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| Roger Federer mostrou força, não cedeu nenhum break-point a Alexandr Dolgopolov e foi à final em Indian Wells |
Roger Federer não deu chances para Alexandr Dolgopolv acrescentar o seu nome à lista de favoritos por ele derrotados no Masters 1000 de Indian Wells. Algoz de Rafael Nadal, Fabio Foginini e Milos Raonic nesta edição do torneio norte-americano, o ucraniano número 31 do mundo não foi páreo para um dominante suíço, que, sem ceder nenhum break-point a seu adversário, venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/1, e avançou à final da competição em apenas 1h1min de jogo. O seu adversário sai do confronto entre Novak Djokovic e John Isner, que se enfrentam ainda neste sábado.
Esta será a terceira decisão de Roger Federer na temporada. Eliminado nas semifinais do Aberto da Austrália, o número 8 do mundo foi, neste ano, vice em Brisbane, e campeão do ATP 500 de Dubai - o seu sexto título no torneio, e o 78º da carreira. Agora, ele vai forte em busca de sua quinta conquista no Masters 1000 de Indian Wells – já foi campeão em 2004, 2005, 2006 e 2012.
A Dolgopolv, por sua vez, resta o consolo de ter saído de Indian Wells em alta. Finalista no Aberto do Rio e semifinalista no ATP 500 de Acapulco, no último mês, ele conseguiu realizar quatro partidas na competição realizada nos Estados Unidos, tendo eliminado três adversários com posições superiores no ranking mundial. O principal feito foi a vitória sobre Rafael Nadal, número 1 do mundo, na terceira rodada. Depois, ele ainda despachou o italiano Fabio Fognini (14) e o canadense Milos Raonic (11).
O duelo entre Alexandr Dolgopolov e Roger Federer teve o seu início marcado pelo equilíbrio. A primeira quebra foi conquistada somente no oitavo game, pelo suíço. Antes disto, entretanto, ambos os tenistas mostraram muita consistência em seus serviços, tendo mais de 73% de aproveitamento nos pontos com o primeiro saque em quadra.
O panorama só mudou quando o ucraniano foi para o serviço com desvantagem em 3/4, e Federer aumentou sua intensidade, conseguindo a quebra logo na primeira oportunidade. Depois, sacou em 5/3 e, sem nenhuma resistência, fechou a primeira parcial com um 6/3, em apenas 30 minutos.
Embalado pela quebra conquistada no último serviço de Dolgopolov no primeiro set, Federer começou a segunda parcial com tudo e, logo de cara, voltou a conquistar um game no saque do ucraniano. Daí em diante, seguiu dominante em seus serviços, mas sem deixar de ameaçar o saque do adversário. Prova disto é que voltou a quebrar Dolgopolov no quinto game, abrindo confrontável vantagem de 4/1, e no sétimo e derradeiro, fechando o jogo com um massacrante 6/1.
Gazeta Esportiva
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