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| Foto de Divulgação |
Sem jogo durante a semana, os últimos dias do Bahia foram movimentados pela divulgação de benefícios a terceiros dados pela antiga gestão do clube. Em meio à revelação de pagamentos a radialistas baianos, normalmente através de passagens aéreas, além de custos com jantares promovidos pelo ex-presidente, Marcelo Guimarães Filho, o atual mandatário, Fernando Schmidt, considerou os fatos “absurdos” e questionou a necessidade dos pagamentos.
Em entrevista ao jornalista Bob Fernandes, no Terra Magazine, o presidente tricolor afirmou que a prática não era um negócio publicitário. “Ora, me poupem! Isso é diferente de anúncio, nada tem a ver com se fazer publicidade. Fazemos e faremos campanhas publicitárias nos meios de comunicação, campanha por mais sócios, o que for, mas não isso, dessa forma. Isso não é marketing nem divulgação de marca (...) [na lista são] 21 radialistas, e há as despesas com terceiros, nas viagens, hospedagens, gastos altíssimos em restaurantes …e o absurdo dos absurdo (...) Um dos gastos, pagos pelo Bahia, é com a “transmissão de jogos”… ora, novamente me poupem! É função do Bahia pagar pela “transmissão de jogos”?”, questionou.
Após a divulgação dos valores – estimado pela diretoria em R$ 865 mil – MGF afirmou que a prática, chamada de “jabá”, não existia em sua gestão e colocou em questão a sexualidade de Schmidt. Ao Correio, o ex-presidente disse que o atual mandatário deveria “assumir que é homossexual”. Sobre isso, Schmidt lembrou de ofensas anteriores.
“Esse é o caráter dele. Em meio à intervenção ele chegou a se dirigir, de maneira semelhante, a Fátima Mendonça, mulher do governador Jaques Wagner… como dizia o ex-presidente do Bahia, Osório Villas-Boas, quando alguém sem argumentos quer responder a alguém e não tem o que dizer, apela logo para o de sempre: ‘É corno, é ladrão, é viado…’, comentou.
Fonte:Bahia Notícias







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