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| Foto:Divulgação |
Mas, no histórico recente, o duelo não tem sido tão comum em decisões. Quatro das últimas sete edições do Cearense não tiveram Clássico-Rei na briga pelo título, com as presenças de Guarani de Juazeiro (2011), Guarany de Sobral (2013), Uniclinic (2016) e Ferroviário (2017) entre os finalistas. O último encontro entre Vovô e Leão em uma decisão foi em 2015, em final épica, vencida pelo Fortaleza, com direito a gol do título marcado por Cassiano aos 47 do 2º tempo.
O roteiro da decisão deste ano reservou final equilibrada, como reza a tradição centenária do confronto. No jogo da ida, realizado na última quarta, o Alvinegro venceu por 2x1 e conquistou a vantagem de jogar por empate para ser campeão.
Já para o Tricolor, o único resultado que interessa é a vitória, por qualquer placar, já que possui a vantagem de jogar por dois resultados iguais (vitória e derrota pelo mesmo saldo de gols nos dois duelos da final).
Mesmo com a vantagem para o lado alvinegro, representantes dos dois times garantem que o confronto está aberto, já que um lance - com ou sem bola na rede - pode decidir o Estadual.
“O clima de uma decisão já é surreal. Sendo um clássico, é ainda maior. Mas estamos focados e concentrados. Trabalhar a ansiedade é muito importante também”, disse Marcelo Chamusca, técnico do Alvinegro. “É inevitável não sentir, mas estamos dando o nosso máximo nos treinamentos para que possamos mostrar o melhor em campo.” Para Chamusca, embora o Ceará tenha saído na frente, “não tem nada ganho”.
Já no lado tricolor, o atacante Osvaldo afirmou que a chave para a vitória é a intensidade, aliada ao aproveitamento das oportunidades que surgirem no jogo. “Precisamos mais do que nunca de uma vitória simples. Se a gente conseguir repetir o 2° tempo da primeira partida da final, temos grandes chances de fazer um grande jogo. Vamos entrar mais ligados. Agora é ir para a vitória e, com apoio da torcida, espero que possamos fazer um grande jogo e sermos campeões”, afirmou o atleta. Cada time chega para a decisão com armas bem definidas. O Ceará aposta na força de seu elenco, que vem suportando bem a maratona de jogos em meio a três competições (Estadual, Copa do Nordeste e Copa do Brasil) neste início de temporada.
Individualmente, a equipe de Chamusca conta com um centroavante em fase inspirada: Arthur, autor de 16 gols em 2018, os últimos dois deles no 1º jogo da final do Cearense.
Já o Tricolor tem como uma de suas armas a força ofensiva de seus laterais, Bruno Melo e Tinga, que apoiam bastante o ataque, principalmente quando a equipe atua no três esquema com três zagueiros.
Para o jogo de hoje, o Leão vai precisar mais do que nunca dos gols de
Gustavo, artilheiro isolado do Estadual, com 16 bolas na rede. Foi dele o gol do Leão no revés de 2x1 para o Vovô, na quarta-feira passada.







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