; Santos (Rondón) e Yonatahan Del Valle (Josef Martínez)
Técnico: Rafael Dudamel

Fonte:Gazeta Esportiva

12 junho 2016

Prejudicado pela arbitragem, Brasil perde para o Peru e é eliminado

Jogadores brasileiros reclamaram bastante da arbitragem do uruguaio Andres Cunha (Foto: Timothy A.Clary/AFP)

O Brasil está eliminado da Copa América Centenário. Na partida mais polêmica até o momento da competição, a Seleção Brasileira foi prejudicada pela arbitragem do uruguaio Andres Cunha, que validou o gol de mão do Peru aos 30 minutos do segundo tempo, em duelo realizado na noite deste domingo, em Foxborough, nos Estados Unidos.
Além deste erro, o juiz deixou de dar um pênalti para o Peru no começo da etapa final. Os brasileiros também reclamaram muito de pelo menos três penalidades, mas todas duvidosas.
No fim, o confronto terminou 1 a 0 para os peruanos, classificados às quartas de final do torneio após somarem sete pontos, três a mais do que os brasileiros. A equipe do técnico argentino Ricardo Gareca enfrentará a Colômbia na próxima fase. O outro classificado do Grupo B é o Equador, que mais cedo goleou o Haiti por 4 a 0, em Seattle, garantindo um lugar entre os oito melhores da competição com cinco pontos e fará duelo com os Estados Unidos na briga por uma vaga nas semis.
Esta é a primeira vez que o time canarinho não alcança a fase de mata-mata da Copa América desde 1987, quando o torneio foi disputado na Argentina.
Buscando novas alternativas na questionada Seleção, o técnico Dunga colocou Lucas Lima e Gabriel entre os titulares nos lugares de Casemiro e Jonas, respectivamente. Gareca, por sua vez, mandou a campo uma formação com três zagueiros.
O Brasil até dominou o primeiro tempo e teve chances de abrir o placar, mas parou nas mãos do goleiro Gallese e na incompetência na hora de finalizar. Para a segunda etapa, o treinador argentino sacou um dos defensores na tentativa de pressionar a Seleção. A medida funcionou e a equipe vermelha passou a ameaçar o gol de Alisson.
Em uma falha defensiva no setor esquerdo do Brasil, o peruano Polo arrancou e cruzou para Ruidíaz, que invadiu a pequena área e, de mão, empurrou a bola para o fundo das redes. Dunga, que há pouco havia colocado Hulk no lugar de Gabigol, tinha ainda duas alterações para fazer, mas preferiu não usá-las. Desorganizados e desesperados em campo, os jogadores de amarelo não conseguiram reagir e entraram para a recente manchada história da Seleção Brasileira.
O jogo – Após um começo de jogo tenso em que os brasileiros pediram sem razão pênalti em cima de Daniel Alves e Gabriel, a Seleção chegou com perigo pela primeira vez aos 11 minutos, quando o lateral esquerdo Filipe Luíz arrancou pela esquerda e arriscou de fora da área, obrigando o goleiro Gallese fazer boa defesa e ceder o escanteio. Na cobrança, Renato Augusto mandou por cima do travessão.
O Brasil, então, passou a ocupar o campo de defesa peruano e fez boas investidas em jogadas pela linha de fundo, principalmente explorando Filipe Luís, um dos melhores em campo até então. No entanto, a zaga vermelha se defendeu bem apesar de encontrar muitos problemas para sair jogando, o que facilitou a recorrente recuperação de bola dos brasileiros.
Em uma dessas vaciladas, a zaga adversária entregou a bola no pé de Elias. Este encontrou Gabriel na grande área e fez o passe. O atacante girou em um espaço curto e bateu no canto direito do arqueiro rival, que se esticou todo para fazer a defesa aos 26 minutos.
Se o Peru mal conseguia passar do meio-campo, o time canarinho tinha dificuldades para furar a retranca do rival e desperdiçava as poucas chances claras de gol, como no caso de Willian, que recebeu bom passe de Filipe Luís na área e bateu de primeira, mas por cima do travessão. Já Gabigol testou o goleiro peruano de longe com chute da esquerda. Gallese, porém, esteve bem posicionado e espalmou.
Aos 43 foi a vez de os peruanos reclamarem de pênalti. Flores invadiu a área brasileira em uma das poucas vezes que isso ocorreu no primeiro tempo e foi calçado de leve por Renato Augusto. O árbitro uruguaio Andres Cunha manteve o critério dos outros lances polêmicos e nada deu.
Insatisfeito com a forma pela qual sua equipe foi dominada na primeira parte do jogo, o técnico Ricardo Gareca promoveu a entrada do lateral Yotún no lugar do zagueiro Balbín. De fato, o Peru voltou mais agressivo e assutou a meta brasileira logo aos três minutos, quando Alisson espalmou de maneira estranha a cobrança de falta de Christian Cueva, reforço do São Paulo para a temporada. Pouco depois, o meia voltou a assustar o goleiro do time canarinho novamente em tiro livre direto.
Com mais dificuldade para sair tocando em função da marcação alta que o Peru passou a exercer, o Brasil só foi chegar com real perigo aos 24 minutos, em jogada individual de Renato Augusto, que arrancou pelo meio e passou para Philippe Coutinha na esquerda. O jogador do Liverpool limpou e bateu com a perna direita para defesa de Gallese.
Aos 29, o lance mais polêmico da partida. O meia Polo fez jogada de velocidade pela direita, foi até a linha de fundo e cruzou à meia altura. O atacante Ruidíaz desviou com a mão e fez o gol. O bandeirinha chamou o juiz para conversar à beira do gramado, gerando muita reclamação dos peruanos, temerosos pela invalidação do tento. Cerca de cinco minutos depois, Andre Cunha apontou o meio-campo e validou o gol.
Desesperados em busca do gol de empate e da classificação, os brasileiros se desorganizaram em campo e passaram a rifar bolas na área peruana. O juiz, por conta da confusão, deus seis minutos de acréscimo. Aos 47, a Seleção teve sua melhor chance, com Elias, que recebeu cruzamento livre na pequena área. O volante, porém, desviou sem força e o goleiro Gallese defendeu.

FICHA TÉCNICABRASIL 0 X 1 PERU
Local: Gillette Stadium, em Boston (Estados Unidos)
Data: 12 de junho de 2016, domingo
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Andres Cunha (URU)
Assistentes: Nicolas Taran e Richard Trinidad (ambos do Uruguai)
Público:
Renda:
Cartões amarelos: Lucas Lima (Brasil)
Cartões vermelhos:
GOLS:
Peru: Ruidíaz, aos 29 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Miranda, Gil e Filipe Luís; Elias, Renato Augusto, Lucas Lima, Willian e Philippe Coutinho; Gabriel (Hulk)
Técnico: Dunga
PERU: Gallese; Aldo Corzo, Christian Ramos, Balbín (Yotún), Alberto Rodríguez e Trauco; Óscar Vílchez, Andy Polo e Cueva (Tapia); Édison Flores (Ruidíaz) e Paolo Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca

Fonte:Gazeta Esportiva

No grupo do Brasil, Equador goleia Haiti e pega EUA nas quartas

O Equador bateu o Haiti sem dificuldades em Nova Jersey e enfrentará os donos da casa nas quartas (Foto: Don Emmert/AFP)

O Grupo B da Copa América Centenário, em que a Seleção Brasileira integra, já tem seu primeiro time classificado às quartas de final da competição. Trata-se do Equador, que goleou o frágil Haiti por 4 a 0 na noite deste domingo, no Estádio Metlife, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Vice-líderes das Eliminatórias Sul-Americanas, os equatorianos não encontraram resistência por parte dos rivais e praticamente selou o triunfo no primeiro tempo, quando abriu 2 a 0 antes dos 20 minutos iniciais. Na segunda etapa, o Equador seguiu sem ser ameaçado e só controlou o jogo para fechar o placar com mais dois gols.
Com o resultado, a seleção equatoriana chegou aos cinco pontos e garantiu vaga na fase de mata-mata do torneio continental. Nas quartas de final, os sul-americanos enfrentarão os anfitriões Estados Unidos, na próxima quinta-feira, às 22h30 (de Brasília), em Seattle.
Se brasileiros e peruanos empatarem, o time do técnico Dunga reassumirá a liderança da chave e pegará a Colômbia na próxima fase, mesmo adversário em caso de vitória da Seleção. Já em caso de derrota brasileira, o Peru terminaria como líder e encararia os colombianos nas quartas.
Vira dois, acaba quatro 
Como já era de se esperar, o Equador partiu para cima dos haitianos desde o apito inicial. Tanto que logo aos dez minutos, o atacante Enner Valencia arrancou pela esquerda, tocou na saída do goleiro Placide e abriu o placar no Estádio Metlife.
Buscando um triunfo por 2 a 0 que lhe garantiria a classificação sem depender de outros resultados, os equatorianos mantiveram a pressão. Nove minutos depois, Valencia saiu livre na cara do arqueiro e só rolou para Jaime Ayoví tocar para o fundo das redes e ampliar o marcador.
Até o fim da primeira etapa, o time sul-americano ainda mandaria uma bola no travessão, com o zagueiro Erazo, e perderia ainda pelo menos outras três chances de gol.
A fragilidade haitiana persistiu no segundo tempo. Mesmo sem o ímpeto dos primeiros 45 minutos, o Equador voltou a explorar os erros defensivos do time adversário. Aos 11 minutos, o volante Noboa recebeu belo lançamento de Jeff Montero na grande área, matou no peito e bateu cruzado sem chance para o goleiro Placide.
Apesar de diminuir o ritmo consideravelmente, o Equador ainda faria o quarto aos 32: Cazares, do Atlético-MG, encontrou Enner, que superou o goleiro rival e deixou para o xará Antonio Valencia tocar para o gol livre.
O Haiti bem que tentou o gol de honra, teve chances para tal, mas falhou nas finalizações. O Equador, por sua vez, foi econômico apesar da vitória elástica e testará seu favoritismo contra os donos da casa, na próxima quinta-feira, em Seattle.

FICHA TÉCNICA
EQUADOR 4 X 0 HAITI
Local: Estádio Metlife, em Nova Jersey (Estados Unidos)
Data: 12 de junho de 2016, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Gery Vargas (BOL)
Assistentes: Javier Bustillos e Juan Pablo Montaño (ambos da Bolívia)
Cartões amarelos: Lafrance (Haiti)
GOLS:
Equador: Enner Valencia, aos dez minutos do primeiro tempo; Jaime Ayoví, aos 19 minutos do primeiro tempo; Noboa, aos 11 minutos do segundo tempo e Antonio Valencia, aos 32 minutos do segundo tempo
EQUADOR: Domínguez; Paredes, Erazo, Mina e Ayoví; Gruezo (Gaibor), Noboa, Antonio Valencia e Jefferson Montero; Enner Valencia (Fidel Martínez) e Jaime Ayoví (Cazares)
Técnico: Gustavo Quinteros
HAITI: Johny Placide; Lambese, Romain Genovois, Mechack Jérôme e Jaggy; Kevin Lafrance (Hilaire), James Marcelin, Nordé e Belfort (Jeff Louis); Maurice e Nazon
Técnico: Patrice Neveu

Fonte:Gazeta Esportiva

Colômbia perde para a Costa Rica, fica em segundo e entra no caminho do Brasil

Eliiminada, Costa Rica não aliviou para os colombianos e deixou o time de José Pekerman na segunda posição do Grupo B (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

A Costa Rica entrou em campo já eliminada da Copa América Centenário, mas determinada a mostrar, diante da Colômbia, que a seleção quadrifinalista da Copa de 2014 ainda tem bastante futebol a mostrar. Dona de passes precisos e contando com um inspirado Venegas, autor de um dos gols, a equipe fez um justo 3 a 1 sobre os comandados de José Pekerman na noite deste sábado, no estádio NGR, em Houston, nos Estados Unidos. Fabbra, contra, e Borges marcaram para os ganhadores, enquanto o mesmo Fabbra, dessa vez a favor, e Marlos Moreno descontaram.
Com o resultado, os colombianos ficam com a segunda colocação do Grupo A, atrás dos Estados Unidos. Vencedores do confronto contra o Paraguai, pouco antes, os americanos também têm seis pontos, mas três gols de saldo contra um dos “cafeteiros”.
Dessa forma, se o Brasil derrotar o Peru no jogo deste domingo, às 21h30 (de Brasília), em Boston, o time do técnico Dunga terá de enfrentar os colombianos já nas quartas de final. Caso empate ou perca, a Seleção dependerá do resultado de Equador e Haiti, às 19h30, para saber primeiro se passa de fase, depois em qual colocação da chave. O vice pega os EUA nas quartas.
O jogo – O duelo começou de forma agitada, expondo dois estilos muito parecidos de jogo e jogadores cheios de vontade para mostrar serviço. Como ambos optaram por uma equipe alternativa, sendo a Costa Rica um time misto e a Colômbia uma formação totalmente reserva, não faltou correria no ataque e força física.
A primeira demonstração disso se deu logo no primeiro chute a gol. Aos dois minutos de bola rolando, Venegas foi lançado no comando do ataque, ganhou da marcação e deixou a bola escapar, já na entrada da área. O avante, então, levantou a cabeça, deu dois passos para trás e conseguiu acertar chute colocado no ângulo direito do gol defendido por Zapata, que se esticou todo e ainda assim não conseguiu fazer a defesa. Golaço.
Com vontade de se mostrar à altura dos titulares, que conseguiram encaminhar a classificação antecipada e apenas assistiam ao jogo do banco de reservas, os jovens colombianos foram para cima do adversário e não demoraram a conquistar o empate. Fabbra entrou driblando e trombando pelo lado esquerdo, ganhou na dividida de dois adversários e, após a bola espirrar em disputa entre Martínez e Watson, tocou de pé direito no canto, sem chances para Pemberton.
Depois do início alucinante, porém, o ritmo arrefeceu e as equipes passaram a “enfeitar” demais as jogadas, sem criar grandes lances. Fabbra, que já havia marcado o gol de empate, protagonizou outro lance de impacto ao receber uma joelhada não intencional de Bolaños, precisando sair para receber um curativo no supercílio. Talvez atrapalhado pela bandagem, o defensor acabou levando azar aos 34 minutos e completou cruzamento de Venegas contra, dando mais uma vez a vantagem aos costarriquenhos.
Na volta para a etapa final, Pekerman percebeu o perigo de ficar com a segunda colocação do seu grupo e resolveu mandar a campo James Rodríguez, que já entrou recebendo a faixa de capitão, e Cardona, ambos meio-campistas armadores da equipe titular.
Quem marcou, porém, foi novamente a Costa Rica. Novamente com toque de bola envolvente, os Ticos avançaram pela direita da área. Quase na linha de fundo, Oviedo, substituto de Salvatierra, cruzou na medida para Borges, que pegou de primeira e venceu Zapata com um chute no canto esquerdo.
Foi a vez de Cuadrado ser chamado a campo para completar a tríade dos principais jogadores, na tentativa de ao menos empatar o embate e assegurar a primeira colocação. Com o rápido atacante da Juventus-ITA, o treinador enfim viu seu time ser efetivo. Aos 28, Cardona deu belo passe de trivela para Cuadrado, que invadiu a área pela direita e rolou para Marlos Moreno. O jovem do Atlético Nacional chutou cruzado, no canto direito baixo, enganando o goleiro.
A partir dali, o jogo foi só pressão da Colômbia, sempre passando pelos pés de James. O meia conseguiu criar alguns lances de perigo, como um chute de fora da área aos 36 e um belo lançamento para Marlos moreno aos 38. No primeiro ele parou em defesa segura do arqueiro. Já no outro, viu de longe o companheiro chutar torto com a perna esquerda e desperdiçar a melhor chance de empatar.
FICHA TÉCNICA
COLÔMBIA 2 X 3 COSTA RICA
Local: NRG Stadium, em Houston (Estados Unidos)
Data: 11 de junho de 2016 (Sábado)
Horário: 22h(de Brasília)
Árbitro: Jose Argote (VEN)
Assistentes: Luis Sanchez (VEN) e Luis Murrilo (VEN)
Cartões amarelos: Roger Martínez (Colômbia); Azofeifa, Pemberton, Waston e Campbell (Costa Rica)
Gols:COLÔMBIA: Fabbra, aos seis minutos do primeito tempo, Marlos Moreno, aos 28 minutos do segundo tempo
COSTA RICA: Venegas, aos dois, e Fabbra (contra), aos 34 minutos do primeiro tempo; Borges, aos 13 minutos
COLÔMBIA: Zapata, Medina, Aguilar (Cuadrado), Yerry Mina e Fabbra; Cellis, Carlos Sánchez, Pérez (James Rodríguez) e Dayro Moreno (Cardona); Marlos Moreno e Roger Martínez
Técnico: José Pékerman
COSTA RICA: Pemberton; Salvatierra (Oviedo), Waston, Acosta, Calvo e Matarrita; Azofeifa, Borges (Tejeda), Bryan Ruiz (Joel Campbell) e Bolaños; Venegas
Técnico: Óscar Ramírez

11 junho 2016

EUA derrotam o Paraguai e contam com ajuda para ficar em primeiro

O americano Clint Dempsey aproveitou falha da zaga para marcar o único gol da partida (Foto: Don Emmert/AFP)

Os Estados Unidos não fizeram grande partida, mas contaram com o faro de goleador do experiente Clint Dempsey para marcar uma vez e segurar o fraco time do Paraguai durante toda a partida neste sábado, disputada no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. O triunfo assegurou a classificação dos donos da casa para as quartas de final e a eliminação paraguaia da Copa América Centenário.
Agora, os EUA, líderes devido à derrota da Colômbia para a Costa Rica, esperam a definição do Grupo B, do Brasil, para saber quem enfrentam na próxima fase. Os possíveis adversário são o próprio time do técnico Dunga, o Peru, rival da Seleção neste domingo, e o Equador, que encara o lanterna Haiti. Enquanto isso, os paraguaios, finalistas em 2011, semifinalistas em 2015 e algozes do Brasil em ambas ocasiões, dão adeus na fase de grupos pela primeira vez desde 2001.
O duelo teve um primeiro tempo dominado praticamente durante todo o tempo pelos sul-americanos, apesar das muitas dificuldades de criação. Logo aos dez minutos de bola rolando, os alvirrubros tiveram um contra-ataque de três jogadores contra apenas um defensor, mas Almirón demorou a cruzar e deu tempo para Brooks fazer o corte já dentro da área.
Talvez assustado pelo estádio lotado e a iminente possibilidade de classificação, o time da casa contou com uma boa escapada de Zardes pela esquerda para poder se tranquilizar. O atacante recebeu bom passe de Bradley, foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para Clint Dempsey. O experiente meia aproveitou a falha geral da zaga paraguaia e chutou por baixo de Balbuena e Villar para abrir o placar.
Ainda que tenha saído na frente, a equipe da casa continuou com a tática defensiva e a tentativa de sair nos contra-ataques, atitude que chamou os paraguaios novamente para o campo de ataque. A posse de bola na frente só não resultou em empate antes do intervalo porque Lezcano, aos 44, recebeu belo passe de Gonzáles e, cara a cara com Guzan, chutou em cima do goleiro.
No começo do segundo tempo, o lateral direito Yedlin fez de tudo para facilitar a vida dos paraguaios. Com duas entradas muito fortes em menos de um minuto, ele conseguiu levar dois cartões amarelos e acabou expulso logo aos dois minutos de bola rolando.
Mesmo com a superioridade numérica e um time mais ofensivo, com Iturbe na vaga de Balbuena, porém, o Paraguai novamente custou a criar oportunidades. Tanto que, até os 35 minutos, a única chance de gol foi dos americanos. Em contra-ataque, o habilidoso Bobby Wood deixou Zardes na cara do gol, mas o camisa 11 se atrapalhou todo com a bola e parou em defesa fácil de Villar.
Depois, na base da empolgação e da necessidade do resultado, o time do técnico Ramon Díaz conseguiu criar algumas chances de marcar. Porém, Benítez, Almirón e Ayala, os escolhidos para finalizar, mostraram a mesma precisão que marcou a campanha paraguaia na campanha da Copa América: nenhuma, assegurando a passagem americana às quartas de final.
FICHA TÉCNICA
ESTADOS UNIDOS 1 X 0 PARAGUAI
Local: Lincoln Financial Field, na Filadélfia (EUA)
Data: 11 de junho de 2016 (sábado)
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Julio Bascuñan (CHI)
Assistentes: Carlos Astroza (CHI) e Christian Schiemann (CHI)
Cartões amarelos: Yedlin, Bradley, Orozco, Jones (EUA); Ortiz, Rojas e Ayala (Paraguai)
Cartão vermelho: Yedlin (EUA)
Gols:
EUA: Dempsey, aos 27 minutos do primeiro tempo
ESTADOS UNIDOS: Guzan; Yedlin, Cameron, Brooks e Fabian Johnson; Michael Bradley, Jones e Bedoya (Zusi); Dempsey (Orozco), Bobby Wood (Beckerman) e Zardes
Técnico: Jürgen Klinsmann
PARAGUAI: Villar; Paulo Da Silva, Fabián Balbuena (Iturbe), Gustavo Gómez e Samudio; Ayala, Ortíz (Rojas), Derlis González e Almirón; Sanabria (Benítez) e Lezcano
Técnico: Ramón Díaz

Fonte:Gazeta Esportiva

10 junho 2016

Com pênalti no fim, Chile vence primeira na Copa América diante da Bolívia

Rojos sofrem, mas batem boivianos no fim (Foto: Hector RETAMAL / AFP)
Pela segunda rodada do Grupo D da Copa América, o Chile venceu a Bolívia nesta sexta-feira por 2 a 1. Em partida realizada no estádio Arena Gillette, em Boston, os chilenos contaram com um pênalti no último minuto, convertido por Vidal, para vencer o duelo. O volante vez dois gols no jogo e Campos anotou para os Verdes
Com o resultado, os Rojos conquistaram a primeira vitória na competição, igualando Argentina e Panamá, que se enfrentam ás 22h30 desta sexta-feira. Já os Bolivianos, sem terem conquistado nenhum ponto, dão adeus às chances de avançarem na competição.
No terceiro e último compromisso desta fase de grupos, os Rojos enfrentam o Panamá, enquanto a seleção da Bolívia mede forças com a poderosa seleção argentina.
Muita luta e pouca chances. Assim pode ser definido o começo de jogo na Arena Gilette. As equipes não conseguiam emendar boas jogadas e abusavam das faltas no meio-campo. A partida só foi esquentar aos 30 minutos, quando os chilenos resolveram fazer valer seu favoritismo e emendaram uma série de boas oportunidades, porém, sem efetividade nas finalizações; aos 31 minutos Pinilla recebeu uma bola escorada dentro da área e mandou por cima do gol. Cinco minutos depois, Hernandes emendou belo chote de primeira, mas a bola acabou indo para fora. Logo em seguida, após confusão na área, Sánchez chutou de muito perto, sem goleiro, no entanto, Zentero salvou em cima da linha. Desta forma, os jogadores foram para o intervalo empatados em 0 a 0.
A pressão chilena no fim da primeira fez com que a equipe entrasse com tudo no segundo tempo. Antes do primeiro minuto, Vidal aproveitou lambança de Arce, tabelou com Pinilla e chutou rasteiro para tirar a igualdade do placar. Depois do gol, Pinilla teve a chance de fazer um verdadeiro golaço e ampliar a vantagem, mas desperdiçou; aos sete minutos, o camisa 9 recebeu cruzamento de Orellana e tentou a bicicleta, mas acabou mandando para fora.
Apesar do começo arrasador nos 45 minutos finais, os chilenos conheceram aquela velha máxima do futebol: Quem não faz, toma. Aos 15 minutos, Jashmani Campos cobrou uma falta com verdadeira perfeição e mandou no ângulo de Claudio Bravo para empatar o duelo.
Daí em diante, foi a vez dos atuais campeões sul-americanos se projetarem quase que completamente ao ataque. Com direito a grande defesa de Lampe em cobrança primorosa de falta de Alexis Sánchez, Vargas aproveitando rebote dentro da área e chutando em cima do zagueiro e diversas ofensivas de Isla e Beausejour, o fim do segundo tempo foi marcado pela Bolívia só tentando se defender. No entanto, além de dar oito minutos de acréscimos, o juiz deu um pênalti, que foi convertido por Vidal. Desta forma, os chilenos venceram o duelo por 2 a 1.
FICHA TÉCNICA
CHILE X BOLÍVIA
Local: Arena Gillette, em Boston (Estados Unidos)
Data: 10 de junho de 2016, sexta-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Jair Marrufo (Estados Unidos)
Assistentes: Corey Rockwell (Estados Unidos) e Peter Manikowski (Estados Unidos)
Cartões amarelos: Campos, Eguino e Veizaga (Bolívia); Hernández (Chile)
Gols: Campos, aos 15 minutos do segundo tempo (Bolívia); Arturo Vidal, no primeiro minuto do segundo tempo (Chile)
CHILE: Claudio Bravo, Mauricio Isla (Fuenzalida), Gary Medel, Gonzalo Jara e Jean Beausejour; Charles Aránguiz, Marcelo Díaz, Arturo Vidal e Mauricio Pinilla; Mark González e Alexis Sánchez
Técnico: Juan Antonio Pizzi
BOLÍVIA: Carlos Lampe, Ronald Eguino, Nelson Cabrera e Marvin Bejarano; Diego Bejarano (Jhasmani Campos), Edward Zenteno, Pedro Azogue, Martin Smedberg e Rodrigo Ramallo; Yasmani Duk e Juan Carlos Arce
Técnico: Julio César Baldivieso

Fonte:Gazeta Esportiva

México vence a Jamaica e assegura a classificação antecipada

Chicharito abriu o caminho para a vitória mexicana sobre a Jamaica (foto: Frederic J. Brown/AFP)

O México já está nas quartas de final da Copa América. No início da madrugada desta quinta-feira, segundo o horário brasileiro, a equipe dirigida pelo ex-são-paulino Juan Carlos Osorio derrotou a agora eliminada Jamaica por 2 a 0, com gols de Chicharito Hernández e Oribe Peralta, e assegurou a sua vaga no grupo C.
Com o resultado, o México alcançou os mesmos 6 pontos da Venezuela, que, mais cedo, derrotou o Uruguai também por 1 a 0. Na primeira rodada, os mexicanos fizeram 3 a 1 sobre os uruguaios, enquanto os venezuelanos bateram os jamaicanos por 1 a 0.
A rodada derradeira da chave, na segunda-feira, portanto, servirá para definir o líder. México e Venezuela disputarão a ponta da tabela em Houston. Uruguai e Jamaica irão se despedir da competição continental em Santa Clara.
O jogo – Tentando contrariar o favoritismo mexicano, a Jamaica não se intimidou para atacar no Rose Bowl. Aos seis minutos, desperdiçou uma grande oportunidade de abrir o placar com Donaldson, que avançou sozinho pela direita, invadiu a área e bateu cruzado. Para fora.
O lance de perigo não assustou a torcida mexicana, que lotava o Rose Bowl. Embora a partida não se apresentasse fácil para a equipe tricolor, o público já acompanhava a troca de passes dos comandados de Juan Carlos Osorio com gritos de “olé” desde os dez minutos.
Não demorou para o México oferecer um motivo melhor para quem estava nas arquibancadas vibrar. Aos 17 minutos, Jesús Corona ficou a bola na esquerda, aproveitando que a defesa jamaicana parou, e cruzou novamente. Chicharito Hernández subiu e cabeceou no canto para abrir o placar.
O México até assumiu o controle do jogo após ficar em vantagem, porém não por muito tempo. Sem ter mais nada a perder, a Jamaica voltou a investir contra o gol defendido por Ochoa. E quase empatou. Aos 34, McAnuff fez boa jogada pela esquerda e cruzou rasteiro. McCleary apareceu livre para marcar o gol. E carimbou Yasser Corona.
A última grande chance do primeiro tempo também foi jamaicana. O México saiu jogando errado e, após um lance bem tramado pela direita, Michael Hector só não estufou a rede por causa de uma defesa providencial de Ochoa.
Disposto a levar menos sustos na segunda etapa, o México voltou do intervalo com uma postura ofensiva, mantendo a bola no campo de ataque na maior parte do tempo. Na defesa, contudo, ainda faltava a segurança que Osorio queria para a sua equipe.
Para tirar proveito das falhas mexicanas, a Jamaica trocou McAnuff por Binns. Do outro lado, Osorio respondeu com a entrada de Lozano na vaga de Jesús Corona. O que não mudou significativamente o panorama da partida.
Apesar de ficar mais com a bola, o México continuava exposto aos contragolpes da veloz Jamaica. Em um deles, aos 23 minutos, Donaldson teve outra excelente oportunidade para concluir cruzado, mas chutou para fora da entrada da área.
Pecar tanto diante do goleiro Ochoa pareceu desanimar a Jamaica. Mais centrado, o México conseguiu colocar a bola no chão e ainda empolgar a sua torcida vez ou outra. Como quando Chicharito, ovacionado, cedeu lugar para Oribe Peralta.
A substituição rendeu mais um gol ao México. Aos 35 minutos, após jogada de Lozano pela esquerda, a bola sobrou para Peralta finalizar cruzado. O goleiro Blake até se esticou, mas não alcançou. A Jamaica estava eliminada da Copa América.
FICHA TÉCNICA
MÉXICO 2 X 0 JAMAICA
Local: Estádio Rose Bowl, em Pasadena (EUA)
Data: 9 de junho de 2016, quinta-feira
Horário: 23 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (BRA)
Assistentes: Gustavo Rossi (ARG) e Alexander León (COL)
Cartão amarelo: Watson (Jamaica)
Gols: MÉXICO: Chicharito Hernández, aos 17 minutos do primeiro tempo, e Oribe Peralta, aos 35 minutos do segundo tempo
MÉXICO: Ochoa; Dueñas (Molina), Néstor Araujo, Yasser Corona e Héctor Moreno; Rafa Márquez, Herrera e Layún; Raúl Jiménez, Chicharito Hernández (Oribe Peralta) e Jesús Corona (Lozano)
Técnico: Juan Carlos Osorio
JAMAICA: Blake; Watson, Mariappa, Morgan e Jermaine Taylor; Michael Hector, Williamson (Orgill), McCleary e McAnuff (Binns); Barnes e Donaldson
Técnico: Winfried Schafer

Fonte:Gazeta Esportiva
 
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